Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Foi logo da primeira vez, que eu te beijei. Do sentido ele passou entĂŁo, foi pra memĂłria.
Na verdade depois de uns trĂȘs, me acostumei. tudo isso foi uma rotina, uma histĂłria.
Essa histĂłria se modificou
Pensando eu que isso era amor
Num atrito e outro, vem! voltar.
O meu corpo em outro, nĂŁo tocar!
Teve dias que mudei de cor
Depois disso vocĂȘ sĂł me usou
Esse atrito louco, revoltar!
Na hora de dormir recordar!
Hoje em dia vivo aquela dor
Depois disso vocĂȘ sĂł me usou.
...â Num atrito e outro, vem! voltar.
O meu corpo em outro, nĂŁo tocar!
Teve dias que mudei de cor
Depois disso vocĂȘ sĂł me usou
Esse atrito louco, revoltar!
Na hora de dormir recordar!
Hoje em dia vivo aquela dor
Depois disso vocĂȘ sĂł me usou...
â Tem coisas que sĂŁo para mim, e outras com formas diferentes com os mesmos sentidos, para outros.
â Eu nunca fui tĂŁo feliz em poder enxergar.
Guardarei seu rosto por toda eternidade em minhas memĂłrias,
eternizarei sua beleza em meu
coração,
amarei cada um dos seus
detalhes
e quando eu viver o luto por sua
perda
viverei a saudade do amor que me trouxe
vida.
â Dizem que para deixar de amar alguĂ©m Ă© necessĂĄrio esquecer, dizem que para saber se ama alguĂ©m Ă© sĂł reparar na quantidade de vezes que aquela pessoa vem na sua cabeça; Ă©, nĂŁo tevĂȘ um Ășnico dia que deixei de pensar em vocĂȘ...
Preciso reagir, vencer a inércia interior, cultivar o meu jardim, para colher flores e frutos de amor.
HĂĄ mais de 2000 anos que humanos se ensoberbecem e desdenham do Cristo Salvador, dĂŁo por lenda a maior prova de amor.
As delĂcias da vida estĂŁo na simplicidade do sabor, na sutileza de um sorriso e no sentir um puro amor.
Muito jĂĄ sorri, nĂŁo pouco eu chorei. Pesadelos jĂĄ sofri, lindos sonhos jĂĄ sonhei.
Na paixĂŁo me iludi, no amor realizei.
Qualquer dia vamos partir, mas um pouquinho de nós ficarå nos coraçÔes de muitos que em verdade nos amaram.
Na primavera apreciar a beleza da flor, no verão o frescor da ågua, o outono cada fruta e seu sabor. E no inverno? O calor de alguém e seu amor.
A vida tem suas fases, cada momento Ășnico de ser, todo instante tem seu milagre, importa-nos pois viver.
Nem sempre é mar de rosas, ou brisa suave a soprar, por vezes calamidades, furacÔes e tremores, mas precisamos ser resilientes, e cuidar bem de nossos amores.
â Quem o vĂȘ sorrindo ignora a dor que vem sofrendo, a realidade nĂŁo se traduz em reflexo de uma ocasiĂŁo, e ninguĂ©m sabe, amor ou Ăłdio, antagĂŽnicos em um mesmo coração.
Deveras pois, bem juntinho a dois. Melhor para aquentar.
DeverĂĄs entĂŁo, sempre em uniĂŁo, um ao outro suportar.
Ă vivendo que se aprender, um ao outro entender, duas partes por um todo, para enfim felizes viver.
Que Ă© a vida sem o amor? Ă um rio sem o mar, um pĂĄssaro sem ter onde pousar, uma chuva sem onde escorrer, uma metade sem a outra parte, para enfim se preencher.
Peço ao Pai Eterno assim, que me venhas abençoar.
Fazendo me capaz a cada dia, na grande arte de amar.
O Eterno Ă© amor, que possamos carregar, no profundo de nosso ser, SER capazes de amar.
Quem nĂŁo ama da pra ver, sem o brilho no olhar
Tem ausĂȘncia no teu ser, desse Eterno Pai ser par.
A dor do outro nunca serĂĄ maior que a sua, se nĂŁo tiver vivido ou sentido igual dor.
A dor do outro Ă© indiferente, ante a dor da gente.
Nao hĂĄ o que discutir ou mesmo ponderar.
A dor do outro com a sua pode até parecer, mas sente a dor alheia, sinta o caos maior, pare e aperceba, do semelhante tenha dó.
Os laços de aperto, muita das vezes podemos mesmo desatar, mas a dor do outro Ă© indizĂvel, insensĂvel tal qual capaz de se mensurar.
MisericĂłrdia clama o pobre moribundo sofredor, a dor alheia se ameniza, quando em cena entra o AMOR.
Ă como um fogo a arder, a consumir sem fenecer, e seu calor Ă© bom sentir
Ă a paixĂŁo, como impedir?
HĂĄ a a a, oh o o o hĂĄ a a a.
Eu queria estar contigo, nos teus braços repousar, relembrar grandes momentos, de quando eu pude ti amar.
Mas o tempo traiçoeiro, passou por nós sem avisar! E nem mesmo os bons momentos foi capaz de suportar!
Eu queria estar contigo, de mĂŁos dadas caminhar, como pois no tempo antigo, que passou sem avisar!
Linda histĂłria de amor, nĂŁo pode acabar assim
Se tu me queres ao teu lado, eu te quero sĂł pra mim!
