Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O amor nĂŁo, ele nĂŁo Ă© tĂŁo benevolente, apanhar cansa, feridas doem e deixam cicatrizes, ele satura de ser "otĂĄrio" ou apenas escolhe ser "otĂĄrio" para outro que o corresponda.
O amor nĂŁo precisa de um beijo, de um olhar e nem sequer de um toque pra acontecer, ele simplesmente acontece.
"seja um sonhador, com muita garra e amor, sĂł nĂŁo esqueça que o tempo passa e da vida vocĂȘ nĂŁo leva nada, mais deixa as coisas melhores que vocĂȘ faça com amor e carinho.
"Toda vez que eu falo de amor
Eu falo de nĂłs.
Toda vez que eu escrevo
Ă pra vc.
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SĂł pra vc đ meu doce desejo.
K.W.
Eu afirmo que construi minha felicidade nela, amor é tipo uma droga até certo ponto, um sentimento que te deixa obcecado até a morte.
Eu vi um sacerdote e um levita indo ao templo pregar o amor que não vivi, a misericórdia que não exerce, e a bondade que tão pouca hå em seus coraçÔes.
Que ironia em pleno século XXI falar de amor, onde ninguém tem caråter, nem respeito por ninguém, nem educação.
São poucas as pessoas que tem Amor no coração, só existe ódio. Alguns acham que tem poder de posse, Outros tem o Ego maior que o coração.
Aos dezessete anos, eu comecei a passar fome
Eu pensei que o amor era uma espécie de vazio
E, pelo menos, eu entendi entĂŁo a fome que senti
E eu nĂŁo tive que chamĂĄ-la de solidĂŁo
NĂŁo seja tolo,
amor nĂŁo se implora,
nĂŁo se deve rastejar-se,
Amar Ă© caminhar com as duas pernas,
Ă© reciprocidade.
O frascĂĄrio amor
Forasteiro, vermelho, cru que assanha!
DĂĄ um tanto de hiena
Leva um pouco de cidadĂŁo
Grito unĂssono aterrador,
LĂĄ de onde vem
Mas sensual aqui
Nos segue e o seguimos,
Desde a infĂąncia a sequidĂŁo dos seios da morte
Por vezes sĂł pela pureza e realidade em um beijo.
Ela acordou com o travesseiro molhado.. chorou enquanto dormia e sonhava com um amor que nĂŁo podia ter.
à no calor do coração que Deus se manifesta,
é através do amor que damos asas ao bem...
à bem aà que a paz começa a brotar,
a se espalhar.
E fazer visitas frequentes a quem necessita de atenção, afeição.
Ă tempo de reconhecer as Maravilhas
de Deus, Ă© tempo de reconhecer as nossas falhas, perdoar e pedir perdĂŁo.
Ă tempo de amar a verdade, o prĂłximo, e se entregar a Deus como planta a ser regada.
Porque Ă© atravĂ©s da fĂ© que o nosso coração alcança o cĂ©u e sente a bĂȘnção que Ă© estar na vida!
Nem todas as grandes coisas surgem de uma grande dor. Ăs vezes, Ă© do amor. Nem tudo Ă© um sacrifĂcio.
Amor que se mendiga e não é reconhecido, pode ser tudo; ingratidão, vaidade exacerbada e até a soberba; menos amor.
O amor nĂŁo deveria ser pedido, mas sim espontĂąneo, verdadeiro, necessĂĄrio em quem oferta, tanto quanto em quem recebe.
Neste mundo vaidoso, o amor Ă© nada,
Ă um orgulho a mais, outra vaidade
Mentira! NĂŁo te quis... nĂŁo me quiseste...
Mentira! NĂŁo fui tua... nĂŁo! Somente...
Quis ser mais do que sou, mais do que gente,
No alto orgulho de o ter sido em vĂŁo!
