Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Sou insegura pra felicidade e pro amor. Sempre acho que algo vai estragar, que tem alguma coisa errada e que nĂŁo vai durar.
Que vocĂȘ Ă© mesmo, tudo aquilo que me faltava. Amor eu sinto a sua falta e a falta Ă© a morte da esperança. Que a vida Ă© mesmo coisa muito frĂĄgil, uma bobagem, uma irrelevĂąncia, diante da eternidade do amor de quem se ama.
Todas as cartas de amor sĂŁo ridĂculas. NĂŁo seriam cartas de amor se nĂŁo fossem ridĂculas. TambĂ©m escrevi em meu tempo cartas de amor. Como as outras, ridĂculas...
Futuros amantes, quiçå, se amarĂŁo sem saber, com o amor que eu um dia deixei para vocĂȘ.
CĂŁes. Porque seres tĂŁo puros sofrem tanto? Falta de um lar, de comida, de uma famĂlia, de amor. Tanta gente que reclama da vida, mas tem uma cama pra dormir, alguma coisa pra comer. CĂŁes. Seres que nĂŁo olham para o que vocĂȘ tem, e sim para sua alma. Mendigo ou milionĂĄrio, ele te tratarĂĄ do mesmo jeito. E ainda sĂŁo maltratados! SĂł me pergunto porque. Por estar latindo pedindo comida? JĂĄ pensou que esse latido pode ser um âeu te amoâ? E vocĂȘ manda ele ficar quieto nĂ©? Reflita antes de levantar um dedo contra um ser tĂŁo bom e verdadeiro, um dos poucos que restam assim nesse mundo.
Eu pensei de verdade, que todos nĂłs serĂamos salvos pelo amor.
O que é que eu posso contra o encanto desse amor que eu nego tanto, evito tanto e que no entanto, volta sempre a enfeitiçar?
Nem a ciĂȘncia, nem as artes, nem mesmo o dinheiro, nem o amor, poderiam ja dar um gosto interno e real as nossas almas saciadas. Todo o prazer que extraĂa de criar, estava esgotado. SĂł restava, agora, o divino prazer de destruir.
De tudo ao meu amor serei atento.
Quero uma dose de paz. E de amor. E de felicidade. E de sonho realizado. Quero pra mim. Quero pra vocĂȘ. Quero pra todo mundo que sente bem, que faz o bem, que se preocupa com o que Ă© bom. Para o resto, quero sĂł a justiça.
NĂŁo se afobe, nĂŁo
Que nada Ă© pra jĂĄ
O amor nĂŁo tem pressa
Ele pode esperar em silĂȘncio
Num fundo de armĂĄrio
Na posta-restante
MilĂȘnios, milĂȘnios
No ar
(...)
NĂŁo se afobe, nĂŁo
Que nada Ă© pra jĂĄ
Amores serĂŁo sempre amĂĄveis
Futuros amantes, quiçå
Se amarĂŁo sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra vocĂȘ
O Amor nos leva nĂŁo somente aos maiores sacrifĂcios pela criatura amada, mas, Ă s vezes, ao sacrifĂcio do nosso prĂłprio desejo, aliĂĄs tanto menos satisfeito quanto mais se sente amada a criatura que cortejamos. (O Tempo Recuperado)
Força, atitude, coragem, respeito, amor e memórias cravadas em meu peito!
Se o ciĂșme Ă© sinal de amor, como querem alguns, Ă© o mesmo que a febre no enfermo. Ela Ă© sinal de que ele vive, porĂ©m uma vida enfermiça, maldisposta.
O dia que vocĂȘ quiser que o outro seja perfeito, vocĂȘ jĂĄ esqueceu todas as regras do amor. Porque o amor nasce das imperfeiçÔes.
O amor maduro...
Ă feito de compreenção, mĂșsica e mistĂ©rio.
Ă a forma sublime de ser adulto
e a forma adulta de ser sublime e criança.
Ă sol de outono: nĂtido mas doce.
Luminoso sem ofuscar.
Suave mas definido. Discreto mas certo.
Um sol, que aquece até queimar.
