Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Meu amor lindo puro imaculado, sentir sua essĂȘncia me fez transbordar de amor e sentimentos mais belos e sublimes, sentir sua pureza dentro de mim passando pelos meus lĂĄbios alimentando meu corpo com o alimento mais que desejado e amado por mim fazendo me uno contigo. Tu Ă©s o meu amor imaculado guardado e Ășnico dentro do meu coração. Eu te amo! Ani vĂȘ ata ( eu e vocĂȘ) Ani ohevet otcha) eu te amo! Te amo minhas ĂĄguas cristalinas!!!
Saber conservar as virtudes e um ato de amor consigo mesmo, muito ajuda quando alguem da e recebe amor, um dever de muitos, atitude de poucos e coragem de ninguĂ©m. Hoje posso fazer a diferença, o dono de meus atos e conseqĂŒĂȘncia sou eu, e nessa so tenho a usufruir. Se ganho, retribuir nĂŁo e alvo em troca, e sim reconhecimento e generalidade.
Garfo, colher e faca
A faca tem um caso de amor
O garfo desconfia,
A colher também desconfia
A faca faz dupla com o garfo
E a colher se morde de ciĂșme
A colher sofre
A faca Ă© misteriosa
O garfo acha que a faca ama a colher
A colher acha que ama o garfo
A faca não ama ninguém
Amor
Transcende tempo
Traspassa alma
Vai
Volta em pensamentos
Sente de sentimentos
Dor
Cor
Alma Ă© negra
Mas o amor transcendeu a tudo
E juntos com o passar da vida
Em outra vida retorna
Juntos outra vez o amor
Juntos outra vez a cor
Noite de luar..
Eu a ti esperar,
Sonhos e amor..
Estarei sempre
Pra te amar!!
Deixa eu sonhar..
Acreditar num futuro
Sem medo,
Que sĂł o amor vai existir..
Deixa,
Deixa vai.
Dezesseis ou vinte dois?
Uma vida,
Uma morte,
Um respirar e a falta dele,
Um Amor vivido intensamente,
Intensamente destruĂdo,
Novamente pelas minhas mĂŁos,
Cama quente,
O calor do seu corpo,
O relaxar da minha mente,
Num relacionamento ardente,
ExplosĂŁo,
CombustĂŁo,
Fogo,
Passa,
Arrasando tudo,
Arrastando os muros,
Escombros,
Migalhas,
Interrogação,
Eu nĂŁo sinto mais a dor,
Eu sou a dor,
Sou solidĂŁo,
InsĂłlita,
No grande mar das incertezas tĂŁo sĂłlidas.
Dor de muitos
Fui muitas coisas nesta vida,
Fui até um bandoleiro do amor,
Com uma coragem destemida,
Um combatente da velha dor.
Dor de uma dura ausĂȘncia,
De uma crua saudade infinita,
Dor cruel, que se parece com carĂȘncia,
Dor,que no vazio de um coração, grita.
Dor dos grandes e dos fortes,
Dos fracos e também pequenos,
Daqueles que tiveram tamanha sorte,
E da sorte os que tiveram menos.
Dor que sangra a alma,
Aquela que machuca silenciosamente,
Que chega devagar e com bastante calma,
Dor capaz de envenenar uma a mente.
Venenos lĂșgubres da solidĂŁo,
Onde o antĂdoto Ă© a coragem,
Coragem em combater tamanha tentação,
Libertando essa mente dessa viagem.
Viagem de infinitas lembranças,
Ăs vezes boas e ruins,
Tal coragem resultou na esperança,
A vida entĂŁo, sorriu pra mim.
Um sorriso que ficarĂĄ eternizado,
Na minha frĂĄgil e inesquecĂvel memĂłria,
Com vocĂȘ sempre ao meu lado,
Viveremos nossa linda histĂłria.
Lourival Alves
Amar Ă© algo simplesmente maravilhoso.
NĂŁo existe nada melhor que o amor nessa vida.
Nem haverĂĄ.
O amor sobrevive a todas as provas.
A prova do tempo, da vida e das situaçÔes em geral.
Dar e receber carinho, amor e outros sentimentos, e hĂĄbito de homens de bem, que carrega em si, atos de nobreza pra enfeitar a alma. NĂŁo se vĂȘ, mas percebe, nĂŁo se toca, mas se sente. Da mesma forma quem tem a alma carrancuda, cheia de Ăłdio, rancor e nĂŁo se abre a emoçao que amor produz. Nos tempos de loucuras e agito que vivemos, quando vemos pessoas com estas caracterĂsticas, valorize-a, pois Ă© raro, Ă© preciosidade alguĂ©m amar em tempo que cultiva mais Ăłdio, rancor e falsidade, que amor.
SONETO ROMĂNTICO
Ah! quem hĂĄ de condenar, o amor certo
Aquele que a emoção aprecia e suspira
Que no abraço e olhar, não tem mentira
E o hĂĄlito do beijo, fica entĂŁo, tĂŁo perto
A paixĂŁo ferve, sem desventura com ira
Tem querer! e alma com sonho inserto
E no peito, ideia leve, e coração aberto
Ah! como Ă© bom o afeto doce e caipira
E neste molde pra expressĂŁo de tudo
SaĂșdo o bem querer que se faz infinito
Que Ă© rito na poesia e ali se agiganta
Na fortuna tanta, tanto ter, e nada mudo
Tudo canta, levanta, e se do amor Ă© dito:
- eu te amo! Ă romantismo que encanta.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
12 de março de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Amor e Amar
Amor
Quatro letras,
Duas sĂlabas e
Uma palavra
Quatro mĂŁos
Dois coraçÔes e
Um desejo
Amar.
"No princĂpio era o verbo (o Amor), e o verbo estava com Deus, na atualidade observa-se que pede-se a verba, e a verba Ă© saqueada, em nome de Deus"
Foi vocĂȘ quem escolheu seguir o caminho do arrependimento, quando lĂĄ atrĂĄs ignorou o amor que te ofereci.
AdĂĄgio do SilĂȘncio
Se, um dia, alguém te disser
Que este amor Ă© eterno
Deves logo desdizer
Que nĂŁo foi mais que inferno.
Diz que nunca houve amor,
NĂŁo dormimos em alcova,
Jamais trocĂĄmos suor
ou vimos luas, cheia e nova.
Foste, nos meus olhos e alma,
Um adĂĄgio silencioso,
Um abjecto belicoso,
sem ternura, paz ou calma.
Foste o leito podre de ĂĄgua,
De coração estagnado,
O vazio, o erro, a mĂĄgoa,
O nada deste pecado.
NĂŁo serĂĄs jamais viola
Que tange nas cordas, vibrante,
Sussurros e gritos de amante -
Apenas ais por esmola.
Este adĂĄgio nĂŁo existe,
Nem sequer Ă© nasciturno,
Pobre acto taciturno,
Sangue sujo que esvaĂste.
No silĂȘncio do adĂĄgio,
Tentei amar-te, por plĂĄgio,
Mas em pranto irrompi,
Perante tal monstro, fugiâŠ
Amor, tem outro Tom... Tem outra cor
NĂŁo Ă© colorido...
Ou ele Ă© preto ou ele Ă© branco,
NĂŁo se mistura pra nĂŁo perder o encanto;
Amor... Ou Ă© frio ou Ă© quente
Ser morno a gente nĂŁo sente
Nem Ăłdio e nem paixĂŁo
Por isso digo e deixo aclarado:
NĂŁo quero nada
morno
Sem tempero
Tudo parado.
No amor hĂĄ decisĂŁo...
Seja sim, seja nĂŁo!
