Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O nosso amor deve ser manifesto por aquilo que fazemos,ou seja pela nossa maneira de ser, de pensar,de agir,de falar,de andar,e de viver em particular.
A Ășnica morte que permanece na nossa vida Ă© do amor.
Pois morrer de amor Ă© algo que transcende a razĂŁo do ser humano
Meus amores lindos, faça cada instante valer a pena.
Faça o amor mais bonito! A vida é linda!
Mesmo quando achamos que nascemos na década errada.
Importante é a permanecia de nossas convicçÔes.
Ă saudĂĄvel darmos finalidade elevada a nosso tempo
O Meu amor Ă© uma mentira que minha vaidade quer e o meu poesia de cego vocĂȘ nĂŁo pode ver, entĂŁo por isso eu te chamo de minha flor, meu bebĂȘ para te ver e te amar, pequena menina.
No amor. O que importa nĂŁo Ă© o que a gente sente mas sim, o que a pessoa amada faz com o que a gente sente
à engraçado como funciona a humanidade. Todo mundo reclama de falta de amor mas despreza e afasta aqueles que querem o teu bem!
Eu quero o caos.
A desordem.
Que aquela história do amor espere até o tempo.
Que pensem que sou desprezĂvel.
Assim me basta.
AfastarĂŁo os que tĂȘm motivos para me perder.
Hoje me basta desejar meu prĂłprio verĂŁo.
O inverno vem sempre fedendo a fumaça de passado.
Quero que meu filho seja tĂŁo inquieto quanto fui,
de modo que nĂŁo haja paciĂȘncia para elas quererem mais da minh'alma.
Quero uma porção de suor e duas de sangue,
outro quinhĂŁo de poeira de estrada.
Para que tal, eu guarde em minhas roupas por onde passei.
Quero a proximidade,
do fogo, do vinho e dos que jå conheço as falhas.
Destes jĂĄ nĂŁo tenho medo.
Amar e ter alguém para amå-la, era
um desejo, então em vårios braços,
procurou amor, mas sĂł ganhou
desprezos...
Perdida, perguntava-se o que fazer
sem amor... Mas a Ășnica solução
que encontrava, era a que lhe
parecia mais impossĂvel.
Ela achava-se injustiçada pelos o
que se diziam ser desprovidos de
sentimentos, pois ela se achava
merecedora do amor e porque se
via capaz de fazer com que a
felicidade, o respeito e amor que
fosse dado a ela, fossem
retribuĂdos em uma dosagem
maior.
Ela, ao amar, entregava-se de
corpo e alma, como se tivesse
convicção de que aquele momento
seria eterno, mas coitada dela que
nĂŁo conseguia ver que tudo aquilo,
nĂŁo passava de uma ilusĂŁo
momentĂąnea...
De tanto procurar o amor, cansou-
se, mas a sua esperança de
encontrar esse tal amor, dava-lhe
forças para continuar nessa procura
que parecia nĂŁo ter fim...
Ela sofria por ser desamada,
quando o que ela mais queria, era
ser amada.
Ă preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Um amor de dentro prĂĄ fora
Um amor que eu desconheço...
belo sentimento seja o amor,
esta perdido no fundo do ser,
embora seja fim do mundo,
desejo teu corpo mais uma vez,
olho no profundo abismo sinto teu ser,
teus olhos tocam minha alma...
devastada no destino de te conhecer,
tudo terminou quando um beijo foi tomado,
o coração a apodreceu o sentimento puro,
selando toda virtude do amor.
por celso roberto nadilo
âNĂŁo hĂĄ fĂłrmulas para o amor. NĂŁo hĂĄ manual de instruçÔes. NĂŁo hĂĄ prĂ©-requisitos. O que vocĂȘ acha infantil em alguĂ©m, vocĂȘ acha doce na pessoa que vocĂȘ ama. O que vocĂȘ acha sem graça em alguĂ©m, vocĂȘ ri bobo com a pessoa amada. Enquanto vocĂȘ pensa que alguĂ©m Ă© idiota demais, quando hĂĄ o amor vocĂȘ percebe que idiotas sĂŁo os outros. Sem algum porquĂȘ ou razĂŁo especial. Seja por um furo no queixo ou por um belo par de olhos verdes. Mas nĂŁo todos os olhos verdes. Aqueles dois olhinhos verdes por debaixo daquela sobrancelha fina que compĂ”em todo o corpo do seu amor.
NĂŁo tem como destacar as qualidades que vocĂȘ mais procura em alguĂ©m. Se fosse assim, os que nĂŁo bebem, nĂŁo fumam e gostam de John Mayer teriam filas enormes em sua porta com pedidos de namoro. Assim como, tambĂ©m, vocĂȘ percebe que quem vocĂȘ ama nĂŁo gosta de The Big Bang Theory, mas vocĂȘ estĂĄ tĂŁo apaixonado por aquela pessoa que ignora o fato dela nĂŁo rir das piadas mais divertidas do mundo.
