Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Eu aprendi que vocĂȘ nĂŁo deveria se comparar em ser melhor que os outros mas sim fazer melhor por vocĂȘâŠâ
Paz, palavra tão pequenina e tão significativa, afinal estar em paz é estar bem consigo e com o mundo, quem estå em paz estcom o coração cheio de amor e quem tem paz e amor estå mais perto de Deus
Vivo para mais um dia,
Acreditando muito em mim e que tudo darĂĄ certo,
Sei e consigo perdoar os que foram injustos comigo,
Me perdoo também , me cobro,mas não me culpo,
Sou resultado do que foram pra mim, do tempo e do Criador,
Agradeço por tudo o que vivi e nessa gratidão eu consigo ainda me encher de amor.
SĂł de pensar que poderiamos ter vivido momentos lindos juntos, momentos simples como andar de mĂŁos dadas pela rua, te abraçar por trĂĄs e sentir o teu perfume, deixar vocĂȘ estralar os meus dedos como adorava fazer, jogar vĂdeo game e fingir que adorava aquele jogo chato.
Me faz ver hoje que a felicidade estĂĄ nas pequenas coisas, e que o medo nos priva de vivermos histĂłrias verdadeiras e pura de amor.
-M-
O medo realmente virou um sentimento constante em nossas vidas, com relacao a despedidas e outras coisas, mas nunca podemos esquecer daquele amor que floresceu num banco de escola e que hoje se encontra rigido e resistente contra qualquer interferencia, todo dia eu me apaixono por algo novo que eu encontro na seu jeito, e acredite o "pra sempre" nao sao palavras vazias quando se diz no fundo dos olhos de alguem, pois e impossivel deixar uma linda princesa sem um principe
NĂŁo sejamos tolos, vamos parar de nos iludir, de insistir no que jĂĄ deu o que tinha que dar. Vamos deixar a teimosia de lado um pouquinho e vamos encarar a verdade: jĂĄ nĂŁo dĂĄ mais, acabou. Acabou aquela necessidade da paixĂŁo, do desejo, da companhia, acabou a ilusĂŁo de que Ă© eterno. JĂĄ nĂŁo faz mais tanto sentindo assim continuar empurrando com a barriga algo que nĂŁo estĂĄ tendo jeito de ir para frente. Vamos largar o drama adolescente e reconhecer que jĂĄ estamos grandinhos para bater o pĂ© e fazer birra. Vamos reconhecer que foi incrĂvel, que teve momentos Ăłtimos, inesquecĂveis, momentos tĂŁo bons que sĂŁo quase capazes de passar por cima de todos os ruins. Foram Ăłtimas risadas, abraços imensamente confortĂĄveis, gestos extremamente carinhosos, mas foram, jĂĄ nĂŁo sĂŁo mais. NinguĂ©m tem culpa, aconteceu, nossos destinos simplesmente se desentenderam ou pelo meio do caminho resolveram seguir rumos diferentes. NĂŁo nos resta mais nada a nĂŁo ser a certeza de quĂȘ o que passou foi bom, mas passou e chegou em um ponto que jĂĄ nĂŁo tem mais volta, insistir sĂł vai tornar as coisas muito mais difĂceis do que jĂĄ sĂŁo. Agora o que nos resta fazer Ă© seguir em frente o nosso caminho, sem olhar para trĂĄs, levando apenas as lembranças dos momentos bons, as liçÔes que aprendemos com os momentos ruins e a certeza de que valeu a pena em quanto durou, mas que agora nossos destinos sĂŁo outros e o que estĂĄ por vir Ă© ainda melhor do que tudo o que jĂĄ se passou. NĂŁo sejamos tolos, acabou, passou, estĂĄ na hora de recomeçar.
âQuando vens em meu pensar, exijo nĂŁo pensar, rendo-me Ă idiotice apenas para nĂŁo lhe manter em minha consciĂȘncia, em minha sanidade. Quando vens sou loucura. Loucura abĂssica.â
Alma de minha alma, tu vestes de luz meu coração quando reflete em meus olhos sua energia divinal.
âAlmejo ousadia
Permeando este ar
Quando aqui, deitada, fria
Um desejo a me esquentar
Pelo corpo
IntangĂvel
Trancafiado num sonho
InacessĂvel
Meu inconsciente em desatino
Quase uma psicose
A realidade que esvazio
Parto Ă s margens em metamorfose
Torno-me luxĂșria etĂ©rea
Reencarnação da Deusa LascĂvia implacĂĄvel
Triplicada em intensidade venérea
Vorazmente InsaciĂĄvel.â
âPor que a mim nĂŁo escreves? {2}
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Por que a mim nĂŁo escreves?
Por que, por que nĂŁo escreves?
Nesta essĂȘncia nĂŁo te inseres?
Sentes que sou-me o nada?
E tal nada nĂŁo alimenta o que queres?
Queres a vida de forma vasta?
Por que a mim nĂŁo escreves?
Por quĂȘ? Por quĂȘ? Por quĂȘ?
Tens inspiração em falta?
Que falta somente a mim,
Que dĂĄs aos outros, completa,
Como se fossem dignos de ti.
Por que a mim nĂŁo escreves?
Por que, tais letras, sufocas?
Uma carta como outrora
SĂlaba esmagada pelo tempo
Que descreve uma maldita histĂłria
Que frĂĄgil como uma brisa do vento;
Eu nĂŁo quero que me escrevas
Como quero⊠Como queroâŠ
Algo que transforme esta treva
Em teu conto dramĂĄtico eterno;
Eu nĂŁo quero que me escrevas
SĂł quero⊠Somente queroâŠ
Ser a protagonista que inventas
A sofrer em cada trecho mero.â
Podem atĂ© criar outro idioma, ou novas palavras, no entanto, elas jamais serĂŁo o suficiente para expressar tudo aquilo que estĂĄ dentro de mim, que pertence a vocĂȘ, te amo.
âPor que a mim nĂŁo escreves? {1}
-
Por que a mim nĂŁo escreves
Se te escreves ao respirares?
Se te respiras entĂŁo escreves
A cada segundo em que vives
E se nĂŁo vives tĂŁo vorazmente
Escreves Ă solidĂŁo e Ă tristura
No silĂȘncio que lhe persegue
Em meio ao sono que amargura
Escreves quando pensas
Em alimentares teus vĂcios
E se escreves para todos eles
Para que o existir seja longĂnquo
Por que a mim nĂŁo escreves?
Se nĂŁo lhe sou tĂŁo precipĂcio
Se nĂŁo lhe causo um sentir abismo
NĂŁo me escreves por sentires
Sobre mim o mais puro vazio
Sobre esta lacuna, inda assim
Tu poderias escrever-me
Ou contando-me os teus motivos
Do por quĂȘ a mim nĂŁo escreves.â
fostes embora e nĂŁo disseste adeus, nem aos teus, muito menos aos meus. cantarei aleatĂłrio, provisĂłrio, como as rimas de cordel, o sentimento Ă© a saudade, e a vontade de gritar aos ventos, com alento, sobre um sentimento, que se chama amor
âRasga esta estranheza
Traz-me uma razĂŁo
Conceda-me beleza
Sabor de emoção;
Prometa-me que fiques
Escreva-me que amas
Entrelaces no que incide
Uma paixĂŁo em chamas;
Toque este céu brando
Da minha boca rubra
NectĂĄreo esvai de manso
De dentro de mim Ă lua.â
