Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A quinta estação
A nova estação chegou
Mas nĂŁo trouxe o amor
Trouxe o sol, trouxe a chuva
O caminho no caminho ficou
Veio o frio mais tropical
A estação mais florescente
Mas floresceu rapidamente
A planta do dissabor
Caiu a ultima pétala
Os frutos e folhas secas
E o vento vem de mansinho
E nunca traz o que leva
O mundo muda
As estaçÔes mudam
SĂł nĂŁo muda o meu amor
A muda que nĂŁo virou flor
A quinta estação do nosso amor
O AMOR Ă PURA POESIA.
Ame
Ame hoje, ontem e sempre
Ame certo ou errado
Ame o belo e o feio
Ame o amigo, o amante
Ame o filho e o prĂłximo
Mas lembre-se do amor prĂłprio
Ame o sorriso, o abraço aquecido
Ame a pele, o olhar e todo o ser
Nunca deixe de amar
Hoje, amanhĂŁ e sempre
Mesmo nos dias que não estiver contente, faça uma coisa: Ame!
Ame e doe sem nada a cobrar
Sem medo de perder
NĂŁo se preocupando em controlar,
apenas doar
Ame de corpo, alma e pensamentos
Ame as ideias e atitudes
Mas alimente o amor prĂłprio
Cuide do seu do seu coração
Para ele não sofre com tanta emoção
Cuide do seu amor, do prĂłprio amor e de amor ao prĂłximo sem esperar pela dor.
Afinal, uma vida com amor Ă© uma vida cheia de cor
Se eu pudesse voltar no tempo faria tudo outra vez do mesmo jeitinho , com o mesmo amor só para sentir outra vez a mesma emoção e intensidade de tudo o que lå no passado ficou. Como não då para fazer esse milagre carrego comigo a alegria de cada momento e sou feliz por ter tido a oportunidade de amar e sentir verdadeiramente o que é amor.
Islene Souza Leite
Amor que enlouquece
Amor egoĂsta
Amor doentio
Amor que maltrata
Amor que persegue
Amor que confunde
Amor que machuca
Amor que faz sofrer
Amor que mata
Se isso Ă© amor
Eu nĂŁo quero
Islene Souza Leite
Amor que enlouquece
Amor egoĂsta
Amor doentio
Amor que reprime
Amor que deprime
Amor que comprime
Amor que oprime
Amor que maltrata
Amor que persegue
Amor que confunde
Amor que machuca
Amor que faz sofrer
Amor que mata
Se isso Ă© amor
Eu nĂŁo quero
Islene Souza Leite
Encontros
HĂĄ meses meu olhar encontrou o seu
E no brilho do seu olhar
Encontrei a magia do amor.
O meu abraço encontrou no seu abraço um abrigo
A minha boca encontrou na sua o encaixe perfeito
O meu coração encontrou a paz que o acalma,
E a paixĂŁo que me faz sonhar mesmo acordada.
As minhas mãos encontraram no entrelaçar com a sua a força para enfrentar a vida.
E desde entĂŁo
Encontrei a felicidade
Em cada nossos novos encontros
Como se o dia encontrasse a noite por uma eternidade
E o sol encontrasse a lua
Perpetuando nossos desejos.
Agora que Sinto AmorAgora que sinto amor
Tenho interesse no que cheira.
Nunca antes me interessou que uma flor tivesse cheiro.
Agora sinto o perfume das flores como se visse uma coisa nova.
Sei bem que elas cheiravam, como sei que existia.
SĂŁo coisas que se sabem por fora.
Mas agora sei com a respiração da parte de trås da cabeça.
Hoje as flores sabem-me bem num paladar que se cheira.
Hoje Ă s vezes acordo e cheiro antes de ver.
Alberto Caeiro, in "O Pastor Amoroso"
HeterĂłnimo de Fernando Pessoa
NĂŁo Tenho PressaNĂŁo tenho pressa. Pressa de quĂȘ?
NĂŁo tĂȘm pressa o sol e a lua: estĂŁo certos.
