O governo não quer que você pense por si mesmo, no momento que fazer perceberá que o estado é ilegítimo, nefasto e cirminoso e que ele é o inimigo da sensatez e da liberdade.
Sob o estado de direito, o indivíduo é livre para perseguir seus fins e desejos pessoais, com a certeza de que os poderes do governo não serão usados deliberadamente para frustrar seus esforços.
De fato, o Estado não é maneta e nem poderia sê lo. Ele tem duas mãos: uma para receber e outra para dar, ou, melhor dizendo, a mão rude e a mão delicada. A ação da segunda subordina-se necessariamente à da primeira.