Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Eu, sinceramente, nĂŁo acredito no fim do amor.

Cada noite que Deus dĂĄ
meu amor, que esta no céu
despetala uma estrelinha
para ver se ainda o quero.

Alguns homens dizem que uma frota de navios Ă© a coisa mais bela. Digo que Ă© o amor (fragmento 16)

O amor nunca falha, havendo profecias serĂŁo aniquiladas, havendo ciĂȘncias cessarĂŁo.

Jesus Cristo
BĂ­blia, CorĂ­ntios 13:8

Que o amor seja um abraço prolongado com uma Ășnica intenção: cuidar.

Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz. Se não tiver, a gente inventa.

Eu acredito no amor. Não como uma salvação.
Mas como um prĂȘmio de quem consegue se achar.
E se conhecer.

FamĂ­lia: o Ășnico tipo de amor que nĂŁo te causa dor.

É que, quando amávamos, eu não sabia que o amor estava acontecendo muito mais exatamente quando não havia o que chamávamos de amor. O neutro do amor, era isso o que nós vivíamos e desprezávamos.

Clarice Lispector
A paixĂŁo segundo G.H. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.

Para atravessar agosto ter um amor seria importante, mas se vocĂȘ nĂŁo conseguiu, se a vida nĂŁo deu, ou ele partiu – sem o menor pudor, invente um. Pode ser NatĂĄlia Lage, Antonio Banderas, Sharon Stone, Robocop, o carteiro, a caixa do banco, o seu dentista. Remoto ou acessĂ­vel, que vocĂȘ possa pensar nesse amor nas noites de agosto, viajar por ilhas do PacĂ­fico Sul, GrĂ©cia, CancĂșn ou Miami, ao gosto do freguĂȘs. Que se possa sonhar, isso Ă© que conta, com mĂŁos dadas, suspiros, juras, projetos, abraços no convĂ©s Ă  lua cheia, brilhos na costa ao longe. E beijos, muitos. Bem molhados.

Caio Fernando Abreu
Pequenas epifanias. Rio de Janeiro: Agir, 2006.

Nota: Trecho da crÎnica SugestÔes para atravessar agosto, publicada originalmente no jornal "O Estado de S. Paulo", em 6 de agosto de 1999.

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A razĂŁo e o amor sĂŁo eternos inimigos.

O amor atrai amor.

Amor (...) é quando é concedido participar um pouco mais. Poucos querem o amor verdadeiro, porque o amor é a grande desilusão de tudo o mais. E poucos suportam perder todas as outras ilusÔes.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crĂŽnica Atualidade do ovo e da galinha (II).

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"O amor Ă© tudo que temos,
o Ășnico caminho pelo qual
um pode ajudar o outro..."

Amor Ă© quando vocĂȘ sabe tintim por tintim as razĂ”es que impedem o seu relacionamento de dar certo, Ă© quando vocĂȘ tem certeza de que seriam muito infelizes juntos, Ă© quando vocĂȘ nĂŁo tem a menor esperança de um milagre acontecer, e essa sensatez toda nĂŁo impede de fazĂȘ-lo chorar escondido quando ouve uma mĂșsica careta que lembra os seus 14 anos, quando vocĂȘ acreditava em milagres.

Ainda Ă© cedo e eu preciso de amor. SĂł um pouquinho de amor... Quero que ele veja o quanto mudei por causa dele, na esperança de que seu riso congelado saia do automĂĄtico e eu ganhe um Ășnico sorriso verdadeiro... Talvez meu amor tenha aprendido a ser menos amor sĂł para nunca deixar de ser amor.

Porque quando o amor existe, o que nĂŁo existe Ă© tempo pra sofrer.

Os impactos de amor nĂŁo sĂŁo poesia.

Os botÔes fragrantes ås vezes dão abrigo a lagartas; o amor devorador, de igual maneira, demora nos espíritos sublimes.

Fizeste-me acreditar que o verdadeiro amor nĂŁo pode ser negado.

Theresa Osborne
SPARKS, N. As Palavras que Nunca Te Direi. Lisboa: Editorial Presença, 2004.

Nota: Frase do personagem do livro "Uma Carta de Amor" de Nicholas Sparks.

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