Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
E por falar em amor...
Amor...as palavras nunca traduzirĂŁo a grande admiração e ternura que sinto por vocĂȘ. GratidĂŁo por estar sempre comigo, seja nos dias quentes ou frios, alegres ou tristes...Grata pela paciĂȘncia e amor cuidadoso comigo quando estou doente ou deprimida. Tenho absoluta certeza que nenhum filho cuidaria tĂŁo bem de mim como vocĂȘ meu doce anjo! Peço a Deus que continuemos sempre assim..cuidando um do outro com tanto desvelo. Amo-te para sempre...Beijos...beijos..
Esclarecendo..
Alguem disse que falo muito em amor, mas nĂŁo vivo esse amor, porque muitas vezes uso palavras que parecem duras e acabo ofendendo algumas pessoas. Em minha defesa digo..que nĂŁo Ă© porque sou amĂĄvel e terna e falo muito em Jesus, que nĂŁo posso demonstrar a minha tristeza e desagrado com muitos que me ignoram, me discriminam, e me desprezam. NĂŁo Ă© porque sou crente que sou demente! Eu procuro agradar a todos, dando carinho, atenção perdĂŁo e dedicando o meu melhor, mas quando venho fazendo isso por tanto tempo, e nĂŁo tenho reconhecimento, me afasto..cansada de tanto me doar e nada receber. Agora, o Ășnico que conhece as intençÔes do meu coração Ă© Deus. Ele sabe o quanto me esforço.. luto e oro para ser uma pessoa melhor a cada dia. Pronto falei!
NAVALHA NA CARNE
Uma dor tĂŁo pungente
Sinto agora n'alma
Ă a dor de um amor ausente
Que somente quem a sente
Sabe, nĂŁo hĂĄ nada que acalme
Tem-se a sensação
De que se foi enfiado um punhal
Bem no coração
E fica a impressĂŁo
De se ter sido cravada
Uma verdadeira navalha na carne...
ELIANE SOUTO
15/05/2017
Direitos Autorais Preservados@
Amor inventado
Amor, eu aprendi tantas coisas ao seu lado
Vivi tantos dias maravilhosos
VocĂȘ me ensinou que amar nĂŁo Ă© difĂcil
Me ensinou que amar Ă© como respirar
Meu amor, sei que nĂŁo estamos nos melhores dias
Sei que posso ser meio imbecil as vezes
Mais saiba que te amo,meu amor
Te amo para sempre
Pois foi vocĂȘ que me ensinou
Que o amor faz tudo ser perdoado
Mas a Ășnica coisa que nĂŁo quero que me perdoa
Ă de um dia ter te amado.
NĂŁo acorde meu amor, continue a adormecer
E quando acordar, lembre-se que te amei
Este tempo todo que adormecia
E ao acordar nĂŁo estarei presente
Mas deixo meu coração na palma da sua mão
Só peço que cuide bem dele meu amor
NĂŁo o deixe escapar.
E sempre acabamos escrevendo sobre a dor ou sobre o amor. NĂŁo importa como um livro, texto ou uma vida comece ou termine, vai chegar um ponto em que o amor vai estar nas suas frases ou a dor nas suas entrelinhas, nĂŁo percebemos mas tudo o que se escreve e jĂĄ se escreveu esta ligado a uma dessas duas palavras, esse prĂłprio texto aqui pode ser pelo amor a escrita ou pela dor de escrever. Afinal quem ama sente-se grande, acredita ser capaz de escrever um livro sobre suas insanidades platĂŽnicas e quem sofre, crĂȘ ser um legĂtimo Bukowski ou a prĂłpria Tati Bernardi. NĂŁo os vejo, nĂŁo julgo nem os desmereço, pois os conheço apenas pelo que sentem, explicito em suas entrelinhas.
Eu quero viver em direção ao arco-iris, viver infinitos sonhos de amor, e pular de peito em um mundo sem dor.
Eu quero viver em direção ao arco-iris, viver infinitos sonhos de amor, e pular de peito em um mundo sem dor.
O QUE FICOU?
Perguntaram-me,
o que ficou do meu amor...
Ficou o gosto de flores
nas haste do meu jardim,
aroma de chuva molhada
na varanda do meu verĂŁo.
