Ideia de Estado

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Não amar nenhuma vez na vida
é o mesmo que não ter se quer
a idéia abstrata do que é o inferno.
É nisso que consiste a verdadeira felicidade.

Tentar mudar alguém porque seu comportamento não nos agrada, está longe de ser uma boa ideia. É na autenticidade que o verdadeiro caráter se revela.

Tenho uma ideia, cuido do seu coração e você cuida do meu.



Frases que foram para o caderninho.

A ideia de que um dia os humanos vão cuidar uns dos outros e criar uma sociedade melhor é muito inocente. Eu vejo uma sociedade que se preocupa em destruir os outros, uma sociedade egoísta, doente. A geração dos meus pais foi de guerra, dos meus avós foi de guerra. Então, de onde saiu essa ideia estúpida de que um dia vamos viver em harmonia se não há relatos de que realmente alguma vez aconteceu? A história de muitas nações começa a ser contada com sofrimento, já se passaram muitos séculos e o sofrimento evoluiu. Que geração viverá essa tão sonhada utopia que muitos clamam?

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.

Nunca brinque com os sentimentos de uma pessoa, de forma alguma!
Você não têm ideia de quantas vezes ela teve que se erguer, nesta guerra chamada vida, para se manter firme e seguir em frente, lutando pela própria vida.
Machucar o sentimento das pessoas, simplesmente por diversão, é a pior agressão que se pode praticar.
Lembre-se. o mal que praticas hoje pode voltar contra ti amanhã.
Ainda existe a Lei do Retorno e será cobrado em triplo!

É engraçado como o destino funciona. Eu não tinha ideia de que a gaiola que eu estava construindo todo esse tempo era uma armadilha para mim. E quando me vi aqui trancado, pensei que era o fim. Mas não é assim que o destino funciona. Este é apenas o começo, porque era onde eu tinha que estar, exatamente onde eu tinha que estar... com você.

As pessoas têm uma ideia diferente dos políticos. Até votar neles.

A grande tolice da humanidade foi fazer do amor uma idéia. O amor é o instinto. Dar-lhe cérebro é entristecê-lo.

Primeiro Deus criou o homem... Depois teve uma idéia melhor.

Amor Amor ou Vinícius de Moraes


Há uma ideia do amor exclusivo. Como se houvesse uma única chance na vida de amar. Ou é o amor eterno, ou era mentiroso. Ou acontece pela vida inteira, ou não funcionou.

E, quando acertamos um casamento, as opções anteriores são consideradas falsas – necessitamos apagar o passado. E, quando erramos um casamento, as opções anteriores são vistas como legítimas – desperdiçamos romances melhores.

Trata-se de uma visão limitada, de contar apenas com um endereço para o nosso coração. Mas amor é cigano, amor é mambembe, amor é viageiro.

Mas amor é tentativa, amor é insistência, amor é rascunho, amor é esboço, amor é esgotar as possibilidades e se recriar diante delas.

Só porque você amou antes, não significa que não pode amar de novo. Ou, só porque você amou antes, não significa que o próximo amor é falso e está fingindo. Só porque você se declarou a alguém, isso não compromete as próximas declarações.

Só porque você disse que era para sempre e terminou, não quer dizer que é um fingido.Todos os amores podem ser verdadeiros. Todos podem ser influentes.

Haverá um maior, sim, um amor decisivo, um amor transformador, um amor real, honesto e justo: o Amor Amor.

O Amor Amor não é egoísta, não vai isolá-lo da convivência. Você se duplicará para os próximos. Passará a amar os amigos como nunca. Passará a amar a família como nunca. É tanto amor, que sobrará para muitos.

O que deve prevalecer no temperamento é não desistir, não se entregar para o ressentimento, não defender os sentimentos parados condenando os outros que permanecem em movimento.

Eu acredito que quem casa ou namora várias vezes não é carente. Quem casa e namora várias vezes não é desesperado. Está se moldando à alegria, a superar as diferenças, a se separar, a recomeçar, a sangrar sozinho, a entender as dores e as imperfeições. Apresenta mais chance de ser feliz. Pois a felicidade é maleável, é macia, é elástica. A felicidade é feita para quem tem coragem de sofrer.

Desesperado e carente é aquele que não tenta e vive reclamando, praguejando, amaldiçoando os demais. Desesperado e carente é aquele que se esconde tão bem, que não se encontra e não se dá de verdade.

Desesperado e carente é aquele que não namora ou não casa para não ter que trabalhar emocionalmente e não se decepcionar. Alimenta-se de sombras, de sobras, de rancores.

Amor não é uma vez, são várias vezes até encontrar a pessoa predileta. A pessoa necessária. A pessoa fundamental. A pessoa que supera sua idealização, que lhe devolve a vontade de atravessar suas idades e tempos.

Daí, você descansa por estar andando, como diz minha mãe.

Amor é descansar em estar andando. E andar de mãos dadas jamais cansa.

Autoconfiança é saudável, desde que não se transforme na falsa ideia de autossuficiência.

Eu tinha uma regra: melhor se entediar sozinho do que acompanhado. E quase sempre seguia essa ideia. Talvez por isso não tivesse amigos.

Sou partidária da ideia de que por vezes é preciso desigualar para igualar.

A Linguagem é formada por três etapas: o pretexto, que é a justificativa da ideia; o contexto, que é a argumentação da ideia, e o texto, que é a conceituação da ideia.

Porque julgar é mais fácil; dar a mão, não!
Criticar é melhor; sugerir ideia, não!
Apontar é mais confortável; entender o próximo, não!
Ser falso é mais atraente; dizer a verdade, não!
Ter inveja é um caminho mais curto; conseguir com o próprio esforço, não!
...Enquanto a gente preferir os atalhos errados, nunca seremos autossufissiente na vida, seja nos relacionamentos, no profissionalismo, ou em qualquer área de nossa vida.

No meio de tanto status, vaidades e a ideia de sempre ser protagonista e buscar algo/pessoas 'interessantes' eu prefiro a imagem da pessoa anônima. Ser comum nos dias de hoje por ser ir além. No ninho só tem espaço para o amor. Sem desfiles, postagens, protagonistas. Fora isso é só palha seca em troncos fortes ou ocos.

A vida é tão bela que a mesma ideia da morte precisa de vir primeiro a ela, antes de se ver cumprida.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

⁠Ninguém, nem o próprio João Calvino, afirmou a ideia do pecado original ou da justificação pela fé de maneira mais decisiva, mais clara e explícita que Armínio.

Se você tem uma mínima ideia que é a segunda opção de alguém, melhor fazer de tudo para ser a última ou melhor, nem entrar na relação. Não mendigue nada. Banco de reserva é pra jogador de futebol.