Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
De amor nada mais resta que um Outubro
e quanto mais amada mais desisto:
quanto mais tu me despes mais me cubro
e quanto mais me escondo mais me avisto.
E sei que mais te enleio e te deslumbro
porque se mais me ofusco mais existo.
Por dentro me ilumino, sol oculto,
por fora te ajoelho, corpo mĂstico.
NĂŁo me acordes. Estou morta na quermesse
dos teus beijos. Etérea, a minha espécie
nem teus zelos amantes a demovem.
Mas quanto mais em nuvem me desfaço
mais de terra e de fogo é o abraço
com que na carne queres reter-me jovem.
O amor dos animais contém muito da desaprovação pelos seres humanos e é próprio dum melindroso estado de revolta que não encontrou a sua linguagem.
DifĂcil Poema de Amor
Separo-me de ti nos solstĂcios de verĂŁo, diante da mesa do juiz supremo dos amantes.
Para que os juĂzes me possam julgar, conhecerĂŁo primeiro o amor desonesto infinito
feito de marĂ©s ambulantes de espinhos nas pĂĄlpebras onde as ruas sĂŁo os pontos Ășnicos
do furor erĂłtico e onde todos os pontos Ășnicos do amor sĂŁo ruas estreitĂssimas velocĂssimas
que se percorrem como um fio de prumo sem oscilação.
Ontem antes de ontem antes de amanhĂŁ antes de hoje antes deste nĂșmero-tempo
deste nĂșmero-espaço uma boca feita de lĂĄbios alheios beijou.
PrecipĂcio aberto: ele nada revela que tu jĂĄ nĂŁo saibas.
Porque este contĂĄgio de precipĂcios foste tu que mo comunicaste
maléfico como um påssaro sem bico.
Num silĂȘncio breve vestiu-se a cidade.
Muito bom-dia querido moribundo. Sozinho declaraste a terceira grande paz mundial
quando abrindo os olhos me deste de comer cronometricamente Ă s mil e tantas horas
da manhĂŁ de hoje.
Deito-me cedo contigo o meu sono Ă© leve para a liberdade acordas-me sĂł de pensares nela.
As casas e os bichos apoiam-se em ti. NĂŁo fujas nĂŁo te mexas:
vou fixar-te para sempre nessa posição.
Que hĂĄ? Abrem-se fendas no ar que respiro vejo-lhe o fundo. Tens os olhos vazados.
Qual de nĂłs os dois "quero-Te" gritou?
Bebe-me espaçadamente encostada aos muros. Se és poeta que fazes tu?
Comes crianças jogas ases sentado és uma eståtua de pé a cauda de um cometa.
MĂŁes entretanto vĂŁo parindo. Os filhos morrerĂŁo ainda? Entregas-te a cĂĄlculos.
Amas-me demais.
Confesso: nĂŁo sei se sou amada por ti.
VirĂĄs
quando houver uma fala indestrutĂvel devolvida Ă
boca dos mais vivos. Então virås vivo também. Sempre esperei ver-te ressuscitado.
Desiludiste-me.
E iremos com o plural de nĂłs nos leitos menores onde o riso, onde o leito do rio
é um filho entre os dois. Que farei de teus braços de meus cabelos benignos que faremos?
Nasci-te da minha pele com algumas fĂȘmeas te deitei por vezes. Conheces-me.
NĂŁo me tens amor
Grave esta corda cortada agudo seixo me ataste aos olhos para me afundar.
SĂł por grande angĂșstia me condenas Ă morte se de mim te veio a cidade
e os minĂșsculos objectos que jĂĄ amaste ou que irĂĄs amar um dia espero.
Amar Ă© vida
Amar Ă© amor
Ă prazer pelo prĂłximo
Ă viver por amor
Tenho um canal no YouTube
Jhon Pacheco .
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Quero acreditar que existe amor verdadeiro.
Mas enquanto o coração clama, a razão me chama para dizer:
Amor Ă© passageiro e no final tudo se resume em dinheiro.
Porque Ă© tĂŁo difĂcil e tĂŁo maravilhoso Ă© o amor?Porque nos faz sofrer e nos faz sorrir?
Porque Ă© tĂŁo sofrido amar se poderia ser mais fĂĄcil nos realizar com a felicidade
Amor infinito Ă© o q gostarĂamos de descobrir.
Aquele amor que floresce e ressurge das cinzas vidas apĂłs vidas .
Um amor que nĂŁo se mede ,Amor pra toda eternidade,amor sem desconfianças sem dĂșvidas.
Uma alma gĂȘmea
No amor nĂŁo existe o impossĂvel, existe apenas o desconhecido, aquele que nĂŁo se conhece nĂŁo conhece o amor, entĂŁo se ame antes de amar a outro.
