Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Degraus do Amor
Escada longa de degraus rĂșsticos,a cada um
que subo, mais perto de ti estou.
Vejo em teu rosto o motivo claro de subir,
sem sentir cansaço.
Quando ao Ășltimo degrau chego, lĂĄ presente estĂĄs,
teu vestido negro de um pano leve, teus pés descalços,
o cabelo fino esvoaçando ao vento,são o premio maior,
que este simples mortal, que muito te ama, tem.
Dali em meu braço pegas, e pelo alprende começas a passear,
beijando-me muito,fazendo-me sentir, leve como pluma.
Doçura de olhar que ao meu penetra, tomando conta por inteiro.
Tudo teu, tem algo diferente, teu perfume,teus gestos,
teu falar doce, esse sorriso lindo que tens, sĂŁo coisas
que os olhos veem, mas o coração sente primeiro.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista de Letras Artes e CiĂȘncias
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
~~PALAVRAS SIMPLES~~
A canção é como o vento, o mar, as estrelas, o céu e as cachoeiras. Mas o amor se parece com o canto do rouxinol leve doce e alto. Alto como o amor que sinto por ti.
~~EDEMLISON RIBAS~~
Réquiem 2
Para falar da morte
Tem que se falar da vida
E o que nela Ă© contida
Tendo o amor de estandarte
Alegrias e dores também fazem parte
Em suma vontades sem sentido
Faz da razĂŁo um bandido
Tornando a vida uma arte
Sem certo ou errado
Onde nada Ă© proibido
Para um coração inspirado
Na pratica um pecado
Por conta da libido
EntĂŁo o amor Ă© desferido
Sobre o Réquiem
Vou apenas esclarecer
Que o amor dramĂĄtico pode fazer
Parte das minhas poesias
Mas nĂŁo dos meus dias
NĂŁo que nĂŁo tenha amores ou rancores
Apenas vivo sem pensar
vocĂȘ jĂĄ deve ter ouvido falar
Dentre todos esses rumores
Que a vida estĂĄ a passar
E nĂłs somente a olhar
Se dou um tempo de tudo
E ao final fico mudo
NĂŁo Ă© por desafeto
E sim porque o futuro Ă© incerto
Como tudo nessa redoma de concreto
Que um dia se desfaz
E no outro se refaz
Estes sĂŁo os meus sentimentos
Que nuca sĂŁo sĂŁos mas sempre verdadeiros
Apenas acredite na fantasia
E siga a melodia
Assim como a que dizia
Neste ciclo infinito de perguntas
E respostas prescritas
Mas que nunca sĂŁo ditas
Se nĂŁo entendeu
Ou apenas se perdeu
Fique tranquilo
E veja aquilo
Que falei inĂșmeras vezes
Para todos os deuses
Nada Ă© tĂŁo complicado
E nada Ă© tĂŁo simples
JĂĄ que Ă© assim que Ă© a vida
Porque nĂŁo ter uma bela despedida?
PRIMEIRA VEZ
NĂŁo procurei em ti o amor
Mas foi onde encontrei
NĂŁo te amei da primeira vez
Mas hoje te amo de maneira derradeira
Ă a primeira vez que amo e sinto paz
Ă a primeira vez que digo abertamente que amo
Sem parecer uma tola
Sem ter vergonha de amar
O melhor de tudo Ă© que eu sei que tu me amas
Posso dizer que temos um ao outro
Pela primeira vez tenho certeza disso
Ainda bem que tenho vocĂȘ
E que vocĂȘ vive comigo
E que nĂŁo Ă© tarde para amar
"O EspĂrito Divino, te dar um dom; COM AMOR E SABEDORIA. Ă um SUCESSO contra OS ENCANTADORES que falam com TANTA habilidade".
Meu amor por vocĂȘ terminarĂĄ no mesmo dia em que o amor de Deus por vocĂȘ tiver Fim....Dedicado a Minha Mineirinha
Talvez nunca saiba justificar a razĂŁo do meu amor, mas mesmo em minha loucura, o tenho em minha Ășnica razĂŁo.
Somos alma gĂȘmea....
K. Mesmo com a distĂąncia jamais deixaram de ser amar...
O amor k. Sentimos um pelo outro e tĂŁo puro e verdadeiro....
Como as ondas do mar....
Como as flores sĂŁo da natureza...
Como as estrelas pertencem ao céu...
Como o sol tem seu calor....
Deus nos uniu e nos ungiu com sua benção celestial...
E lå do céu os anjos entoam noite e dia louvores e nosso amor.
AMOR DE UM CORAĂĂO - JoĂŁo Nunes Ventura-02/2017
Pobre violeiro na estrada da vida
Que cantou o amor a sua querida
Nas cordas da sua viola,
Hoje o seu canto Ă© o canto de dor
JĂĄ nĂŁo tem ao seu lado seu amor
De saudade o peito chora.
Lembro-me as estrofes de beleza
Hoje se ouve no canto a tristeza
Lembrança a doce flor,
Um dia ela saiu pegou a estrada
Levou pertences nĂŁo disse nada
Nem um adeus deixou.
Agora ele canta triste na calçada
Sem amor sĂł a viola Ă© sua amada
Um triste ébrio da rua,
Os beijos que tinha do seu amor
O vento na poeira também levou
Hoje amiga sĂł a lua.
HĂĄ tempo a sua ilusĂŁo foi embora
E na dor do amor cantando chora
O cantador do sertĂŁo,
Felicidade não é canção a chegar
Ă caminho pela vida a conquistar
O amor de um coração.
AMOR DA LUA
à nessa calçada...
Que um dia tivemos o abraço da lua
olhares serenos das estrelas
... Te quero, vocĂȘ me dizia...
Imenso Ă© meu querer,
e meu amor, por vocĂȘ,
amor meu... Se vocĂȘ me deixar,
de saudade eu vou morrer.
A noite com sua brisa
nos aconchegava em seu peito
e o seu cheiro inebriava a minha vontade,
enrolĂĄvamos, sobre o apetite do silencio
e só os suspiros dos nossos coraçÔes
apontava vida para o nosso amanhĂŁ.
O momento, pespontava o nosso amor medonho
nos trazia sonhos e trepidava nossos corpos,
com a felicidade dos nossos risos
e, dos nosso rostos risonhos.
Os segundos, minha querida...
Transformou-se em flechas cĂșpidas
Fixando a nossa uniĂŁo...
No eterno alvo da vida,
e no pulsar do nosso coração.
Antonio Montes
