Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

O amor vence divergĂȘncias, discussĂ”es e diferenças.
O amor conquista um soldado ou uma tropa.
O Amor faz o impossĂ­vel virar realidade...

⁠A Melhor Coisa do Mundo É Estar No Primeiro Amor Por Deus

⁠O Amor Chega Devagar Para Ficar.

⁠Falamos que aquilo é amor, mas em nosso coração sabemos que não passa da mais louca obsessão, somos obcecados.
Muitas vezes ficamos presos Ă  vontade do outro nĂŁo Ă  nossa,
E isso nunca serĂĄ amor.

"Chuva, café, livros e alguém para preencher de amor as påginas em branco da minha vida!"

Eu queria ter asas, assim voaria atĂ© vocĂȘ.
Minha definição de amor é te olhar, saber que estås feliz, bem.
O amor ultrapassa o desejo de possuir, aprendemos a conviver com o sentir, te sentir me deixa feliz!

RÉU

o beijo roubado
o coração vagabundo
pelo olhar assaltado
neste charco profundo

o amor bandido
a paixĂŁo que tortura
o sentimento proibido
o incidente da aventura

pelas palavras sequestrada
estĂĄ a vĂ­tima consentida
sua alma amarrada
e a consciĂȘncia amortecida


reles inconfessa
argui-se depressa
prisĂŁo de ardor
ardendo de amor

{William Frezze}

⁠Desistir de alguĂ©m Ă s vezes nĂŁo significa que nunca houve amor, mas apenas a experiĂȘncia de um coração ferido que jĂĄ se entregou demais a quem nunca se importou.

Dois meses do amor mais puro e mais incrĂ­vel que eu poderia encontrar. Sou abençoada por ter vocĂȘ como namorado e melhor amigo. Que a nossa parceria e o nosso amor nunca parem de crescer. Te amo! ❀

Linhas
​Por onde andaste, meu amor?
Que esquinas, que ruas, becos ou vielas?
Onde andas tu, onde andas?
​Que linhas cruzaste: retas, tortas, longitudinais?
​São tantas linhas que ultrapassaste...
Algumas belas como tu,
outras tortas, sinuosas,
iguais aos caminhos que a vida apresentou.
​Diante de tantos caminhos, tantas incertezas
e amores efĂȘmeros no mundo,
foi em questĂŁo de segundos
que tu te tornaste o meu mundo.
​Seu sorriso tirou o interesse
em qualquer outro que nĂŁo seja vocĂȘ.
​Meu bem-querer, meu mundo,
meu universo Ă© vocĂȘ.


Com amor para Moises.

⁠O amor Ă© como as ĂĄrvores, nasce do nada cria raĂ­zes e cresce devagarinho para toda a vida. O meu amor por ti Ă© igual. É para toda a vida..