SolidĂŁo
Solido amor proprio
Livre aprendo a viver
Meu ser proprio
Olho de forma diferente
Levo o silencio como companheiro
Ideais seguros de
Meu vĂŁo pensar
Ă© melhor viver assim
Do que iludir com amores falsos
Primeiro Amor
Nenhum amor Ă© como o primeiro. Veja bem, nada se equivale ao sentimento amor, mas o primeiro em si Ă© uma explosĂŁo.
à como se cada molécula do corpo experimentasse algo mågico, algo novo. Como se aquela mensagem fosse a mais importante de todas, só de ouvir o telefone tocar, as promessas que soam como eternas, cada sorriso, cada segredo, enfim, nada é comparåvel.
Mas na mesma proporção estå a dor do fim de um amor que foi o primeiro.
Como se toda palavra escrita, dita ou poetizada, tivesse sido uma lona de mentiras. E a eternidade juntos significasse tĂŁo pouco ou quase nada.
Ă incomparĂĄvel, de fato.
PorĂ©m, trago esperança ao coração aflito, pois todo coração Ă© regido pelas leis do amor, e nĂŁo se curvam ao sentimento imposto pelo fim, mesmo que toda a dĂșvida imposta diga que vocĂȘ nĂŁo Ă© capaz de amar novamente. Embora se sinta incapaz de sentir ou nunca sinta nada igual, nenhum amor Ă© igual a outro. EncontrarĂĄ a sabedoria nas dores do passado, e o exĂlio nos amores que imperfeitos, vocĂȘ se permita sentir, pois nĂŁo se igualam ao primeiro, mas sendo o que sĂŁo, podem tornĂĄ-lo feliz como jamais foi.
Amor X PaixĂŁo
"Como um coração pode ser tão leviano? Quando troca o amor por uma paixão passageira.
SerĂĄ que Ă© possĂvel o coração esquecer quem ama?
Ăs vezes a paixĂŁo manipulada os pensamentos, influencia o coração a viver uma ilusĂŁo, cegando nossos olhos para a verdade.
A paixão é traiçoeira, chega inesperadamente, iludindo o coração.
A paixĂŁo costuma desprezar o amor, talvez porque ele jĂĄ habita ali por muito tempo, pensando que nĂŁo pode ser afetado.
O amor Ă© pacĂfico enquanto a paixĂŁo Ă© avassaladora, mas se engana quem pensa que ela Ă© definitiva.
NĂŁo, nĂŁo Ă©! A paixĂŁo nunca permanece por muito tempo, mas o amor sempre fica.
Porque o amor é fiel ao coração, mesmo sofrendo com as ciladas provocadas pela paixão.
O amor pode até se calar por um tempo, deixando a paixão acreditar que venceu, mas chega o momento que o coração percebe que se iludiu, então o amor ressurge.
Såbio é o coração que não se deixa levar por paixÔes levianas, porque este soube valorizar o amor."
(Roseane Rodrigues)
A cruz não é o porta retrato da fé,
Ă© a prĂĄtica do maior amor que se consolidou na pessoa de Cristo
atravĂ©s do sacrifĂcio de sangue pago por ELE,
o qual resgatou o homem que havia se perdido no pecado.
PorquĂȘ
PorquĂȘ amor,porquĂȘ?
Porque as flores morrem?
Tudo na vida tem um pra quĂȘ,
Porque uns sĂŁo felizes e outros sofrem.
O meu sofrimento Ă© a sua alegria,
A sua alegria Ă© o meu desejo,
O paraĂso, a minha carta de alforria,
Minha perdição, os teus beijos.
Os segredos dos meus desejos,
São mistérios jamais revelados,
Como prisÔes de um velho degredo,
Como um tesouro em um baĂș enterrado.
Como um navio naufragado,
Na solidĂŁo do profundo oceano,
Todos os meus pensamentos fragmentados,
Em um fĂștil corpo humano.
Sou uma simples ilha triste,
Um vazio que ainda resiste,
A essa força que ainda insiste,
Nessa doce esperança que persiste.
A espera de um naufrĂĄgio,
Para o fim dessa incrĂvel viagem,
A alegria Ă© a moeda desse pedĂĄgio,
Alegria que liberta dessa miragem.
Miragem desse louco amor,
Que me tortura com tantos desejos,
Falsa presença que causa dissabor,
Beijo,segredo e ensejo.
Lourival Alves
"O amor virtual é a suma perfeição, porque ele, o amor, faz parte do nosso imaginårio, sendo assim perfeito e querido profundamente."
