Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Yeshua, Seu Amor é como ondas violentas de um mar inquieto, onde não cessam ou descansam, mas perpetuam-se até encontrarem-me.
Que meu amor nunca se apague, mesmo depois de todas as brigas, decepçÔes e confusÔes. Que seja forte como a rocha, intenso como o brilho do sol e revigorante como chuva de verão.
E quanto mais amada por sà mesma, ela se torna ainda mais linda. Claro que receber o amor verdadeiramente de outro alguém seja bom, mais importante ainda é o amor desprendido por si mesma. E talvez esse seja o segredo de toda a sua beleza: não precisar da validação de ninguém...
Poema Noturno
Voz linda que soa em minha mente e sopra um lindo canto de amor, que se prende em mim e me faz suspirar; Ah...amo-te como nunca amei um alguĂ©m e vivo te eternamente em minh'alma! âĄ
O amor nĂŁo se submete as regras porquĂȘ , ele Ă© o padrĂŁo , nĂŁo se prende porquĂȘ Ă© livre , nĂŁo causa morte , porquĂȘ Ă© a fonte da vida nem se limita ao bem e ao mal pois estĂĄ acima disso, nĂŁo condena , mais nĂŁo deixa o perverso impune , Ă© justo e verdadeiro , infinito e infalĂvel , estĂĄ em tudo e em todos,nĂŁo pode ser provado(cientificamente) e nem desaprovado, pode ser visto mas nunca comparado, Ă© inexplicĂĄvel porquĂȘ nĂŁo tem começo , eterno porquĂȘ nĂŁo tem fim.
A sensação de estar livre Ă© incrĂvel, sĂł nĂŁo Ă© tĂŁo grande quando o amor, o amor Ă© maravilhoso.
Que nĂŁo seja imortal,
o nosso amor.
Que seja infinito,
que dure o tempo suficiente
para ser eterno.
"Amor Menina"
Um dia um homem
Amou uma menina
Sem saber como seria.
Esse amor se fez poesia
Mas se escondeu nos vales do impossĂvel...
Um dia esse amor, tanto quanto aquela menina,
Cresceu
E se tornou maior do que o tempo
E o destino...
Um dia um homem amou uma mulher
Um amor louco e maior que o tempo e
o destino...
Mas ainda parecia impossĂvel
Até que amor virou menino e o homem se rendeu ao tempo...
Tendo também o tempo se rendido ao destino.
Ah amor
Que o tempo regou
Ah destino que uniu os amantes,
Num louco e possĂvel amor.
Um amor menino
Sempre renovado.
Que seja, como se sabe,
Eterno
Em vĂĄrias vidas.
Amor menino
Amor menina...
Amor...
Sei que estamos em tempos diferentes, mĂĄs logo tocaremos no tempo e alinharemos nossos compassos.
Obviamente Ă© o que mais desejo.
Quero tocar simultĂąneamente contigo.
Te amo!
Meu amor!
Vem aqui preste atenção!
O negĂłcio Ă© que o meu sentimento por vocĂȘ aumentou.
O meu coração bate råpido.
Tenho vontade de te falar coisas lindas , mas me seguro.
Quero te emocionar mais.
Mas nĂŁo quero exagerar , bom, na verdade!
Queria exagerar muito đ€
Toda forma de amor Ă© vĂĄlida, proibida de ser censurada, obrigatĂłria de ser compreendida.
Pois o amor é o maior sentimento que o ser humano carrega consigo, a maior benesse, a maior graça do homem.
TOLICES
"Todas as cartas de amor sĂŁo ridĂculas"
Pessoa bem o disse, com razĂŁo
Uma fala de amor Ă© uma gotĂcula
No mar revolto e turvo da paixĂŁo
Pior quando hĂĄ palavras de ironia
Camuflando os agrores do ciĂșme
Instigando o torpor de uma agonia
Que surge, imotivada, num queixume
Prefiro entĂŁo ridĂculas tolices
DeclaraçÔes, ainda que mesmices,
Palavras ternas de doce sabor
EntĂŁo desejo pois de minha amada:
Se para me dizer nĂŁo tem mais nada
Diga-me ao menos tolices de amor!
INDIZĂVEL
Pobre incapaz, nosso vocabulĂĄrio
Que tenta definir o que Ă© o amor
Jamais o encontrarĂĄ no dicionĂĄrio
Quem nunca houver provado o seu sabor
Amor nunca se explica com palavras
à mais do que a maçã, mais que a serpente
Amor Ă© amo e faz de almas escravas
Amor Ă© servo e serve a quem o sente
Amor Ă© assim: princĂpio, meio e fim
Raiz e solo, orvalho e flor, jardim
Ă dupla eternidade em todo agora
Vida de dois em um, da carne ao pĂł
Dois coraçÔes pulsando como um só
Uma sĂł alma, que em dois corpos mora!
Oldney Lopes©
FUGAZ
Amor de sonho e vida e de esperança
Que por ventura e gĂĄudio logrei tĂȘ-lo
Foi sonho e vida que curtĂ com zelo
Com esperança firme e confiança
Mas triste Ă© amor que morre em tenra idade
Que Ă© de um sonho, quando cessa o lume?
Que Ă© da vida, evolado o perfume?
E da esperança, cessada a vontade?
Percebo deste amor o esvoaçar
Enevoar, perder-se na distĂąncia,
E dissipar-se em prantos eternais
Ă sonho - esvaĂdo ao despertar
Ă vida - envelhecida jĂĄ na infĂąncia
Esperança - chamada nunca mais!
Oldney Lopes©
DESDĂM
JĂĄ nĂŁo espero mais pelos carinhos
E muito menos peço por amor
JĂĄ percebo, nas flores, mais espinhos
E vejo sombra onde foi esplendor
Tudo o que peço agora é atenção
Um "bom dia", um "boa noite", um "tudo ok"
Presença que me extirpe a solidão
Uma resposta, um gesto ou um "nĂŁo sei"...
Prefiro um rude não ao cruel desdém
Quando só peço um doce querer bem
Rogo atenção e espero, paciente
Mas eis que essa alma, fria como um gelo,
Ignora e menospreza o meu apelo
Nem se cala, nem nega e nem consente!
VocĂȘ sempre serĂĄ pra mim
essa força, esse carinho, essa
cumplicidade, esse amor
mais do que verdadeiro,
que até hoje eu sentir.
-Diogo GallvĂŁo-
Me sinto tĂŁo seu...
Ă esse amor que sinto,
que me faz ser tĂŁo
dependente, de vocĂȘ...
-Diogo GallvĂŁo-
Para morrer, primeiro Ă© preciso estar vivo. E a Fera podia finalmente dizer que, ao encontrar o amor, tinha vivido.
A chuva caiu de repente assim como meu amor que eu sentia por vocĂȘ numa devastação destruindo tudo. A ĂĄgua escorrendo pela janela assim como as lĂĄgrimas dos meus olhos caindo
O barulho do relùmpago como se force meu coração se partindo