Na escola, a gente aprende mil coisas desnecessĂĄrias, regra de trĂȘs, valor X e calcular a hipotenusa. Mas nĂŁo hĂĄ uma aula sobre o amor. NĂŁo hĂĄ o bĂȘ-a-bĂĄ. A gente ama e sĂł. Talvez, uma coisa ou outra em comum ajude tambĂ©m. Filmes do Cameron Crowe. Os contos do Gabito Nunes. As mĂșsicas do Jack Johnson. As pinturas do Salvador Dali. Mas essas coisas sĂŁo apenas cartas na manga para quando o assunto acabar. O amor jĂĄ estava ali, em silĂȘncio, entre um sorriso e outro. Entre uma troca de olhares ou outra coisa qualquer.
O amor precede o amar.
O amor Ă© como se molhar antes do mergulho. Ă como saciar a fome antes do jantar. Amor Ă© salivar. NĂŁo hĂĄ livros de receitas. NĂŁo hĂĄ bĂblia. NĂŁo hĂĄ religiĂŁo que explique. Amor Ă© um sonho que a gente sonha acordado. Amor Ă© andar de mĂŁos dadas mesmo com quilĂŽmetros de distĂąncia separando os amantes. E saber que pertinho pode atĂ© causar saudade.
Amor Ă© dormir de conchinha, mesmo odiando os fios de cabelo voando em teu rosto. Amor Ă© dizer âsimâ quando quer dizer âsimâ. E saber dizer ânĂŁoâ quando quer dizer ânĂŁoâ.
E amor é, também, mudar de opinião.
Nunca teremos respostas exatas sobre o motivo que um relacionamento deu certo e outro nĂŁo. HĂĄ ciĂșmes. HĂĄ brigas. HĂĄ sorrisos. HĂĄ beijos. HĂĄ mil coisas que atrapalham e mil coisas que ajudam um casal. Mas nĂŁo hĂĄ peças perfeitas que se encaixam. Amor nĂŁo Ă© um quebra-cabeças. Relacionamentos dĂŁo certos porque era vocĂȘ e porque era aquela pessoa. E sĂł. Por alguma razĂŁo, vocĂȘ saiu de casa sem se arrumar querendo apenas ir na padaria. Quando vĂȘ, voltou para casa, esqueceu os pĂŁes, mas caminhou sorrindo por ter encontrado alguĂ©m de All Star cano alto e olhos pequenos do jeito que vocĂȘ gosta.
Pronto, nasceu o amor. Sem motivos astrolĂłgicos ou algo assim.
A gente nĂŁo sabe o porquĂȘ de tremer todo quando ele-ou-ela faz aquela cara fechada, franze a testa e tudo fica tĂŁo sexy que nĂŁo conseguimos mais pensar em nada. Nunca teremos a resposta se hĂĄ razĂŁo quĂmica-ou-fĂsica-ou-sei-lĂĄ-qual por gostarmos tanto daquele perfume encontrado no meio das costas de quem a gente ama. Aquele cheiro. Aquele local. TĂŁo Ășnico quanto um trevo de quatro folhas. E, nĂŁo, o amor nĂŁo Ă© sorte.
Sorte Ă© de quem ama e Ă© amado".
"Foi â e continua sendo â difĂcil te lembrar do amor-que-era-sĂł-nosso, como vocĂȘ dizia. Ou tentava dizer porque vocĂȘ nunca foi boa em declaraçÔes gritantes. Preferia calar os lĂĄbios e dizer com os olhos â essas coisas de pisciana que gosta de mergulhar em si e sĂł aparecer em minhas praias quando quer descansar suas mĂĄgoas. Mas, entĂŁo, meia hora depois daquele suposto fim proposto por ninguĂ©m sabe quem, percebi que havia me apaixonado por vocĂȘ novamente, pela dĂ©cima oitava vez sĂł naquele novembro chuvoso, sabe?
Vai ver o amor Ă© isso: reapaixonar mĂȘs a mĂȘs."
"NĂŁo me dĂȘ flores, chocolates, ursinhos de pelĂșcias ou todas essas coisas. Me dĂȘ cartĂ”es. Escreva coisas estĂșpidas e bobas que me farĂŁo rir como uma criança. Depois disso, compre flores, chocolates e ursinhos. VocĂȘ pode me dar um helicĂłptero todo rosa pink com minhas iniciais na porta, mas se nĂŁo tiver um cartĂŁozinho surpresa com teus garranchos, nĂŁo serĂĄ a mesma coisa, entende?"
"TĂĄ, a gente pode nĂŁo se ver mais. Ok. Tudo certo. Dobre a esquina, invada outros corpos e nem fique se perguntando se eu tomei meu remĂ©dio, como vai minha avĂł, meu cachorro, minha faculdade, a ZĂ©lia Duncan ou todas essas questĂ”es estĂșpidas que vocĂȘ adorava me perguntar sĂł pelo prazer de cuidar de mim e demonstrar interesse em minhas histĂłrias. Ok, vai lĂĄ.
