Indecisão
Nos perdemos em uma imensidão de agonia, deixamos tudo que é tardio sombrio, face iludida e dispersas, amores vividos e amado de verdade, talvez seja que nesse percurso não tenha mais vinda. Imerso limbo !
A flor mais bela do jardim és tu
Jasmim do campo com cheiro azul
O girassol e a rosa devassos ficam
Ao saberem que lhe suplico
Logo eu
Pequeno galho caído
Que te observa na inércia do horizonte
Diante um sentimento confuso
Onde há incertezas de que se devo ou não
Ir mais a fundo
Profundo o que senti ao me olhar
Simples gesto tocante
Me deixou perante
Uma indecisão sob o luar
Será que amar...
Será?
Te amo aqui dentro
Por fora, em toda lugar
Mas se eu falar?
Assustar-te ei
Por isso, silêncio
Silêncio de muito
E muito te amarei.
Fique com alguém que desperte em você sua melhor versão, e não a pior. Acredite, existe essas duas pessoas.
Sem textos, sem poesia.
uma relação saudável entre a mente e o coração para resolver qualquer situação.
Meus pensamentos ecoam, barulhentos, enlouquecedores, pouco a pouco perco minha sanidade, se esvaindo em lágrimas, lágrimas da indecisão, confusão de uma mente adolescente, a questão ser ou não ser, se repete inúmeras vezes, mas enfim, o que ser?
Ou o que não ser?
O não saber torna-se parte do ser, quando se pensa tanto como eu, e com tantos pensamentos, sozinho me sinto, a solidão torna-se rotina e com ela cada vez mais louco me encontro.
Momentos terminam em um segundo.
Pessoas são únicas.
Alegrias e aprendizado são presentes.
A vida é para ser aproveitada.
A indecisão e o medo paralisa.
E o tempo vai passando...
Decida-se!
Atitude!
Caminhe...
Porque o tempo não para.
“Saber se um dia vou te pertencer é um mistério até para mim que sou dona desse coração inquieto que inúmeras vezes já lhe disse não... Talvez lhe agradeça por isso futuramente, sei lá ando tão confusa ultimamente, que você nem tem ideia do quando... Ando muito perdida em um mundo que não permite “erros”, um mundo frio, sem graça... mas a graça vem quando penso em ti, quando imagino que talvez eu tenha a oportunidade de vê-lo durante meu interminável dia... às vezes me pergunto se o que eu sinto é AMOR e seu sou capaz e forte o bastante para lutar por você, embora saiba que você será bom para mim, me pergunto se isso é suficiente... Como inúmeras vezes já lhe falei, eu tenho medo...mas quem não tem? Talvez até seus medos sejam maiores que os meus.... sei lá só que quero que tudo siga seu rumo e que esse rumo seja o certo para nós dois...”
Quem é que viaja sem ter um destino?
Ou se perde ou no caminho desiste,
Mas não se sustenta tal desatino.
Ilha de pedra
Desesperou-se em fuga e remou forte, com muito peso de bagagem em tempestade naufragou
Flutuava sobre as águas inconstantes, adormeceu, o que sonhava em paz por instantes acordou
Não sabia onde estava, era frio incessante, doía nos ossos, sua alma amedrontou
O nascer do sol levava calor, sede, fome e esperança a quem se perguntava “quem sou?”
Não cessou seu inferno solitário, era muito quente, sua intensidade rugia e se desfazia
Não se pode ficar tanto tempo exposto ao sol, garganta seca, pouco gritava, pouco dizia
Neste mar de pedra não há abrigo que resfria, que agonia
Ali adiante haviam as águas e um vasto precipício de onde saltar
O medo das pedras afiadas exaltavam o grande risco de se detonar, machucar
O quão profundo e seguro seriam aquelas águas pra se mergulhar?
Quanto tempo sobreviveria ao sol a desidratar e queimar?
O impiedoso tempo indagava e obrigava uma escolha sábia tomar
Não se sabe como partiu
No fim desta história sabe-se apenas que foi o sol ou mar
Poderia escrever um livro, um diário, compor algumas músicas, até mesmo criar o roteiro de um filme.
Mas não me peça pra explicar meus sentimentos.
(As vezes)
As vezes penso
Quando olho para ela
E digo a mim mesmo
É melhor fazer nada!
Mas quando ela olha para mim
As vezes penso
Dizendo a mim mesmo
É melhor fazer alguma coisa
Se alguém sabe como resolver um problema, primeiro ela o mostra resolvido e depois ela apresenta o método.
Uma decisão certa evita que outras dez sejam tomadas. Como todas as ações, boas ou ruins, têm consequências, uma boa reflexão determinará o grau de aceitação dos resultados de uma decisão.
Odeio, quase sem perdão, quem me tira da solidão, promete ilusão e fica com joguinhos infantis dizendo não.
**"Entre o Silêncio e a Decisão"**
**(Verso 1)**
Aquela noite começou com um olhar,
Uma palavra errada foi o que bastou pra machucar.
O tom subiu, ninguém quis recuar,
E agora o silêncio é tudo o que sobrou pra eu escutar.
**(Verso 2)**
Eu sei que errei, talvez você também,
Mas esse orgulho só aumenta o que nos faz refém.
Tento ligar, tento pedir perdão,
Mas você não responde, e me deixa na escuridão.
**(Ponte)**
Me diz, vai ser assim?
Ou vai voltar pra mim?
Não me deixe nessa dúvida,
Isso me destrói por dentro assim.
**(Refrão)**
Quem cala consente, mas o silêncio dói,
Parece que o tempo para, mas a vida corre e destrói.
Se é pra ficar, que seja de coração,
Mas se for pra ir, por favor, me dê uma decisão.
Porque quem vive no talvez, morre sem razão.
**(Verso 3)**
Repasso as cenas, cada frase sem pensar,
Tantos planos jogados ao vento no calor de um brigar.
Eu só queria um sinal, só um porquê,
Pra saber se ainda existe chance de eu e você.
**(Ponte)**
Me diz, vai ser assim?
Ou vai voltar pra mim?
Não me deixe nessa dúvida,
Isso me destrói por dentro assim.
**(Refrão)**
Quem cala consente, mas o silêncio dói,
Parece que o tempo para, mas a vida corre e destrói.
Se é pra ficar, que seja de coração,
Mas se for pra ir, por favor, me dê uma decisão.
Porque quem vive no talvez, morre sem razão.
**(Final)**
Eu só quero saber se ainda há esperança,
Ou se é hora de deixar morrer essa lembrança.
Seja sim ou não, só não me deixe assim,
Pois o que mais dói não é o fim, mas o meio sem fim.
