Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Na realidade da vida venho criando pesadelos e dor
No entulho do amor venho desfocando com pudor
A vida em que me leva deixarei de lado o que me resta
Na estrada que eu vou seguindo vou deixando o meu rancor.
Do sol que me atrai do vento que me afeta
Do medo da escuridĂŁo e da tempestade que me despreza
Da realidade que eu levo e do sonho que eu carrego
Tudo isso uma pura ilusĂŁo
Digo isso do fundo do meu coração.
AMOR POUCO (soneto)
Num amor pouco, parco Ă© o afago
Ă nĂŁo saber quĂŁo bom Ă© o presente
Assim, poder a alma estar contente
E ter por alguém um sorriso largo
AĂ, fica tĂŁo carente do sentir quente
Perde-se do alvo do farejado frago
TĂȘm-se na solidĂŁo o gosto amargo
E ausĂȘncia do beijo, de repente (roubado)
Sem amor, saudade Ă© vazio selado
Dos rumos da vida se Ă© deslocado
Ă mergulhar na luz sem densidade
E neste universo do eu tĂŁo calado
Desta redoma de um olhar isolado
Amor pouco, Ă© ter-se pela metade
Luciano Spagnol
Agosto de 2016
Cerrado goiano
Quatro estaçÔes
No outono o romantismo floresce
O amor chega cativa e amadurece
Morena Ă© o brilho do sol do inverno
Sorrisos radiantes de elogios no frio
Na primavera ela Ă© a flor, ela quem?
A morena bronzeada com divina cor
Morena do Brilho no calor do verĂŁo
Muito o calor suportando o coração
Nas estaçÔes ela deslumbra o sonho
De um sonhador que no ano sonhou
âSempre te amareiâ
Amor...
A cada instante que penso em vocĂȘ...
O meu dia, fica muito mais belo...
O meu coração bem mais felizâŠ
E minha face... com o meu melhor sorriso.
Acredite!
VocĂȘ foi a melhor coisa que me aconteceu⊠eu jamais te esqueceria.
E eu Ă carrego comigo todos os dias⊠vocĂȘ faz morada no meu coração.
Ă!!!
A vida quis assimâŠ
Eu perto de vocĂȘ⊠e vocĂȘ dentro de mim.
Mesmo que a distĂąncia ainda esteja entre nĂłs!
Nunca duvide do meu amor⊠nem mesmo pense que dele enjoei.
Este sentimento que sinto... Ă© tĂŁo reluzente quanto o brilho das estrelas.
E saiba amor!
VocĂȘ Ă© uma dessas estrelas.
Em vocĂȘ encontro o mais sublime dos belos traços⊠eles percorrem tua face.
Para mim!
VocĂȘ Ă© pintura⊠vocĂȘ Ă© escultura.
VocĂȘ Ă© a razĂŁo da minha existĂȘncia.
VocĂȘ Ă© realmente... como rios que embargam os meus olhos.
E eles!!!
Eles se encharcam e correm por vocĂȘ. As vezes, por excesso de amorâŠ
As vezes, por dores de saudadesâŠ
à sempre assim⊠e que seja assim!
Amor!
Nunca se esqueça de nĂŁo me esquecerâŠ
Porque eu!
Eu... nunca te esquecereiâŠ
Beijos meu eterno amor...
Admilsonï»ż
A matĂ©ria Ă© objeto de desejo da paixĂŁo nĂŁo do amor, por ser etĂ©reo... o amor Ă© atraĂdo pela energia que a alma emana.
"Quando se perde o seu grande amor de forma trĂĄgica, o vazio preenche o peito e busquemos o significado da vida e surge a dĂșvida 'existe vida pĂłs-morte', estou nesta angĂșstia e o sofrimento Ă© muito grande"
SONETO EM SENSAĂĂES
Amor é abstrato, figura do coração
Ă tal qual perfume grassando o ar
Promessa e jura apoiada no altar
Quando dois olhares num sĂł sĂŁo
Ă sentimento, que nunca Ă© em vĂŁo
Traz sonho e nos faz assim sonhar
Faz picada no anseio, pra caminhar
Um desejo nutritivo para a emoção
Amar do amor vai além, é o gostar
EspĂrito numa perfeita comunhĂŁo
Dança que pÔe o sangue a dançar
Nesta atração hå poesia e canção
Que invade o peito e pÔe a tilintar
E aos sentidos traz varia sensação
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
mesmo que as pessoas
destitua o amor.
o desamor torna
as defesas de tudo
abra os laços
amando no maximo
abraçando o mundo
Que amor louco e selvagem.
Amor! Que explode em meu ser,
Com a imensa violĂȘncia.
Autor
Sergio Macedo
O amor Ă© uma loucura
De todas as minhas loucuras,
A Ășnica que nĂŁo posso sanar
Ă a que me faz viver;
O amor!
"Que eu encontre dentro de mim mesma, as doses necessårias de fé, de amor e de esperança para continuar caminhando, lutando e acreditando que o melhor sempre estå por vir!"
O que se define... o amor
em horizonte desilusĂŁo,
entre a luz e escuridĂŁo...
a fronteira do medo
e compaixĂŁo
se estabeleceram
depois do triste olhar...
sendo esse obscuro,
temor resplandece
a origem da uniĂŁo
para desvenda
tal cegueira
pelo qual reserva se
um ponto na escuridĂŁo.
Eu nĂŁo sei, Doutor!
Simplesmente nĂŁo sei explicar como eu peguei amor.
Tomei todos os cuidados possĂveis para que nĂŁo acontecesse... e aconteceu!
Sei lå... De repente o chão sumiu dos meus pés e eu me senti levitando.
Ah... e tinham as borboletas. VĂĄrias! No estĂŽmago!
Um calor e um arrepio... NĂŁo, nĂŁo: os dois juntos.
Um ataque de suspiros... Ai, ai...
Uma bobice de ficar sorrindo Ă toa.
Rs, rs, rs...
Desculpa!
Eu nĂŁo sei...
Mas acho que nĂŁo tem cura, nĂŁo!
Nenhuma!
Depois que eu peguei essa coisa, passei a sonhar acordada... Passo o dia todo desligada!
Coisa estranha!
O mais engraçado é que por pior que seja, eu nunca me senti tão bem.
Sei lĂĄ, sei lĂĄ, Doutor ... e eu jĂĄ tĂŽ sentindo que vou piorar!
