Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"Garçom, mais uma meia dĂșzia de tequilas e uma caipirinha, por favor, porque esse frio exalta solidĂŁo."
Nada melhor do que o tempo passar e assim acertar tudo Ă sua volta.
Tempo Ă© algo britĂąnico, ele nunca atrasa. Se vocĂȘ nĂŁo se leva, ele te arrasta. A vida passa com o tempo, nĂŁo o contrĂĄrio. O tempo se isenta de si. Ă auto suficiente! VocĂȘ nĂŁo.
O tempo nunca vai embora, mas vocĂȘ sim.
O tempo nĂŁo pĂĄra, vocĂȘ sim, mas vive na memĂłria que, um dia o tempo poderĂĄ apagar ou nĂŁo ...
EntĂŁo o seu tempo Ă© agora, e nĂŁo existe outro tempo de outrora que poderĂĄ lhe emprestar de volta o passado perdido. Mas o tempo perdido depende sĂł de vocĂȘ, e se vocĂȘ quiser perdĂȘ-lo, o problema serĂĄ internamente seu.
Biblicamente falando: "Existe Tempo Para Plantar, e Tempo para Colher. Existe tempo de se levantar, existe Tempo para deixar acontecer, tempo de viver, tempo inevitĂĄvel de morrer, muitas vezes sem poder se despedir, chorar, sorrir, perdoar ou ao menos, pedir perdĂŁo.
Me olha, mas nĂŁo me vĂȘ
Me beija, mas nĂŁo me toca
Me ama, mas nĂŁo confessa
Me procura, mas nĂŁo me encontra
Me deseja, mas me ignora
Me incendeia e vai embora
Me enlouquece e me fascina
Me provoca e me domina
E eu, o quĂȘ posso fazer?
Sou teu amante escondido
Em pĂșblico sĂł um amigo
Por muitos desconhecido
Mas vocĂȘ me conhece bem
E sabe que o seu desdém
Ă o que acaba comigo
"Muitas vezes o que importa Ă© mostrar que vocĂȘ se importa! Ainda que o outro nĂŁo perceba, a gente nunca perde ao doar amor." â€
"Massa Ă© otimizar quem somos! Parafraseando Mario Quintana - ser autĂȘntico Ă© um nobre desafio - Seja a melhor versĂŁo de vocĂȘ mesmo."
Ela te ama, mas enquanto vocĂȘ decide se a quer ou nĂŁo, tem outra pessoa a querendo. Com muito mais vontade e desejo. Com tudo aquilo que ela queria que estivesse vindo de vocĂȘ, mas que vocĂȘ nĂŁo quer. Acontece.
O interesse de outra pessoa, certamente surgirĂĄ.
E aĂ ela pode querer e vocĂȘ vai acabar ficando sem ela. Ou vai ficar com as outras que nĂŁo te querem como ela.
E ela pode encontrar mesmo, alguém que não queira brincar de cozinha-la em banho-maria.
Ă complicado? Muito.
VocĂȘ nĂŁo deixa de ser especial, ela sĂł cansou sabe?
NĂŁo estĂĄ trancando a porta, pelo contrĂĄrio, estĂĄ bem aberta.
SĂł cansou de brincar de banho maria e ter que lidar com intensidades sĂł quando vocĂȘ quer.
Ela espera que vocĂȘ fique bem, que esteja bem. Que mande notĂcias as vezes. Ela gosta de saber da sua correria, seus planos e ideias.
Enquanto isso, ela estĂĄ correndo para a vida, e manda notĂcias quando der.
Continua achando, porĂ©m, que no final vocĂȘs vĂŁo dar certo.
A tristeza pela perda faz parte do sentimento humano, a familia supera e a transforma em um bom sentimento de que iremos nos reencontrar.
Ama-me ,mas apenas o bastante a ponto de que nĂŁo desdĂ©m do que posso oferecer-te. O tudo que estĂĄ em mim , Ă© o que guardei de vocĂȘ. Eu sou vocĂȘ em mim ,e nada mais que Ă© meu posso te dar. NĂŁo divido vocĂȘ,nem contigo.
cavei um buraco profundo enchi do meu a(mar), mas esqueci que nesse grande mundo, havia pessoas rasas
Sozinho, ouvindo 'Sozinho', vou amando vocĂȘ em meus pensamentos. Ăs vezes, nĂŁo nego, sinto 'peninha' de mim; mas, mesmo assim, cuido, a distĂąncia, de quem eu mais desejo: VOCĂ!
Em meio a toda esta saudade, paro para pensar em vocĂȘ. No quanto te amava e o quanto me faz falta.