Mas e se eu lembrar de vocĂȘ atĂ© nas coisas mais idiotas?
Um chinelo virado. Alguém pedindo pizza-de-calabresa-sem-cebola. Um short antigo do Flamengo. Meias pretas por debaixo da cama. Porta do banheiro aberta. Sei lå.
E se eu lembrar, faço o quĂȘ?"
"Eu sou simples. A melhor forma de nĂŁo me ver indo embora Ă© me pedindo pra ficar. Se eu partir com teu silĂȘncio, aĂ entĂŁo me torno complicado demais."
"Ăs vezes, um tico. Ou um teco. Ou atĂ© mesmo um cado. Um cadinho sĂł. Uma besteirinha. Um tiquinho sequer. Ă o que eu peço. Ou o que preciso. Ok, nĂŁo preciso. Mas eu quero. E quero muito, entende? Quero muito atĂ© o pouco que vocĂȘ pode me dar. Porque um pouquinho de amor jĂĄ Ă© uma tonelada e tanta."
"Mas devo assumir que ainda sinto a tua falta. Principalmente nos dias frios. Ou nos dias de sol. Ou nos dias de nada."
âMas eu nĂŁo sei explicar o que ela tem por detrĂĄs daqueles olhos turvos feito o mar em dia de tempestade. Eu apenas mergulho. Me perco. E me encontroâ.
"Ă sĂ©rio, vivo do avesso. Nasci errado e continuo errante. Meu ser Ă© de dentro pra fora e nunca o contrĂĄrio. Mas dei sorte, tambĂ©m. Meu traje mais lindo Ă© visto, apenas, por quem se dĂĄ o trabalho de atravessar todas as camadas de minha pele. Ă difĂcil, complicado e atĂ© impossĂvel para alguns. NĂŁo por birra, mimo ou infantilidade. Ă que sou realmente assim, sabe? Mas quem rompeu minhas barreiras e tocou no eu-mais-eu que tenho atĂ© afirma que a maior dificuldade do mundo nĂŁo Ă© entrar em mim, mas, sim, querer sair daqui. Ă como eu digo: "Feche os olhos e enxergue meu paraĂso." Caso contrĂĄrio, serei apenas mais um cartĂŁo postal no livro da vida de outrem."
Bem, eu estive pensando bastante em nĂłs dois. Lembrei-me daquele dia que fomos ao cinema e vocĂȘ derrubou toda a pipoca em cima do meu vestido branco e eu tive que tomar quatro banhos para conseguir tirar todo o sal que ficou em meu corpo â recordei atĂ© de vocĂȘ me ajudando com o banho, sentando atrĂĄs de mim no chĂŁo do box e massageando minhas costas com o sabonete nas mĂŁos. E depois de ficar a noite inteira acordada, relembrando tantos momentos daquela nossa relação de quatorze meses, decidi: eu me quero de volta.
"Hoje, antes de dormir, pense em mim. Assim, mesmo em silĂȘncio. Mesmo sem me avisar. De algum jeito insano pensar que vocĂȘ pensa em mim e perde um cado do sono, me faz perder o meu sono, tambĂ©m. E, no fim, a gente sempre sonha com quem nos rouba o sono."
"Injustiça Ă© ser alimento de alguĂ©m que nem pergunta se vocĂȘ tem fome."
"Quando a boca não transmite o que vem da mente, o corpo age pelo coração que ainda pulsa."
"AĂ, eu disse:
- Me conte do teu dia. Fala dos teus planos, do almoço vegetariano, das amigas que furaram aquele cinema das quatorze e dos caras que te cantaram pelas ruas. Deixa que eu faço o jantar e lavo a louça. Me conte tuas falhas que eu te apresento os meus remendos. Me conte teus segredos que eu te mostro meus ouvidos-baĂșs considerados os mais seguros do mundos. Traga tuas afliçÔes para meu colo repousante. E prepare-se para viver apertada em mim porque, cĂȘ sabe, abraços sĂŁo beijos dos braços."
Amor e Caridade
Entre Amar e servir
Hå uma forte ligação
O Amor Ă© dom divino
Caridade é benção
O Amor transforma vidas
Traz paz e serenidade
Mas, sĂł nos realizamos
Se fizermos a Caridade
Quem ama sente na Alma
Os eflĂșvios da bondade
O homem sĂł se transforma
Na pratica da Caridade
O Amor Ă© dom Divino
Que enobrece e ilumina
A Caridade Ă© que faz
Da vida uma obra prima
Jesus um dia nos disse
Que devemos nos amar
Mas, a maior caridade
Ă aos outros Perdoar.
Que se dane a sociedade, eu quero Ă© Viver.
Porque esta mais certo que nunca, que para o amor nĂŁo existe ser igual ao falar o mesmo idioma, E sim aprender novas lĂnguas...
