Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Em qualquer oportunidade
Seja luz!
Lembre-se de que seu criador
lhe enviou para propagar amor!

A saudade
olha pra fora
quando o amor reside
ainda lĂĄ dentro.

Dessa vida sĂł se leva o amor que plantamos,
as alegrias que cultivamos...

Um lar sempre serå acolhedor quando hå a presença do amor. Lar é o alimento do físico, o repouso da alma.

É o poder do amor que
floresce tudo em volta...
É o poder da ternura,candura...
SĂł assim a felicidade
perdura,dura...

Apenas o amor é capaz de abolir as diferenças e tornar as pessoas iguais.

E o tempo se rĂłi
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver

Ela dizia que não existia amor, até que um dia se permitiu sentir...

Carta para o meu grande amor!




Meu amor,

Dizem que o universo nasceu de uma explosĂŁo.
Mas eu — que te encontrei — sei de outra verdade:
o universo nasceu no instante em que teus olhos beberam os meus com aquela lentidĂŁo que sĂł os deuses conhecem.
Tudo antes disso era ensaio.
Era o silĂȘncio Ă  espera da tua voz.
Era partitura sem melodia,
uma oração perdida entre galåxias,
à espera do milagre que és.

As estrelas — hoje eu entendo —
são cicatrizes do céu,
fissuras sagradas por onde tua existĂȘncia transbordou.
E o tempo?
O tempo se tornou um animal manso.
Deita-se entre nĂłs, nos observa em reverĂȘncia,
e oferece o agora como um altar.

Quando me tocas, algo acontece que a ciĂȘncia nĂŁo explica.
As galĂĄxias se dobram como folhas de papel em tuas mĂŁos,
e até o caos, que sempre me acompanhou,
se cala para ouvir o som do teu nome no meu corpo.
HĂĄ planetas girando ao redor do teu ombro,
como se ali morasse o eixo do divino.

Teu riso, meu amor...
Teu riso Ă© o idioma que os anjos esqueceram,
mas que minha alma nunca deixou de falar.
Quando ouço tua alegria,
volto ao ventre do mundo.
Sou feita de lava e canto,
de luz primeira,
de amor antes da linguagem.

Amar-te Ă© caminhar por todos os tempos
com os pés descalços e o coração nu.
É habitar corpos que ainda não existem,
é dançar no meio da chuva
como quem celebra o sagrado no ordinĂĄrio.
É ser poema antigo,
escrito em uma lĂ­ngua que sĂł tua pele decifra.

Somos feitos, tu e eu,
da mesma substĂąncia que os deuses esconderam:
carne embriagada de céu,
pecado redimido em milagre,
beijo que conhece a morte e ainda assim escolhe viver.

Se o universo decidir desabar,
que me desintegre em teus braços.
Se houver outro mundo,
que eu renasça do lado esquerdo do teu peito,
na morada mais secreta do teu silĂȘncio.

E se, por fim, tudo se desfizer
e o nada for o Ășnico idioma possĂ­vel,
ainda assim,
eu levarei teu nome comigo —
como se fosse uma oração
que nem o escuro ousa apagar.

Com tudo que hĂĄ de eterno em mim,
Te amo.

T.

Chega de medo, incertezas, agora eu te amo, e vou faze-la feliz ao meu lado meu amor.

Porque o meu irmão índio também me ensinou o valor da terra, o amor pelo chão e por seus frutos.

Prenda-me.
Lace-me...
As tuas vontades.
Aos teus desejos.
No teu jogo de amor.
Nos teus fetiches.
Na tua loucura.
No teu prazer.
No gosto que me marca
A boca,nas armadilhas
InsaciĂĄveis do teu bem querer.

Lågrimas de fé, lågrimas de dor, gotas lacrimejando e deixando transparecer um sentimento de amor.

LĂĄgrimas de solidĂŁo, talvez de ilusĂŁo, lĂĄgrimas sem sentido, que derramando contĂ­nua, sem nenhuma razĂŁo.

Lågrima sentida, doída, que toca minha pele, escorrendo sobre o meu rosto, revelando toda a minha emoção.

LĂĄgrimas de carinho, de alegria, de saudades ou mesmo da paixĂŁo.

Lågrima minha, brotando sincera e que vem verdadeira, de dentro, lå do fundo do meu sofrido coração.

Um amor onde se mendiga atenção,nem sempre deve ser vivido!
Um carinho onde se Ă© humilhado,nem sempre merece im toque....

⁠O amor faz a luz e a sombra dançarem
juntas, numa dança eterna
Ao som das esferas celestes.

Toda lågrima tem seu preço.

Nem toda dor Ă© castigo.
Algumas vĂȘm para ensinar o valor do amor, da perda e do recomeço.
Toda lågrima que cai carrega um pedaço de verdade,
um pedaço de tudo o que fomos e do que ainda queremos ser.

HĂĄ lĂĄgrimas que limpam a alma,
outras que revelam o quanto o coração ainda sente.
Chorar nĂŁo Ă© sinal de fraqueza,
Ă© o corpo dizendo que o espĂ­rito ainda estĂĄ vivo.

Depois do amor, a razĂŁo Ă© o mais belo dos sentimentos.

HĂĄ caminhos incertos que los levam ao grande amor.

O amor que se diz universal é um amor diluído; quem diz que ama a humanidade inteira apenas admite que não ama ninguém o suficiente para fazer uma escolha!

Jesus nĂŁo te ama. O amor Ă© uma relação direta entre humanos que exige convivĂȘncia e provas concretas; como ninguĂ©m possui evidĂȘncias duma relação direta com ele, a conclusĂŁo Ă© lĂłgica: Jesus nĂŁo ama ninguĂ©m!