Incerto
Por que será que está tudo tão incerto? vejo em seus olhos minhas incertezas que me apavora sem enfrentar meu medo;
O que eu fiz que roubaram você de mim e o meu amor desconhece o gesto de adeus mesmo eu mudando de sonho não continuei na sua vida;
Já fui escravo de um amor incerto sem saber como iria me virar com um fardo da frustração;
Quero essa lua e tudo o que sinto, mas sabendo nem onde deixei ou se alguém veio roubar minhas verdades;
Estou na rua com lágrimas nos olhos e deixando ser levado a qualquer lugar;
Sem trilhas de meias verdades, distância onde o coração não alcance, mas sempre de um amor existente na vida.
Talvez eu seja um pouco incerto com minhas palavras de demostrar todos os meu sentimentos;
E pelo coração melhor não termos razão acordar para a vida e escolher sermos gente grande de tomar as decisões pelo coração;
Mesmo que eu falasse a língua do amor e entendesse a razão que nos faz estranho no mundo incerto, mas real;
Nunca se entregue se não for por inteira para viver com o mundo como em um sonho bom;
Sempre tive medo das horas que me levava as lembranças boa que ainda havia de você em mim;
Me envaideço na espera de um dia te ter próximo de mim;
Meu futuro é incerto por esperar algo fora do meu alcance ou não saber como carregar;
Meus sonhos me levam a imaginar coisas plenas de que o querer faz questão de ter;
Com os sentimentos que transbordam meus olhos nunca me arrependo por lutar, mas sem me vejo triste banhando-me com as lágrimas-adjuntas;
Que me ajudam a esquecer o que não tenho, porém me faz mais experiente para conseguir com honra e dignidade;
Meu tempo é incerto e minha vida é o lugar que tenho a oferecer, perdido e sem saber como prosseguir, confuso onde eu quero estar para provar o meu amor;
Eu poderia me jogar ao vento, ao mar ou até mesmo ao fogo para poder te conquistar;
Olhos nos olhos se fazem as certezas do que realmente queremos na realidade que comporta os devidos sentimentos;
Era estrada de caminho incerto
Incerteza que andava por perto
Andava, que...por ser caminho
Se chamava estrada
Ao contrário, que se pressupõe
Era sim, um caminho
Mas era apenas ida
Com pequenas diferenças
Havia lances de escada
Faces largas e falsos sorrisos
de cara cansada
Mais nada, além do preciso
Havia chovido e ressecado
E também de vez em quando
Tinha gosto de pão amanhecido
Com cor de aquarela
Dependia da luz
Vez em quando, desbotada
E bela no instante seguinte
Não falava nada
E também não era bem ouvinte
Era pressa, era espera
Era uma fera
Dessas, que parecem mansas
Que nem gente velha
de tão velha despertou pra vida
Cuja experiência
Convida a ser criança
Parece até que não pensa
Mas pensa
Bem mais que se pensa
E não se arrepende
Parecia justiça
Parecia que era
Só não digo que era
Porque era brasileira
E não pendia pros lados
Portanto, a chamo de estrada
Por enquanto é tudo
Mais nada.
Edson Ricardo Paiva.
"Num dia qualquer...num lugar incerto...tendo as estrelas a brilhar...te encontrei...te beijei...me apaixonei...foi assim...simples e fascinante...delirante...um dia...uma vida...nos encontramos...e para sempre...nós amamos."💞
marco na agenda
um futuro incerto
desejando que aconteça
conforme esperado.
expectativas derrubadas,
a realidade
é a verdade
que abraça o presente.
As palavras jogadas ao vento sem conotação são levadas sem destino a um lugar incerto; as palavras pronunciadas com a intensidade do sentimento verdadeiro brotam o amor.
Manhã de verão
A neblina era incomum e densa
O ar quase fumarento e incerto
Sua textura era absolutamente perfeita
Para uma manhã que estava apenas começando.
O sol surgiu detrás da neblina
O vento suave enroscava meus cabelos
Que voava suavemente.
Com a mente livre
Acompanhei os contornos do horizonte
E com a ponta dos dedos perlonguei
Até sentir o céu perto de mim.
Abruptamente percebi que estava só
Apenas eu e o mar
Afaguei minha pele
Senti o arrepio
Quando percebi o murmúrio suave das ondas...
O silêncio é a resposta das nossas incertezas, quando nos deparamos com o caminho incerto; nele encontramos nossa verdadeira identidade.
LEMBRANÇAS PASSADAS
Na palma das mãos, o passado, o presente e um futuro incerto.
Símbolos de sonhos, de lutas, de esperas. Nos olhos, a esperança.
Nos lábios, um sorriso esperançoso. Uma vida vivida.
Uma espera. Um lugar desconhecido, sonhos e mágicos momentos.
Um amontoado de ferro nas mãos. Entre os dedos trêmulos, uma espera
Uma luta vencida. Um recomeço. Uma vida nova. Um despertar.
No esquecimento, apenas o passado vivido.
Nos meus pensamentos, você. Momentos desconhecidos.
Minhas mãos frias de um inverno rigoroso
Ainda conseguem segurar o passado.
Olho pausadamente e nada restou para lembrar.
Apenas a máscara pendurada no chaveiro.
O propósito da vida é incerto. Quando trilhamos o caminho, buscamos aquilo que não sabemos ao certo o que vamos encontrar. E quando nos deparamos com o desconhecido, vamos entendendo que o real valor daquilo que desconhecíamos, é a realidade.
Tudo é incerto. As circunstâncias nos colocam a prova diariamente. Os planos a Deus pertence. Se a vida nos tira algo, é porque o prazo de validade expirou. Estejamos ligados. Os sinais servem para que lembremos de que a vida silenciosamente nos mostra o caminho.
De vez enquanto
O tempo passa voando
De vez enquanto
Um minuto parece um ano
De vez enquanto
Sobre a vida reclamo
De vez enquanto
Com a vida me encanto
De vez enquanto
Fico mal por me sentir só
De vez enquanto
Fico feliz por tantas pessoas
Sempre ao meu redor
De vez enquanto
Do amor quero distância
De vez enquanto
Me sinto amado e tudo amo
De vez enquanto
Vejo felicidades em todo canto
De vez enquanto
Fico triste e nem levanto
De vez enquanto
Sou eu mesmo
De vez enquanto
Com várias personalidades
Acabo me perdendo
De vez enquanto
Penso em um futuro feliz
De vez enquanto
Penso que o fim
Não está tão distante
De vez enquanto
Meus sentimentos viram versos
De vez enquanto
Verso nenhum mostra meus pensamentos
E nesse conflito, quem sou é incerto.
Encontramo-nos na situação dos viajantes de um trem que pára, por causa de um acidente e, no ponto em que a luz do início do túnel já não pode ser vista e a luz do fim do túnel é tão pequena e fraca que o olhar deve buscá-la continuamente, perdendo-a vez ou outra, até que chega um momento em que a luz do início e a do fim se convertem em algo incerto.