Eis que nosso amor se fazia em imagens quando o vento velejava pelos vales vazios e brisas brandas beijavam os bosques. Tudo era fantasia e brilhavam as retinas sob o silĂȘncio de sinuosas sentenças de alegria. Pois se sabia que a realidade existia em estado de poesia que percorria planĂ­cies pĂĄlidas e profundas a cegar nossas dores ocultas. Folhas frĂĄgeis flutuavam e a vida se fazia como um rio frente ao frio rubor do esquecimento ao furtar palavras alimento na mesa de nossos arrependimentos. Cantavam sabiĂĄs negros sobre campos calados e nosso ser fatigado caminhava as motanhas do sagrado. Mansas marĂ©s murmuravam melodias marĂ­timas e na praia nossas pegadas se demoravam. TĂ­midas tardes tigiam de tons tĂȘnues a terra vermelha de nossos antepassados, que reviviam rios que riscavam rochedos rugosos. O amor era oneroso, mas se dividia em parcelas a perder de vista. E satisfeitos nossos dentes riam. Douradas dĂĄlias dançavam diante do dia. E olhavam nossas retinas no esplendor de uma alegria suspensa que deixa mais amena a melodia, era o que os sons da casa dizia. Borboletas bordavam o bosque e nĂłs bordĂĄvamos nossa prĂłpria sina. Claras cascatas cantavam cristalinas em nossa face aguerrida e os olhos se fartavam de margaridas nas palmeiras de minha terra antes do exĂ­lio, se Ă© que eu nĂŁo fantasio. E negava no comĂ©rcio o consumismo a escrever versos plenos de simbolismo. AssonĂąncias e aliteraçÔes falavam o nĂŁo dito e nĂŁo se escreviam versos malditos, que eram uma outra tendĂȘncia da existĂȘncia. Vastos ventos varriam veredas verdes, e a vida ficava cada vez mais cheia de lembranças e percevejos na constante relatividade em que te vejo e na altura de um beijo grilos grardavam os jardins. De uma espera que nunca chega ao fim. Hei de habitar longĂ­nquas luzes que lembram lagos luminescentes. Eu, vocĂȘ e todos os viventes, a beber a crença do amor que se esvai como um retrato passado a perder as cores. Sombras suaves introduziam a noite em prateadas plumas a pousar nos pinhais antigos ancestrais em que mĂ­sticos monges meditavam entre montanhas e o silĂȘncio era tĂŁo grande que doĂ­a nos ouvidos do instante de uma prece contida. Eu pensava em vocĂȘ, no seu ser, onde raras rosas resistiam ao rigor do inverno. Rosas do poema que se faz em prosa e beija a lĂ­ngua dos versos na altura do agora, pois hĂĄ de se observar que doces desejos deslizam dentro da alma. Sinto profunda calma e acalento as palavras que tĂȘm sede de serem ouvidas. Serenos sinos soam sobre a terra vermelha. E a poesia se escreve alheia, em um longo romance entre as palavras que no chĂŁo se lavra. Eis que da noite densa caiu a aurora, que dourava a nossa estrada e a alma vaga na vasta manhĂŁ. O eco do vento percorre o tempo, nosso alimento, e nos fartamos de horas e minutos tĂȘnues sobre a nĂ©voa leve que desce entre verdes de nossa natureza. Um rio sombrio conduz o destino e rimos pois que hĂĄ muito se espera em nossa terra esfera. A brisa suspira entre as ilhas antigas que nos convida a unir nossas vidas em um momento de epifania.

Amor frio nĂŁo Ă© amor, o nome disso Ă© 'costume', amor Ă© fogo que arde sem se ver [...]

⁠O amor é lindo,
o amor Ă© bom demais,
faz o homem virar menino
e faz a guerra virar paz!

⁠Poeta que ama,
poeta que escreve.
Poesias com amor,
que ninguém esquece!

Ódio Ă© o amor dos invejosos.

Molécula do Amor

Este sintoma que atormenta
o sono e o apetite: insĂłnias e mariposas.
Provocam arrepios de porcelana
e sobressaltos nas artérias
preenchem todos os orgasmos
com metĂĄforas de voluptuosidade.
Fragmenta a dor nos labirintos da carne
desperta o arrebol escancarado
iluminando a escuridĂŁo incolor do vazio
fermenta a cadĂȘncia do infinito sonho
alucina a concentração das pupilas.
Rodopia a sĂ­stole e a diĂĄstole
organizam um bailado de pensamentos no estĂŽmago.
Neste estado de imperfeita salubridade
e de perfeita insanidade
movimenta-se a molécula do Amor
na anatomia do poema.

Onde foi parar nosso amor
Onde foi parar o carinho, o doce, o bom da vida.
As vezes penso:que nunca existiu...
Que nunca vivemos o que pensamos viver...

Onde foi parar aquela menina,
Onde foi parar vocĂȘ,
Em que caminho nos perdemos.
Em que lugar, partimos para mundos diferentes...

...Sinto falta de esperar pra te encontrar,
De sorrir ao te ver chegar.
Falta o beijo....
Sinto que falta...
Onde fomos parar?

Oscar.

"" Somente o amor Ă© capaz de dar ao sorriso aquele brilho que o faz tĂŁo especial...""

"" Não sei se vou acabar louco ou com um grande amor...Torço pelo grande amor...mas a loucura me persegue...""