Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Que as amizades sejam sinceras e o amor predomine, pois sĂł o Amor Liberta Ă© sĂł o Amor ConstrĂłi!
â A saudade de quem partiu Ă© um eco eterno no coração, uma lembrança constante do amor que nunca se apaga e das memĂłrias que permanecem vivas.
Poemas de Amor
â NĂŁo gosto de poemas de amor, nunca gostei.
Poemas devem ferir, excitar, provocar fugas, mudança de pågina;
Poemas devem ser escritos não para serem lidos, ou suportados, até o final,
Mas para serem sentidos, admirados ou repudiados, desde o inĂcio.
Gosto de poemas hemorrĂĄgicos, catastrĂłficos, assassinos, incendiĂĄrios;
Gosto de poemas malcheirosos, estĂșpidos, invasivos;
Aqueles que denunciam, provocam, ofendem;
Aqueles que desenterram cadĂĄveres esquecidos
E com eles dançam um bom twist sobre mårmores e flores artificiais.
Gosto, sobretudo, da poesia que denuncia os significados
das insignificĂąncias do mundo
â Amar nĂŁo Ă© amor
Quando eu era menina, nunca me esquecerei, nunca me esquecerei do assombroso Dia das Almas. Os pensamentos invasivos, as noites silenciosas, vidas e passados revisitados.
Sinto falta de Pedro.../Sinto falta de Ătila, de Breno, Rui, CĂ©lio, Guto.../?... Todos no mesmo dia... Uma queda sĂł, um abismo sĂł...
Deus sabe o que faz. Venha e observe: nĂŁo hĂĄ sequer uma estrela visĂvel, mas elas estĂŁo lĂĄ. Algumas aparecem pouco, raramente, estĂŁo distantes, porĂ©m, sĂŁo os pontos luminosos pelos quais meus olhos procuram, e, quando os encontram, a luminosidade que emitem os confundem. Uma desgraça perturbadora. Ă quando surge aquele desconforto aterrorizante, dezenas, centenas de outros pontos flutuam furtivos, persistentes, visĂveis mesmo a pĂĄlpebras cerradas.
Parecem ameaçadores, deveria evitå-los.
A fuga nunca foi uma opção, mas sou induzida pelo desconforto a recuar para algum lugar escuro, desorientada, tateando objetos; eu sei o que vem depois e nunca os procurei por inocĂȘncia, ou instinto cientĂfico.
Por que o faz?
HĂĄ uma acne em sua testa.
['*'].
Pontos brilhantes desaparecem; fazem isso com pouca sutilidade e aparente desdém.
.
.
.
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...
Ă quando me sinto desgraçada, obscurecida por uma sombra densa, pesada. TambĂ©m Ă© quando meus pensamentos oscilam, se confundem entre calafrios. Sinta! Meus batimentos cardĂacos diminuem, aumentam - ofegantes e agonizantes. Quando eu nĂŁo mais respirar... Quando serĂĄ?
Estou frĂĄgil, preciso repousar, ela estĂĄ chegando, ela e as nĂĄuseas.
Por que as procura?
A quem?
As estrelas arrogantes. Atente Ă s modestas.
Estou condicionada Ă dor das belezas mortais.
NĂŁo morrerĂĄ por isso. MorrerĂĄ?
Morreremos: eu e vocĂȘ.
<>
E TĂĄbata? TĂĄbata sobreviverĂĄ ao milho, Ă s minhocas, Ă s pedras? Gostaria de perpetuar a vida de minha querida TĂĄbata. Ela me presenteia com ovos saudĂĄveis. Tudo parece rotineiro em sua vida. Ă uma criatura dĂłcil, oportuna, sempre discreta e humilde.
TĂĄbata morrerĂĄ.
Quando?
Quando sua fome superar seu amor.
Eu nunca a comerei.
HĂĄ muitas fomes neste mundo. Seria demasiado inoportuno falar sobre esse mal natural enquanto nosso tempo nos reduz Ă distĂąncia.
Gosto do cheiro de sua voz, da aflição pulsante em meus tĂmpanos, de sua respiração egoista.
Nossos sentidos flutuam, divergem...
Isso, talvez, preserve a acidez de uma saudade inevitĂĄvel.
=Ă·=
=
VocĂȘ viu a beleza da queda?
Sim, estou emocionada. Como descrever a morte cadente?
.?.
Preciso ver Paula, mandar um beijo para LĂșcia. Elas estĂŁo atrĂĄs da lua.
Da lua? NĂŁo a vejo desde ontem.
Os dias tĂȘm sido nublados. VocĂȘ sabe: nem sempre sol, nem sempre chuva, frio, calor...
Mas sempre, e sempre, haverĂĄ alguma sombra onde pisar.
Sim. E borboletas a voar
SerĂĄ o casulo uma alternativa inviĂĄvel?
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Uma visĂŁo sinistra de eternidade.
â Eu te amo, meu amor. Nada no mundo me faz mais feliz do que estar perdidamente apaixonada por vocĂȘ.