Ter pressa Ă© crer que a gente passa adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salta por cima da sombra.
NĂŁo; nĂŁo sei ter pressa.
Se estendo o braço, chego exactamente aonde o meu braço chega -
Nem um centĂmetro mais longe.
Toco sĂł onde toco, nĂŁo aonde penso.
SĂł me posso sentar aonde estou.
E isto faz rir como todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer Ă© que nĂłs pensamos sempre noutra coisa,
E vivemos vadios da nossa realidade.
E estamos sempre fora dela porque estamos aqui.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
HeterĂłnimo de Fernando Pessoa
Eu nĂŁo Quero o Presente, Quero a RealidadeVive, dizes, no presente,
Vive sĂł no presente.
Mas eu nĂŁo quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, nĂŁo o tempo que as mede.
O que Ă© o presente?
Ă uma cousa relativa ao passado e ao futuro.
Ă uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem.
Eu quero sĂł a realidade, as cousas sem presente.
NĂŁo quero incluir o tempo no meu esquema.
NĂŁo quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas
como cousas.
NĂŁo quero separĂĄ-las de si-prĂłprias, tratando-as por presentes.
Eu nem por reais as devia tratar.
Eu nĂŁo as devia tratar por nada.
Eu devia vĂȘ-las, apenas vĂȘ-las;
VĂȘ-las atĂ© nĂŁo poder pensar nelas,
VĂȘ-las sem tempo, nem espaço,
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vĂȘ.
Ă esta a ciĂȘncia de ver, que nĂŁo Ă© nenhuma.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
HeterĂłnimo de Fernando Pessoa
Quando é amor, a dor que dói lå é a que faz sentir dor aqui. A lågrima que cai lå é o motivo da que cai aqui.E no dia em que tiveres apenas motivos pra sorrir eu terei também.
O Sonho e a Morte
A morte me levou
E tudo ficou diferente
O amor ficou mais puro
Nas nuvens o céu mais sorridente
A morte me levou
Pra onde me levou?
Eu nĂŁo sei
Mas fui de bom grado
A vida aqui me traz
Um breve contentamento
Dias de lampejos
Mais alegria, menos dissabor
Até que me perguntei
Aonde eu estou?
Que lugar Ă© esse?
De uma beleza tĂŁo diferente
Até que percebi
Que estava acordado
E pra minha infelicidade
Eu estava dentro de casa
A verdade para quem nunca disse Ă© desconhecida..
O amor para quem nunca amou Ă© imemorĂĄvel..
A verdade perdida do amor vencido sempre serå tão grandiosa quanto a luz de um espaço vazio...
quero voltar aquele mar e te poder beijar
dentro de agua como na nossa vida passada
amor es a minha vida mas isto nao e uma interna despedida
Com todo o meu amor eu publico essa mensagen de amor,eu vou escrever o amor que eu sinto por vocĂȘ,o meu amor Ă© tanto que nem dĂĄ pra esplicar tudo o que eu sinto,eu sĂł quero te dizer uma coisa"EU TE AMO MUITO"e tudo o que eu sinto por vocĂȘ nem dĂĄ pra escrever aqui,eu te amo muito e se eu pudesse eu ia ai na tua casa e diria aos teus pais que agente estĂĄ namorando mĂĄs como eu nĂŁo posso eu escrevo sĂł pra vocĂȘ ouvir que eu te amo muito e nĂŁo dĂĄ pra esplicar o amor que eu sinto por vocĂȘ!!!!!!!!!!!(wc)te amo muito
amor Ă© droga vivo drogado,
nada se encacha estou bĂȘbado,
caminho entorpecido...
mais um gole ou um beijo,
droga que dia hoje...
porque tudo Ă© assim
nĂŁo podemos ficar ate amanhecer,
toda droga tem seu preço,
e traficante nunca esta quando mais precisa...
todos bares parece o inferno
com seus demĂŽnios seus atos de tormentos.
espelhos de radioatividade nesse que o amor.
