Imparcialidade
Que um juíz aojulgar sejaqualfor acausa, sejasempreladeado pelos
príncipios daimparcialidade, e que
o senso dejustiça seja de igualdade,
para todos,que opendão da justiça, seja
erguido, e sustentado pelaequidade, pela ética, moral, e rigor da lei.
DOMINAR COM PROPRIEDADE E IMPARCIALIDADE
Por Nilo Deyson
Caros amigos Leitores e seguidores de rede social, hoje venho trazer uma importante reflexão.
Sabe aquele livro que você leu, pois bem, não estacione sua nele uma verdade absoluta.
Temer o homem de um livro só, é ser prudente. Pois a vida fica sem cor, sem vida...
Nesse sentido, é muito importante criar hábitos de leituras diversas, afim de ampliar horizontes e até mesmo conhecer o novo, mudar de direção, saber direito, ser profundo, dominar e deixar ser dominado sem contudo cair no pecado da paixão por uma única idéia.
A medida que você ler muitos livros, você cria uma bagagem interessante que te leva por caminhos jamais antes cogitados!
Não se pode dialogar com alguém pragmático, fanático e que se prende em uma só idéia ou ideologia.
Até é compreensível ver uma pessoa presa em defender sua ideologia, o que não pode acontecer é ver essa mesma pessoa, demonizar as demais por pensarem de modo diferente.
Nesse sentido, a literatura ajuda muito na ampliação da mente humana, elevando seu entendimento e seu modo de ver a vida, e se a pessoa for bem atenta, buscará a imparcialidade nos discursos da vida, mesmo que tenha suas convicções, ela terá como prioridade o diálogo, a compreensão de perceber universos diferentes dela.
Posso falar por mim, eu, Nilo Deyson, pois a literatura de fato me fez ver um mundo colorido, pessoas diferentes, porém, com humanismo e compreensão.
Não somos e nem temos a pretensão de ser donos de nenhuma verdade, no entanto, é bem melhor viver em paz do que em guerra, logo é preciso criar o hábito de ler um pouco de tudo.
Quando você se agasalha na imparcialidade, você não anula suas ideologias, ao contrário, você se torna apto ao diálogo sem preconceito, podemos até perceber nisso, uma inteligência emocional.
Portanto, fica a dica, para que todos nós possamos sim, ler além de nossos horizontes, além de nossas barreiras, vencer e ultrapassar medos e achismos.
Não importa o tema, a estrutura da obra, o autor ou a quantidade de páginas; o que de fato importa é a construção do conhecimento, da cultura.
Enfim, a cada livro que você for ler, lembre-se de não abandonar a leitura por motivos ideológicos, isto é, não olhar com paixão e sim com domínio e imparcialidade.
Tudo com foco e disciplina, basta ser organizado e ter planejamento na leitura.
Dica do seu amigo, Nilo Deyson.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo.
"Um professor que não acredita na possibilidade da imparcialidade do ensino, ou pelo menos na imparcialidade do ensino como ideal regulador, é como um juiz que não acredita na justiça e defende que é só uma questão de quem tem mais poder conseguir obter o que quer à custa dos outros."
Advogado que não age com honestidade e com imparcialidade, não é advogado, é um bandido que deve ser expulso da ordem a que pertence.
A imparcialidade é quase uma Utopia humana, n somos capazes disso, sempre elevamos um lado discretamente ou descaradamente, cada um escolhe sua forma .
“A crítica é a arte de apreciar méritos ou deméritos com imparcialidade, tendo como único objetivo o aprimoramento.”
A vida exige de nós imparcialidade nas escolhas, visão sistêmica para entender os caminhos, experiência para reconhecer o que vale a pena e coragem para manter a postura crítica diante das ilusões. Ser estrategista da própria jornada é cuidar dos próprios resultados, da nossa paz, da nossa verdade. Porque viver com propósito é ser competitivo nos sonhos e sustentável na alma.
A imparcialidade, a verdade e a justiça, são virtudes das quais a imprensa atual está profundamente carente: imparcialidade, ao relatar os fatos como realmente são, sem pender para qualquer dos lados envolvidos; verdade, ao contar os fatos sem distorcê-los e/ou alterá-los e, por fim, justiça, não favorecendo a qualquer dos lados envolvidos e, quando necessário for, opinar com base na verdade dos fatos e não no conforto ou conveniência dos interesses ideológicos e econômicos seu e/ou de terceiros, para os quais se vendem ou se conluiam.
Somente após conhecer os dois lados do problema, o sábio conselheiro se alicerça na imparcialidade.
Para vencer devo deixar de ser imparcial!
Ficando neutro, permanecendo na imparcialidade perdendo o direito da iniciativa da tomada de decisão, fazendo que minhas atitude seja de conformismo, largando a decisão para outros tomarem.
Tendo de aceitar sem revogar, ficando no nada do nada e do nada não posso chegar onde almejo estar.
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