Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Amor-prĂłprio

Me desculpem se sou fiel a mim.
Eu jĂĄ tentei me trair,
mas infelizmente meu amor-
-prĂłprio Ă© incondicional.

Ah! Meu pedacinho de gente, meu amor, como eu gosto de ouir esse riso! Pois Ă© ele o meu presente.

Mesmo num amor de linhas tortas como o nosso, o fim parece um erro, como um ponto final no meio da frase.

Sempre hå uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço.

Zirtaeb Onamaac
Ordinairement extraordinaire. 2015

Nota: A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída ao livro "O Pequeno Príncipe" de Antoine de Saint-Exupéry.

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Se quer alguém por sua beleza, não é amor, é desejo.
Se quer alguĂ©m por sua inteligĂȘncia, nĂŁo Ă© amor, Ă© admiração.
Se quer alguém porque é rico, não é amor, é interesse.
Se quer alguém e não sabe porque, isso é amor.

O meu amor e os meus desejos permanecem inalterados.
Mas basta uma Ășnica palavra sua para que nunca mais lhe fale no assunto.

O amor Ă© uma coisa muito aborrecida. NĂŁo faz o menor sentido.

Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nĂłs, sendo nĂłs ainda pecadores.

Canção de Amor da Jovem Louca

Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro
Ergo as pĂĄlpebras e tudo volta a renascer
(Acho que te criei no interior da minha mente)

Saem valsando as estrelas, vermelhas e azuis,
Entra a galope a arbitrĂĄria escuridĂŁo:
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro.

Enfeitiçaste-me, em sonhos, para a cama,
Cantaste-me para a loucura; beijaste-me para a insanidade.
(Acho que te criei no interior de minha mente)

Tomba Deus das alturas; abranda-se o fogo do inferno:
Retiram-se os serafins e os homens de SatĂŁ:
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro.

Imaginei que voltarias como prometeste
Envelheço, porém, e esqueço-me do teu nome.
(Acho que te criei no interior de minha mente)

Deveria, em teu lugar, ter amado um falcĂŁo
Pelo menos, com a primavera, retornam com estrondo
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro:
(Acho que te criei no interior de minha mente.)

Sylvia Plath
A Redoma de Cristal. Rio de Janeiro: Editora Artenova, 1971, p. 255.

Socorro alguma alma mesmo que penada, me empreste suas penas, jĂĄ nĂŁo sinto amor nem dor, jĂĄ nĂŁo sinto nada.
Socorro alguĂ©m me dĂȘ um coraçao, que esse jĂĄ nĂŁo bate nem apanha
Por favor, uma emoção pequena
Qualquer coisa que se sinta
Tem tanto sentimento deve ter algum que sirva...

E não hå paisagem que seja mais linda do que o rosto do seu amor. Não hå pÎr-do-sol que valha desviar seu olhar do dela. Eu te amo. Eu também te amo. Eu te amo mais. Impossível. Eu te amo o mundo. Eu te amo o universo. Te amo tudo aquilo que não conhecemos. E eu te amo antes que tudo o que nós não conhecemos existisse. Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo mais do que a mim. Jå conheço os passos dessa estrada... E, mesmo assim, estarei sempre pronto para esquecer aqueles que me levaram a um abismo. E mais uma vez amarei. E mais uma vez direi que nunca amei tanto em toda a minha vida.

Se de uma grande amizade nĂŁo surge um grande amor, surge uma bela histĂłria de momentos inesquecĂ­veis.

Viva na alegria, no amor, mesmo entre os que odeiam.
Viva na alegria, na saĂșde, mesmo entre os angustiados.
Viva na alegria, na paz, mesmo entre os atormentados.
Olhe para dentro de vocĂȘ, fique calmo.
Livre-se do medo e do apego, conheça a doce alegria do caminho.

Hå quem diga que o amor é a base de tudo, porém eles se esquecem que:
HĂĄ os que se anulam em nome do amor e acabam abandonados.
HĂĄ os que investem tudo nos outros acreditando que serĂŁo correspondidos e vivem reclamando do egoĂ­smo alheio.
Hå os que sonham com um amor perfeito, pretendem encaixar o ser amado nesse modela e acabam descobrindo que cada um é como é e não temos poder para mudar ninguém.
HĂĄ os que confundem paixĂŁo com amor. NĂŁo percebem que paixĂŁo Ă© admirar no outro o que recalca em si. Quando a ilusĂŁo projetiva desaparece percebemos o ridĂ­culo dos nossos atos apaixonados.
HĂĄ os que confundem apego com amor. SĂŁo egoĂ­stas que esperam do outro exatamente o que nĂŁo se dĂŁo.
O amor verdadeiro nunca faz sofrer. Traz alegria, motivação e prazer, agindo sempre com seu poder de harmonizar as relaçÔes humanas.
Quando ser feliz passa a ser um objetivo sério nós logo percebemos que com o amor não se brinca.

O amor-prĂłprio Ă© construĂ­do a partir do amor que nos Ă© oferecido por outros.

Amor sĂł existe a dois. Amor sozinho chama-se tristeza.

Ouvir com os olhos faz parte das sutilezas do amor.

O Amor Acontece

O amor acontece em vidas que se encontram e se apaixonam.
Vale a pena amar, viver e ser feliz.
A vida passa, a fila anda e o amor escapa.
Um grande amor pode surgir.
É importante o prazer da oportunidade para amar, viver e ser feliz.
É importante o prazer de uma nova chance.
Vale a pena deixar o amor acontecer.

Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionårios e a regulamentos vårios.

Carlos Drummond de Andrade

Nota: Poema pertencente ao livro "Amar se aprende amando" de Carlos Drummond de Andrade. Link

O verdadeiro amor nasce em tempos difĂ­ceis.

John Green
GREEN, J. A Culpa Ă© das Estrelas. Rio de Janeiro: IntrĂ­nseca, 2012