Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Quando encontramos alguém que faz a gente feliz tudo fica fåcil... Amar fica mais fåcil. Não porque as coisas se tornam mais fåceis e sim porque nossos coraçÔes tornam-se mais fortes...

NĂłs precisamos ser tocados por quem amamos quase tanto quanto precisamos do ar que respiramos.

NĂłs estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno apenas de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos frequentemente nos pegam desprevenidos, e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importĂąncia. E da mesma forma ocorrem outros momentos...

Tive excessos de amores errados. A gente se engana muito com as definiçÔes romùnticas.

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo.
Namorado Ă© a mais difĂ­cil das conquistas.
DifĂ­cil porque namorado de verdade Ă© muito raro.
Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lågrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.

Artur da TĂĄvola

Nota: Trecho de um texto de Artur da TĂĄvola.

Às vezes estamos sem rumo, mas alguĂ©m entra em nossa vida, e se torna o nosso destino. Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidĂŁo aperta nosso coração pela falta de uma Ășnica pessoa.

De repente o silĂȘncio
os pensamentos se misturam
a insegurança... o medo....
parecem flutuar no agora
tudo se perde...
o vazio constante
o peito apertado
a lĂĄgrima que insiste em cair
refletir... nada sentir
sentindo tudo
querendo fugir
Eu te amo pra sempre...

NĂŁo te conquistar me deixa triste, mas pelo menos nĂŁo sou um perdedor, pois busquei conquistar vocĂȘ a cada minuto de minha vida. Se nĂŁo consegui, foi porque vocĂȘ nĂŁo serve pra mim.

O rio passa ao lado de uma ĂĄrvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dĂĄ-lhe ĂĄgua...
e vai em frente, dançando. Ele não se prende à årvore.
A ĂĄrvore deixa cair suas flores sobre o rio em profunda gratidĂŁo,
e o rio segue em frente. O vento chega, dança ao redor da årvore e segue em frente.
E a ĂĄrvore empresta o seu perfume ao vento... Se a humanidade crescesse,
amadurecesse, essa seria a maneira de amar.

Em toda vida não existe dor maior do que aquela que assola um coração cegamente apaixonado.

Eu sei Ă© um doce te amar, o amargo Ă© querer-te para mim.
(Los Hermanos, mĂșsica: Condicional)

Desculpa se um dia eu te amei
E se alguma vez te quis
Ou demais contigo sonhei
Apenas quis ser feliz

Desculpa por ter feito planos
Te amar e querer bem
E no meio de tantos desenganos
Descobrir que sem vocĂȘ, sou nimguĂ©m

Desculpa por corresponder
Ao teu amor nĂŁo correspondido
Mas juro que nĂŁo vou sofrer
Se jĂĄ tiveres me esquecido

Só te peço meu perdão
Porque vocĂȘ eu sempre quis
Sem a tua permissĂŁo...
Desculpa por me fazer feliz

Para um cĂŁo, vocĂȘ nĂŁo precisa de carrĂ”es, de grandes casas ou roupas de marca. SĂ­mbolos de status nĂŁo significavam nada para ele. Um pedaço de madeira jĂĄ estĂĄ Ăłtimo. Um cachorro nĂŁo se importa se vocĂȘ Ă© rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cĂŁo nĂŁo julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem sĂŁo por dentro. DĂȘ seu coração a ele, e ele lhe darĂĄ o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nĂłs humanos, tĂŁo mais sĂĄbios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou nĂŁo. De quantas pessoas vocĂȘ pode falar isso? Quantas pessoas fazem vocĂȘ se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem vocĂȘ se sentir extraordinĂĄrio?

A paixão atrai os coraçÔes, a saudade força o encontro,
o desejo traz tua boca, mas somente o amor
pode juntar duas almas.