â O que mais falar sobre o amor, esse sentimento complexo, diferente de todos os outros? Mesmo assim, todos desejam vivĂȘ-lo e quando vivem de forma correta, Ă© maravilhoso. TĂŁo belo quanto a mais linda aurora boreal, tĂŁo raro quanto o alinhamento de planetas visĂveis a olho nu.
O sentimento Ă© tĂŁo belo como a equação da identidade de Euler, tĂŁo perfeito como a sequĂȘncia de Fibonacci. Na visĂŁo deste nada humilde poeta, o amor Ă© necessĂĄrio e todos deveriam vivĂȘ-lo, mas viver da forma correta com alguĂ©m que realmente ame e que tambĂ©m seja amado.
Amar Ă© bom, mas amar e ser amado da mesma forma Ă© lindo.
â Sinto que sofro de amor, amo demais. Morrer de amor Ă© viver com ele, e fazer dele uma parte de mim.
â O amor de Cristo nĂŁo Ă© baseado em sentimentos humanos. Ele nĂŁo mandou termos emoçÔes. Ele mandou-nos ter comportamentos.
Todos nĂłs temos o poder de escolher, ser bom ou ser ruim.
Se eu digo que amo o meu irmão e aborreço ele, eu não o amo, eu sou falso, mentiroso e até mesmo hipócrita.
O amor de Cristo é um conjunto de comportamentos, escolhas, decisÔes.
â Em nossa famĂlia, o autismo nos ensina que cada momento Ă© Ășnico, cada passo Ă© uma vitĂłria e o amor Ă© a base de tudo!
AFLITO VOS DIGO
Eu sou o amor nĂŁo recebido
Aquele que sofre - sem destino
Eu sou a paixĂŁo platĂŽnica
A placa tectĂŽnica
Desta Terra perdida
AliĂĄs
NĂŁo hĂĄ um mas
Somente a deixa das lĂĄgrimas
Fazem um saudoso cumprimento
E sem lamento
Me despeço de ti
Querida
AtraĂdos pelo Amor de Deus
Ele nos amou primeiro, e o Seu amor Ă© a razĂŁo de nossa existĂȘncia; tudo Ă© mantido por meio desse perfeito amor. Dele, por Ele e para Ele sĂŁo todas as coisas, por isso devemos aprender a manifestĂĄ-lo por meio de nossas atitudes, fundamentadas em Seu amor.
Sabemos que, quando amamos por meio dEle, estamos manifestando o Seu poder curador, que transforma nossas vidas e lhes dĂĄ um verdadeiro e real significado.
Ă medida que nos aprofundamos nas realidades desse amor imensurĂĄvel e incondicional de Deus por nĂłs, aprendemos a vivenciar cada uma de Suas virtudes, que produzem restauração e edificação em nossas vidas.â
â Cultive sempre o amor-prĂłprio, pois, se nĂŁo amarmos a nĂłs mesmos, dificilmente os outros nos amarĂŁo. Sorria para a vida, e ela lhe devolverĂĄ sorrisos. Ă a simples lei do retorno.
â EspetĂĄculo
Assim Ă©, amor, como bem sabes
Dos sonhos meus que te conto ao acordar
Do som dos pĂĄssaros que cantam conforme o nosso passo
Dos registros que eternizamos no palco da vida
E sabes, assim, como bem Ă© â amor
Das nossas intimidades singulares pelas noites
Do doce tocar do meu rosto no seu eâŠ
dos nossos olhares distraĂdos, perdidos â em nossa prĂłpria imensidĂŁo.
Passa por nĂłs o tempo tĂŁo breve
que abre e fecha as cortinas do nosso espetĂĄculo.
Do rio que corre e nos renova a cada encontro.
Mas eterniza (na memĂłria) o sentimento â
do pouco de cada um que no outro fica.
(TĂŁo breve o tempo, mas tĂŁo belo o caminhar)
E descubro, paciente, o viver (tĂŁo seu).
Enquanto ouço os aplausos dos outros eus sobre nós.
â Amor & MĂșsica
O amor Ă© um som que nĂŁo cessa,
um eco sem fim, descompassado, perfeito.
Nasce no silĂȘncio que antecede o toque,
respira na pausa entre os olhares
e desliza suave entre os acordes do peito.
Quando o verbo jå não alcança,
o amor canta.
Cada sentimento, um som a vibrar.
Nas cordas invisĂveis da alma,
ele se tece, se dobra, se desfaz
para renascer nas notas que o vento embala.
Hå uma dança no ar,
quando os corpos, em segredo,
seguem a partitura invisĂvel da paixĂŁo.
Movimento que fala mais que o murmĂșrio,
e nas curvas de um abraço,
se perde a razĂŁo.
Na mĂșsica, o amor Ă©
o que nunca se explica.
Ritmado ou solto, ele flui,
puro, intenso, inefĂĄvel.
O compasso se quebra,
mas nunca o encanto.
Assim, na pauta do tempo,
amor e mĂșsica caminham lado a lado,
um sĂł poema,
sem palavras.
[POESIA]
