Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A carta chegou!
Cada um recebe sua vida para viverâ , e dela nĂŁo podemos fugir.
Viva com os olhos na gratidĂŁo e nada serĂĄ forte o bastantes para te desviar. Pondera tuas palavras e guarda pra ti alguns sentimentos.
A ti Ă© dado a possibilidade da escolha, percebe que nada muda antes do tempo.
Sossega, confia , agradeça, e faça o caminho das virtudes ser o foco de tua vida.
Paz esteja contigo.
Fica Bem.
â A cada qual seu prĂłprio entendimento
sobre o céu
sobre a terra
sobre o espaço
Mas uma coisa Ă© certa, tudo que amamos cuidamos.
Em varandas de ciprestes ao lado do PalĂĄcio Real inalo teu silĂȘncio respiro tua paz e recebo teu amor...
A escrita é um acorde da alma, ergue-se em porçÔes
para edificação dos åtrios interiores,onde habita
verdadeiramente vida em amor.
â Se a mĂșsica Ă© o som, Ă© a voz, que sĂŁo ondas, frequĂȘncias, e essas vibraçÔes sĂł ressoam quando estĂŁo na mesma sintonia, o medo Ă© de vibrar com intensidade com o som que sai da sua boca. Que me atravessou, colidiu o nĂșcleo das minhas cĂ©lulas que se expandiram em sensaçÔes e sentimentos de todas as cores, da mais bela paz ao mais perigosos dos desejos. Em sorrisos e lĂĄgrimas o segredo da existĂȘncia Ă© o amor.
Que tristeza sinto em meu peito,
Ă ruim estar insatisfeito,
Quando vocĂȘ enxerga que nada Ă© perfeito,
E seu corpo entra em rejeito.
HĂĄ pessoas que te encanta,
No fundo do poço te levanta,
Nos seus braços lhe sustenta,
Fazem da sua vida sua ferramenta,
E quando enjoam,
Desistem Ă toa.
Ainda quero acreditar,
Em um amor que me faz acordar,
Que de mim faça o seu lar,
E que possamos se somente se amar.
Que tristeza sinto em meu peito,
Quando vejo pessoas de todo jeito,
Que pelos sentimentos do outro nĂŁo hĂĄ respeito,
Brincam com eles e tiram proveito.
Que tristeza sinto em meu peito,
Por pessoas sem conceito,
Sujeitos,
Imperfeitos,
Cheios de defeitos.
Se aceitar ser moradia de alguém,
Não deixe que ninguém,
Tire o sossego,
Que vem do seu peito.
E tem que ser recĂproco,
Correspondente,
Bilateral,
Mutual,
RetribuĂdo.
â As vezes as falhas estĂŁo comigo,
NĂŁo sei,
Ă uma dĂșvida constante carregar a culpa de algo que vejo que nĂŁo Ă© construĂdo somente comigo,
Uma hora, bem menos, estamos bem.
As outras horas, quase sempre estamos em campos de guerra/batalha.
As guerras/batalhas que travamos saĂmos vivos,
Mas a alma fica desgastada.
E, nĂŁo estĂĄ sobrando tempo para cicatrizĂĄ-la.
A todo momento um "Adeus",
E esse "Adeus", aos poucos nos distancia.
E,
NĂŁo sei como ficarei depois,
NĂŁo sei como viverei depois,
NĂŁo sei como sobreviverei depois,
NĂŁo sei como serĂŁo minhas noites,
NĂŁo sei como serĂŁo meus dias,
NĂŁo sei como serĂĄ a vida,
NĂŁo sei como serĂĄ lidar com a saudade,
NĂŁo sei, nĂŁo sei de nada.
Sei que irĂĄ passar,
Mas sei que, talvez nĂŁo seria o que desejaria para o hoje..
â FORĂA DE MAE
MĂŁe,
Tu nĂŁo me deu sĂł a vida.
me deu coragem pra vivĂȘ-la
Tua luta virou minha armadura,
teu amor, meu escudo de guerra.
Se hoje eu nĂŁo desisto,
é porque herdei tua força.
â DESSE SENTIDO
Ser mĂŁe Ă© nascer de novo sem morrer, Ă© sorrir com os olhos cansados, Ă© ser o lar mesmo sem paredes, Ă© amar sem medida e entender que o sentido da vida cabe inteiro no colo.
Faça o bem, se dedique a alguém. Ajude e não seja mais rude. Plante, cante, sorria, viva. Faça o que for, mas lembre-se de fazer o bem
â Aqui Ă© onde a desistĂȘncia encontra redenção, onde a poesia nasce do fracasso e onde ser honesto dĂłi, mas cura.
â Amar de verdade, Ă s vezes, Ă© saber deixar ir, com a dignidade de quem sentiu tudo, mas nĂŁo precisa mais provar nada pra ninguĂ©m.
â Abraçar a sua sombra Ă© parar de fugir do espelho. Ă olhar pra dentro e dizer âeu sei o que vocĂȘ fez" âe mesmo assim, ainda te amoâ âporque vocĂȘ Ă© tudo o que me sobrou e tudo o que me trouxe atĂ© aqui.â
Ninguém é inteiro sem seus pedaços escuros.
Ninguém é forte sem suas quedas.
Ninguém é livre sem primeiro encarar o cårcere da própria mente.
â A ausĂȘncia deixa espaço. E Ă© nesse espaço que mora a dor. A memĂłria do que jĂĄ foi e talvez nunca tenha sido do jeito que a gente lembra.
Aqui a tempestade ficou engarrafada e o sentimento não resolvido é transformado em memórias que a gente não queima porque o cheiro da fumaça lembra casa.
â VocĂȘ diz que vai embora.
Eu digo âvaiâ, mas minha voz treme.
VocĂȘ diz que me odeia.
E eu rio. Porque sei que no fundo vocĂȘ sĂł nĂŁo sabe mais amar.
Nem eu.
A gente se estraga melhor do que se ama.
Mas tem alguma coisa nesse caos que parece casa.
Alguma coisa doente, instĂĄvel, mas familiar.
â Mas agora eu uso a tua ausĂȘncia como um casaco: grande demais, pesado demais e cheio de coisa tua.
Ainda me aquece.
Mas sĂł machuca.
â Tu chegava como quem acende as luzes da sala e pergunta se eu quero ficar.
Mas a cada resposta minha, desligava uma lĂąmpada.
E eu, tateando no escuro, comecei a achar bonito tropeçar em vocĂȘ.
Pior: comecei a achar que amar era isso.
Tentar caber em alguém que jå estå cheio de si.
