Incentivo a Leitura Lingua Portuguesa
No anonimato da para fazer muitas coisas, se seu coração for forte e sua língua curta, porém escolhe o que e certo diante de Deus.
Você não imagina a liberdade que é pra mim atuar na minha língua, em português, é libertador. Tem toda uma profundidade emocional quando você diz algo em sua língua materna.
Sentaria na calçada com você,
para admirar as estrelas.
Mas você não entenderia a língua das estrelas,
e não toleraria ouvir-me te explicar.
Pátria expatriada
Sou de uma terra em que falar a própria língua revela torpeza, de uma terra em que o sotaque conta mais que o conteúdo da mensagem, da terra em que ter a pele parecida com o dia confere-te o previlégio vil de subvalorizar aos que com a noite se parecem, eu sou de uma terra assim!
Sou de uma terra em que agricultores e componeses têm as suas terras expropriadas de baixo de uma inerte consciência de um Estado que tem a agricultura como base de desenvolvimento, sou de uma terra em que paradoxos e antíteses nos são compatriotas, terra empobrecida pela riqueza alheia, eu sou desta terra!
Sou de uma terra em que tudo faz a população para se tornar cidadã, paradoxalmente o precário Estado tudo faz para converter os poucos cidadãos em população.... E o que será dos que nem cidadãos chegaram a se tornar? Eu sou de uma terra igual a esta!
Sou de uma terra em que se conformar com a miséria fraternal garante a riqueza subjectiva, da terra em que a noção do alfabeto torna-te inimigo do Estado, ambos somos desta terra, eu e a minha nação!
Sou de uma terra em que os recursos beneficiam os parecidos com o dia, de uma terra em que os compatriotas vivem de fragmentos dos cidadãos seculares, sou igual àqueles que clamam por dignidade e auto-determinação como nação, os desta terra!
Sou da terra em que a fraternidade nos une até que os direitos nos categorizem, deveres temos iguais, e até temos mais... Eu e a minha nação, nada queremos além de cidadania, sou da pátria da minha nação, uma pátria presente nas mentes dos nossos, eu e a minha nação!
Acabei de morder minha língua e por um instante pensei que seria fatal, mas o veneno não teve força suficiente para me derrubar!
A Língua: Um Poderoso Instrumento do Bem e do Mal
A língua é, sem dúvida, um dos maiores dons do ser humano. Com ela, experimentamos os prazeres da vida, degustamos o doce, o amargo, o azedo, o quente que aquece e o frio que gela. Ela nos dá a capacidade de saborear as delícias do mundo, transformando simples alimentos em experiências inesquecíveis. No entanto, a língua vai muito além do paladar. É um instrumento poderoso que pode construir ou destruir, alegrar ou entristecer, unir ou separar.
A mesma língua que elogia também pode ferir. Aquela que abençoa pode amaldiçoar. Ela pode ser nossa maior amiga, mas também a mais perigosa das inimigas. Por meio dela, pronunciamos palavras de amor, apoio e verdade, mas, se mal usada, ela se torna um veículo para mentiras, calúnias e destruição. Muitas vezes, as palavras que saem de nossa boca têm o poder de ferir profundamente, de provocar sofrimento, de destruir relacionamentos e vidas.
E você, o que está fazendo com a sua língua?
Como diz o versículo em Mateus 15:11: “O que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem.” Essa frase nos faz refletir sobre o impacto das palavras que proferimos. Elas têm um peso imensurável, e cabe a nós decidir como usá-las. A língua, quando usada para o bem, pode abençoar, promover a paz, inspirar e trazer alegria. Mas, quando usada para o mal, ela semeia discórdia, mágoa e arrependimento.
Será que suas palavras têm promovido o bem ou causado sofrimento?
É por isso que precisamos de cuidado. Muitas vezes, o silêncio pode ser mais sábio do que palavras precipitadas. Uma língua quieta e controlada é santa; ela não provoca danos, não espalha mentiras, não gera sofrimento. Mas, quando se exalta, movendo-se sem controle, pode causar reações devastadoras, tanto para quem fala quanto para quem ouve.
E você, tem usado sua língua para edificar ou para destruir?
Devemos usar nossa língua para abençoar, edificar e trazer o bem ao próximo. Que nossas palavras sejam verdadeiras, que sirvam para apoiar e confortar, para expressar amor e gratidão. Porque, ao contrário, quando a usamos para espalhar mentiras, injúrias e calúnias, ela se torna um inimigo poderoso, que destrói não apenas a nós mesmos, mas também aqueles que mais amamos.
Pense: suas palavras têm sido um reflexo de bondade ou de egoísmo?
A língua tem o poder de ser uma ponte ou um abismo. Cabe a cada um de nós decidir como usá-la. Que ela seja um instrumento de luz, um reflexo do melhor que podemos oferecer ao mundo. Afinal, é com ela que damos forma às nossas intenções, e é com ela que podemos escolher construir um legado de bondade e verdade.
E agora, ao final desta reflexão, pergunte-se: o que você está fazendo com a sua língua? Use-a para espalhar amor, paz e bênçãos. Assim, ela será não apenas uma dádiva, mas uma fonte inesgotável de alegria e significado para você e para todos ao seu redor.
Amo Libras porque é a lingua que transcende o som e mergulha na beleza dos gestos. É a expressão do amor, da inclusão e da diversidade. Cada sinal é uma forma de comunicação carregada de significado, capaz de unir pessoas de diferentes origens e culturas. É a língua dos sentimentos, onde as mãos falam e os olhos entendem. Amo Libras porque através dela podemos nos conectar de maneira profunda e autêntica, celebrando a riqueza da nossa diversidade. É uma lingua que enriquece nossas vidas e nos ensina a valorizar cada momento de comunicação. Amo Libras e tudo o que ela representa!
A verdade é palavra encravada na língua de cada um,
assim como a justiça se autentica de verdade nos fatos.
A verdade se constata nos atos verídicos.
E nos autos lícitos, justifica-se.
De nada adianta orar de fazer calo na língua e nos joelhos, e depois fazer calo na língua de tanto falar mal das pessoas.
Se você não for capaz de abrir a sua boca para edificar a vida de alguém, controle a sua língua e não deixe satanás te usar para levar almas para o inferno.
Mãe é verbo
Mãe é verbo.
Na língua da eternidade,
o feminino de Deus é silêncio grávido,
é oração de nove luas,
é evangelho que se derrama em leite.
E o Verbo se fez carne.
Não apenas carne —
mas ventre,
e, na tessitura de sangue e espera,
aprendeu a amar antes de saber o nome do amor.
A Mãe —
quarta pessoa da Trindade,
ausente nos púlpitos,
presente em todos os partos.
É ela quem cria o Deus que vai chorar no mundo.
A teologia não sabe,
mas o coração conhece:
Deus ensaiou o milagre da vida
no corpo que aceitou perder-se
para que outro existisse.
Todos são filhos.
E, por isso, antes da cruz,
houve um útero.
Antes do sacrifício,
houve uma mulher dizendo “sim”
com o ventre e com a alma.
“As vezes cansa ser personagem e autor, pois mesmo tendo criado todo enredo da história a língua nos obriga a respeitar as regras gramaticais e de pontuação. Talvez escrever seja como no viver.”
Não levo desaforos para casa para mostrar educação... Não quer ouvir? Então Segure sua língua. Porque eu não uso máscaras.
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