Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Para onde vai o amor nĂŁo amado?
O "eu te amo" que sĂł tem significado no dicionario.
Para onde vai as incertezas da vida?
A vontade de abraçar alguém, que só sentimos na hora da partida.
"Meu amor por vocĂȘ Ă© como um truque de mĂĄgica . InexplicĂĄvel e fascinante , porĂ©m , inigualavelmente incrĂvel"
Ela pensa que o nosso amor morreu,
ela se ilude com o que Ă© seu,
ela pensa que nĂŁo,
mas teu coração ainda é todo meu.
Prometo te querer
até o amor cair doente, doente.
Prefiro, entĂŁo, partir
a tempo de poder
a gente se desvencilhar da gente.
Depois de te perder, te encontro
com certeza.
Talvez, num tempo da delicadeza,
Onde nĂŁo diremos nada, nada aconteceu;
apenas seguirei, como encantado,
ao lado teu.
Onde estĂĄ o amor das pessoas com seu amado ou amada,
Onde estå os abraços em frente ao pÎr e nascer do sol,
Os beijos diante da lua cheia,
Onde estĂĄ o amor, e a sua essĂȘncia
Os abraços apertados e a alegria em cada sorriso,
RetribuĂdo com mais sorrisos
Onde estĂĄ o amor e a compaixĂŁo,
Neste mundo cheio de dor e desilusĂŁo?
HOUVE DIAS...
Houve um dia em que ela cedera ao amor
No rosto um olhar brilhante e riso de sol...
Mares azuis de calmaria, poentes de louvor
MĂŁos dadas, beijos doces sob o arrebol.
Mas para ela nĂŁo houve sequer um ensejo
Mirrou-se a rosa no jardim de primavera
Aquele para quem era o riso, foi-se dela
Na alma o pesar. O gosto apenas do beijo.
Hoje as ondas jĂĄ nĂŁo marulham lĂĄ no cais
Apagaram deles as pegadas na areia branca
CarĂcias e ternuras sĂŁo "ontens". NĂŁo hĂĄ mais...
Agora tudo Ă© marasmo. Nem lĂĄgrima. Nem dor
Apenas um cansaço que tecem seus dias..
Mas houve sim. Tempos em que Ana foi amor.
A MORTE DOS SONHOS
HĂĄ nos escombros de sua pobre mente
Um bicho papĂŁo que devora todo o amor
Tudo o que um dia fora doce, desmente...!
Fermenta ali: A raiva. O medo. O rancor...
Fica preso Ă s paredes Ășmidas de su'alma
Busca o momento propĂcio para a loucura
Até a poesia perde o rumo. A luz. A calma
Rasteja na memĂłria. Sem alento. Sem cura.
HĂĄ os que falam dela nos perfis das ruas
A chamam moléstia. Bruxa. Amaldiçoada
Mas só ela sabe. As lembranças são suas...!
De tempos que buscara a face da fantasia
E crera numa carĂcia de tez branca e alada
Seus sonhos? Jazem, jĂĄ. Numa lĂĄpide fria.
O amor por ela...
NĂŁo sei por onde me levarĂŁo os ventos.
As horas de agora sĂŁo sombras abismais
Até quando versejarei por estes momentos
Se o que tenho, Ă© dor. Choro. Nada mais...!
Foge da face daquela a quem amo, a alegria
De tempos outrora meus. Repete-se a agrura...
Mudam-se os dias. As estaçÔes. Fica a apatia
Morreram a poesia, o dulçor... A ternura!
Porque não quebras de vez o laço da maldade?
Se em tuas mĂŁos, fixas, estĂŁo todos os astros
Traga-nos brisas. Visto que o hoje Ă© tĂŁo tarde...
E que ainda eu contemple nela, o riso leve...
Nos lĂĄbios daquela onde guardo todo o amor
Do contrĂĄrio. Torna pois toda a vida, breve.
TANTO. E QUANTO. E TUDO!
Sinto-te tanto. Tanto, amor_ Adoração
JĂĄ nĂŁo hĂĄ cĂŽmodos para ti, cĂĄ dentro!
Ocupou-me toda. (Quanta)... VastidĂŁo!
Transladei. Sou ĂĄtomo puro.Ao vento...
ImpossĂvel ama-lo um pouco mais...
Incoerente voltar e querer-te menos
Ăs a clareza da minha dor, meus ais.
Todo o acalanto dos tempos amenos.
Quando este afeto foge da insanidade
E me permito suspirar mar de brumas
Eis a hora amor. O aspirar de toda verdade!
Quando o temporal Ă© carĂcia apenas...
E o medo da perda nĂŁo fere. Acalma
Ăs tudo.Quanto.Tanto.AlĂ©m do que pensas!
"Tentar tirar um grande amor da cabeça Ă© como tentar apagar caneta com borracha , nĂŁo importa o quanto vocĂȘ tente , nĂŁo vai conseguir"
As vezes me pego pensando por que aceitamos o amor que acreditamos merecer, quando ainda sim merecemos mais, no entanto me lembro que cada um estĂĄ onde precisa estar.
O ódio é o amor mais maduro, quanto mais maduro for um alguém maior serå o ódio sentido, só sente o pleno o ódio quem jå sentiu o pleno amor.
âDe repente vocĂȘ conhece aquela pessoa e percebe que amor nĂŁo Ă© pra sofrer, Ă© pra fazer bem.â
O amor Ă© muito complexo, portanto Ă© necessĂĄrio ser receptivo, estar aberto e disposto a receber dentro de si este sentimento Ășnico que nĂŁo se compara, sendo indispensĂĄvel ainda que se esteja Ă disposição para amar, ainda que nĂŁo saiba fazĂȘ-lo, pois o prĂłprio amor encarrega-se de ensinar sem vocĂȘ perceber. Somente desta forma, serĂĄ possĂvel começar a compreender esta complexidade. O amor Ă© fonte para muitas coisas positivas, como a felicidade, o carinho, o companheirismo, a força de vontade para enfrentar de forma conjunta os problemas da vida com a pessoa amada, Ă vontade para construir uma famĂlia e ter filhos, a perseverança para alcançar objetivos pessoais e profissionais ao lado de quem se ama. Mas tambĂ©m Ă© instrumento para que diversas coisas negativas se materializem, pois se em uma relação, apenas uma pessoa ama e outra nĂŁo, existe uma falta, que inevitavelmente irĂĄ provocar decepção, tristeza, e muito sofrimento. O amor Ă© importante e tem valor, desse modo, Ă© um grande erro que Ă s pessoas desvalorizem e nĂŁo deem importĂąncia, e deem prestigio para coisas insignificantes, isso sem dĂșvidas, Ă© pedir a prĂłpria infelicidade. O amor nĂŁo nasce e nĂŁo morre atoa, se nasceu, Ă© porque o sentimento Ă© puro e verdadeiro, e se morreu Ă© porque nĂŁo houve reciprocidade no ato de amar.