O arco-Ăres de cores...
Sob o céu da minha saudade
o riso da nossa alegria
no quarto da recordação.
Ficou, eu... E a solidĂŁo
e a tritura dos meus sentimentos
as recordaçÔes de uma paixão
em um mundo, triste e tenso.
Ficou as lagrimas da vida
molhando o ar meu amar
e, todas as musicas preferidas
que choro ao escutar.
Do nosso amor ficou vocĂȘ
imperatriz dos sonhos meus
e a tristeza desse querer
depois do seu triste adeus.
Antonio Montes
MENINA SOLTA
A menina que nunca foi minha
um dia, foi de JoĂŁo...
Singela, de amor inocente
em labaredas de paixĂŁo.
Com chamego perenal
decaĂda em sua chama
Maria ainda pequena
tinha seu fogo carnal.
A menina que nunca foi minha
jĂĄ tinha doce, jĂĄ tinha rima
corpo de mulher, ar de menina
por paixĂŁo, jĂĄ tinha sina.
Era doce como pĂłlen
atraindo, colméia de abelhas
tinha sua pele mole
em seu fulgor de centelha.
Antonio Montes
Amor inventado
Amor, eu aprendi tantas coisas ao seu lado
Vivi tantos dias maravilhosos
VocĂȘ me ensinou que amar nĂŁo Ă© difĂcil
Me ensinou que amar Ă© como respirar
Meu amor, sei que nĂŁo estamos nos melhores dias
Sei que posso ser meio imbecil as vezes
Mais saiba que te amo,meu amor
Te amo para sempre
Pois foi vocĂȘ que me ensinou
Que o amor faz tudo ser perdoado
Mas a Ășnica coisa que nĂŁo quero que me perdoa
Ă de um dia ter te amado.
O amor Ă© como uma fera selvagem, vocĂȘ terĂĄ de domar para se aproximar
o amor é perigoso, porém é lindo
o amor nĂŁo Ă© adquirido Ă© conquistado,
nem sempre o amor te faz bem, pois vocĂȘ nĂŁo escolheu o coração certo,
se deixou guiar pelo prazer e paixĂŁo, e esses pequenos erros podem resultar
em um coração partido.
Muitas pessoas, procuram uma alma gemea para se relacionar, mas isso nem sempre
vai dar certo, pois o amor estĂĄ aonde vocĂȘ menos espera, na pessoa em que vocĂȘ achava
que nunca iria se aproximar, mas no futuro essa pessoa poderĂĄ ser o amor da sua vida,
cada um tem um coração diferente, um coração selvagem que estå sempre procurando
pelo seu dono, seu parceiro, o ser que aguenta suas chatices, sua bipolaridade, seus chiliques,
e mesmo com tantos erros e problemas, ainda continuar te amando, nunca se enjoar da sua presença,
nĂŁo se encher de vocĂȘ mesmo depois das brigas e discussĂ”es,se sentir mal depois da discussĂŁo ou briga...
O amor tem dessas, as vezes vocĂȘ dĂĄ atenção pro coração que nĂŁo vai te querer por tanto tempo, e ignora
aquele que te aguentaria uma eternidade se pudesse...
CiĂșmes Ă© desconfiança e insegurança, se eu tivesse algum motivo para sentir isso de um amor meu, certamente nĂŁo seria um amor meu.
SEDE DE AMOR!
Oh distĂąncia cruel... meu espirito tem sede...
Sede, sedento de vocĂȘ... Sede de amor...
Sede de calor... Sede de seu valor... Sede do Perfume que isala, da sua alma que me cala...
Oh medo cruel de nĂŁo te sentir mais...
Desta distĂąncia que me devora...
Desta sede que me leva a loucura...
Sentir o seu calor e o desejo...
Teremos direito ha ser feliz?
Sedenta de amor... sentir o seu calor...
A sede que nĂŁo se acaba...
Sede que me devora a alma...
Mata-me esta sede, que me devora...
Sei que tu consegues ler e ver a minha alma...
Sede que vai e vem , com o despertar da paixĂŁo...
Sede de saudade, Sede de vontade...Ah mata-me essa minha sede...
Ah sede de amor...
Licia madeira
