Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Desejo que haja paz. Principalmente de espĂrito. Que haja amor e que, esse, esteja presente em cada esquina. Desejo que o vento seja fresco e que desarrume meus cabelos de forma que eu sorria os ajeitando, de maneira desconcertada. Que a chuva venha para lavar a alma, levar embora as tristezas, nĂŁo levando a saudade - jĂĄ que ela nĂŁo Ă© dessas coisas que se pode controlar - mas tornando-a mais amena e menos melancĂłlica. Que haja mais compreensĂŁo. Que os sorrisos aconteçam de forma espontĂąnea. Que a felicidade seja multiplicada. Que haja menos mau humor, menos suposiçÔes. Que haja mais ação. Menos TPM. Menos âchove-nĂŁo-molhaâ. Que haja mais âSIMâ. Que haja âNĂOâ quando realmente eu quiser dizer nĂŁo. Mais abraços: apertados. Mais beijos: demorados. Mais mordidas. Mais cafunĂ©. Menos agressĂ”es verbais. Mais carinho. Menos disse-me-disse, mais olho-no-olho. Menos puxa-saquismo. Mais sinceridade. Menos hipocrisia. Que haja mais verdade. Mais troca de olhares. Menos timidez. Mais atitude. Menos orgulho. Mais humildade. Mais coragem. Mais pĂ© no chĂŁo. Mais coração. Mais amor. Mais paixĂ”es. Mais borboletas no estĂŽmago. Mais experiĂȘncias. Mais vida. Mais de mim. Mais de vocĂȘ. Mais das pessoas. MAIS DO MUNDO.
Guardar o amor numa caixinha, subir no banquinho, colocar bem alto no armĂĄrio, fechar a porta. Mesmo assim, de vez em quando despenca tudo.
Nossas dĂșvidas sĂŁo traidoras e nos fazem perder o que, com frequĂȘncia, poderĂamos ganhar, por simples medo de arriscar.
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que vocĂȘ nĂŁo conhece como eu mergulhei. NĂŁo se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.
Todo mundo Ă© capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente.
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra Ă© bobagem.
VocĂȘ nĂŁo sĂł nĂŁo esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia nĂłs percebemos que as mulheres tĂȘm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer...
Um dia descobrimos que se apaixonar Ă© inevitĂĄvel...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor sĂŁo as mais simples...
Um dia percebemos que o comum nĂŁo nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" nĂŁo Ă© bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga Ă© a que mais pensa em vocĂȘ...
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai jĂĄ Ă© tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito Ă©: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Ser feliz sem motivo Ă© a mais autĂȘntica forma de felicidade.
Ăs vezes ouço passar o vento; e sĂł de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.
Nota: Adaptação de trecho do poema de Fernando Pessoa.
A suspeita sempre persegue a consciĂȘncia culpada; o ladrĂŁo vĂȘ em cada sombra um policial.
SĂł existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhĂŁ, portanto hoje Ă© o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.
Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.
Lamentar uma dor passada, no presente, Ă© criar outra dor e sofrer novamente.
Nota: Trecho adaptado da obra "Otelo" de William Shakespeare.
Tudo vale a pena quando a alma nĂŁo Ă© pequena.
Nota: Trecho adaptado do poema "Mar PortuguĂȘs" da Mensagem, de Fernando Pessoa. No poema original, o poeta escreveu: Tudo vale a pena se a alma nĂŁo Ă© pequena.
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