E nesta mistura de sentimentos me sinto culpado, e procuro culpados, algo que justifique tanta dor e sofrimento. Percebo que por mais que queira alguĂ©m ou algo para me agarrar, para justificar tudo isso simplesmente nĂŁo hĂĄ! A morte nĂŁo Ă© justificĂĄvel, nĂŁo Ă© consolĂĄvel. Nunca, nada, nem ninguĂ©m substituirĂĄ vocĂȘ.
âșLĂĄgrimas de Minha MĂŁe
Hoje vi minha mĂŁe chorar
Foi uma cena terrĂvel de aguentar
Corri para ela e perguntei o motivo das lĂĄgrimas
âNĂŁo me deixe, meu filhoâ
Vou lhe mostrar com rimas belĂssimas
Que vocĂȘ Ă© a rainha da minha vida
E farei com que nĂŁo haja dĂșvida
A senhora ficou grĂĄvida
JĂĄ fico em dĂvida , mas vamos lĂĄ.
Os valores da vida a senhora me ensinou
Sua força perante os problemas, me cativou
Foi a senhora que me motivou
A formar tantos versos que hoje me levou
Ao novo conhecimento, sempre me incentivou
Disse, âNĂŁo desista dos seus sonhosâ
As mĂŁes sempre chamam os filhos de anjinhos
JĂĄ a senhora me chamava de emzinho
VocĂȘ me deu a vida, pela qual aprecio tanto
Irei te dar uma casa, sua casa, mas por enquanto
NĂŁo quero te ver em pranto
VocĂȘ merece todo o meu amor quanto
Quero sim te ver chorar, entretanto
De alegria e felicidade que a senhora merece
Provavelmente estĂĄ a pensar âAtĂ© pareceâ.
A senhora me mimou muito, e agradeço
Meu amor por ti agora esclareço
Um pecado maior que aquele, desconheço
Não vou te abandonar, te peço
Para confiar na criação que tive em meu lar
Padeço em vĂȘ-la assim
Quero que a senhora ria, diga âSimâ
Gostaria de ser um poeta real
Pois assim, mostraria como seu amor Ă© surreal
Realmente, amor de mĂŁe Ă© irreal.
Alguns dias preciso me perder para poder me reencontrar.
Os dias custam a passar, e os meus pensamentos sĂŁo angĂșstias em meu ser.
Se nem ao menos sei onde estou, como posso te achar?
Em que lugar da sua mente vocĂȘ guardou a menina que um dia teve sonhos? Pra quem guardou seu sorriso mais sincero? Quiçå em meus sonhos mais belos. Quiçå se perderam dentro desses seus olhos tristes, os mesmo olhos em que me perdi tambĂ©m.
Quem dera eu pudesse entender o mistério que os seus olhos escondem, e que através deles eu pudesse conhecer toda a dor e todo amor que ali existem, talvez assim eu pudesse entrar.
Ah, minha menina. Quanta dor e pesar vocĂȘ colocou em teus ombros? Colocou o peso do mundo nas costas e pĂŽs-se a dançar. Ao te encontrar perdida, pude ver o quĂŁo perdido eu tambĂ©m estava. Pude deixar minhas dores e pesares e fui de encontro ao seu amor. Amor esse de quem nĂŁo sabe amar, amor esse de quem nĂŁo sabe se dar.
Eu encontro mil desculpas para estar com vocĂȘ, procuro em ti o que eu projetei. Meu amor por ti Ă© uma das minhas mais belas obras. Ă completo em si, hĂĄ toda alegria e toda a dor de uma vida. Nele cabe a imensidĂŁo do universo. Nele cabe vocĂȘ, mas nĂŁo me coube.
A vida nos pregou uma peça, a vida nos fez prisioneiros de nós mesmos. A vida nos fez companheiros e ela mesma fez questão de nos afastar. Somos unidos de corpos mas tão distantes de alma.
Ah, menina! Me ensina a ser leve, me ensina a te amar.
Amar, Ă© querer bem, Ă© querer estar sempre perto de quem amamos, Ă© sofrer juntos, Ă© chorar juntos, Ă© querer compartilhar alegrias, Ă© comer uma coisa gostosa e lembrar...Ă© ter coragem para mostrar o certo, e distorcer do errado, Ă© se preocupar com sua espiritualidade, Ă© agradecer todos os dias por ter a competĂȘncia de poder amar, amar e amar!
O privilégio de ser amado não estå correndo por entre cada gota de meu sangue nas veias de um corpo esgotado e cansado de apanhar por sentimentos.
O amor Ă© algo impiedoso, quente e fluente, que nos ensina a aprender, mas tambĂ©m a vingar. Aprender que, com o tempo, o sorriso que vocĂȘ dĂĄ baseia-se no rosto de outro ser. Vingar Ă queles que tentaram roubar o rosto, fazendo tua vida rotular algo que nĂŁo se emenda nos padrĂ”es amorosos.
Cå estamos nós, implorando por aprendizado e vingança.