O que tinha de ser

Porque foste na vida
A Ășltima esperança
Encontrar-te me fez criança
Porque jĂĄ eras meu
Sem eu saber sequer
Porque és o meu homem
E eu tua mulher

Porque tu me chegaste
Sem me dizer que vinhas
E tuas mĂŁos foram minhas com calma
Porque foste em minh'alma
Como um amanhecer
Porque foste o que tinha de ser

Vinicius de Moraes
Álbum " Vinicius de Moraes/ Maria Bethùnia e Toquinho en La Fusa"

Nota: Letra da mĂșsica composta por Vinicius de Moraes e AntĂŽnio Carlos Jobim

...Mais

Eu escrevi um poema triste

Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
NĂŁo vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dĂĄ incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto Ă  correnteza,
Olhando as horas tĂŁo breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!

Mario Quintana
Quintana de bolso. Porto Alegre: L&PM, 1997.

Amar e nĂŁo ser amado dĂłi, e nĂŁo Ă© aquela dor que vocĂȘ toma remĂ©dio e passa, Ă© a dor da alma.
Amor não correspondido se transforma em mågoa, mågoa com o tempo em ódio. Não posso dizer que é uma transformação fåcil, sinceramente achei por muito tempo que morrer seria mais fåcil. O que eu não percebi é que eu jå estava morta. Quando mataram o amor que existia dentro de mim, me mataram junto.

Estou cansada ....

...Cansada das pessoas me magoarem e simplesmente dizerem “sinto muito”, “desculpa”. Essas palavras não curam um coração partido!

... De buscar um amor perfeito, embora saiba que esse amor, de fato, nunca vai existir. Cansada de nĂŁo poder dizer o que guardo dentro de mim, por que sei que nĂŁo serei compreendida.

... De descobrir que mesmo olhando nos olhos, as pessoas nĂŁo sĂŁo sinceras e que por trĂĄs de um belo sorriso pode haver muita maldade, frieza e mentiras.

... De confiar, de acreditar, de ser ingĂȘnua e achar que tudo o que me dizem Ă© verdade. De esperar que as pessoas, assim como eu, nĂŁo dizem o que nĂŁo sentem.

... De querer o que nĂŁo posso ter, de amar pela metade, de nĂŁo poder me apaixonar de verdade, estou cansada de sentimentos vazios e promessas falsas.

... De querer quem não me merece. De esperar de mais das pessoas e me decepcionar. De chorar por quem não vai enxugar minhas lågrimas !!! E de esperar por alguém que partiu e não vai mais voltar...

Convite Ă  Loucura

A loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram.
Após o café, a loucura propÎs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que Ă© isso?, perguntou a curiosidade.
- Esconde-esconde Ă© uma brincadeira. Eu conto atĂ© 100 e vocĂȘs se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar e o primeiro a ser encontrado serĂĄ o prĂłximo a contar.
Todos aceitaram, menos o medo e a preguiça.
- 1,2,3..., a loucura começou a contar.
A pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A timidez, tĂ­mida como sempre, escondeu-se na copa de uma ĂĄrvore.
A alegria correu para o meio do jardim. Jå a tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A inveja acompanhou o triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra.
A loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O desespero ficou desesperado ao ver que a loucura jĂĄ estava no 99.
- 100!, gritou a loucura. Vou começar a procurar...
A primeira a aparecer foi a curiosidade, jĂĄ que nĂŁo agĂŒentava mais querendo saber quem seria o prĂłximo a contar.
Ao olhar para o lado, a loucura viu a dĂșvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar.
E assim foram aparecendo a alegria, a tristeza, a timidez...
Quando estavam todos reunidos, a curiosidade perguntou:
- Onde estĂĄ o amor?
Ninguém o tinha visto. A loucura começou a procurå-lo.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.
Era o amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A loucura nĂŁo sabia o que fazer.
Pediu desculpas, implorou pelo perdão do amor e até prometeu segui-lo para sempre.

Moral da histĂłria:
O amor aceitou as desculpas e Ă© por isso que hoje e em todo o sempre, o amor Ă© cego e a loucura o acompanha sempre.

Uma garota sĂł precisa de um garoto que possa ser homem o bastante para provĂĄ-la que nem todos os homens sĂŁo iguais.