Ideia de Estado

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Este amor transcende o romântico; é um estado de presença que colora a existência. É a reverência pelo nascer do sol, o acolhimento das imperfeições, a mão estendida na dor. É a coragem de se doar sem garantias, de enxergar poesia no trivial e de florescer mesmo na aridez. É um verbo ativo que se faz no cuidado, no respeito e na celebração do simples fato de estar vivo. No fim, toda essa entrega e encantamento se revelam como uma única e profunda verdade: é um amor pela Vida.

⁠Se não houvesse tanta guerra no próprio Crime Organizado, o Crime Desorganizado — o Estado — acabaria se organizando.

⁠O Estado finge preocupação, parte assustadora do povo o acompanha, e as más réplicas de homens chutam as Mulheres para as estatísticas.


Enquanto o Estado ensaia discursos de preocupação — cheios de notas oficiais, campanhas sazonais e promessas que evaporam na próxima manchete —, uma parcela assustadora do povo aplaude, compartilha, relativiza e segue adiante como se indignação fosse apenas mais um filtro de rede social.


No meio desse teatro cívico, as nossas Mulheres vão sendo empurradas para as estatísticas.


Não como nomes, histórias ou ausências que rasgam famílias, mas como números gélidos que cabem melhor nos relatórios do que na consciência coletiva.


E o mais doloroso é que muitas dessas violências não nascem da força, mas da fragilidade disfarçada de poder.


São cometidas por más réplicas de homens — cópias mal-acabadas de uma ideia distorcida de masculinidade, que confundem respeito com medo, amor com posse, autoridade com controle.


“Homens” que não aprenderam que ser Homem nunca foi sobre dominar, mas sobre proteger sem oprimir, sobre existir sem esmagar.


Quando a sociedade normaliza piadas, minimiza agressões, culpa a vítima, silencia denúncias ou escolhe o conforto da neutralidade, ela ajuda a fabricar essas réplicas medonhas.


E cada silêncio cúmplice é um carimbo a mais na estatística.


Talvez o que mais falte não sejam leis, mas caráter coletivo.


Não sejam campanhas, mas coragem.


Coragem de educar meninos para que não tentem provar nada pela violência.


Coragem de não idolatrar bravatas.


Coragem de parar de fingir surpresa diante do previsível.


Porque enquanto a preocupação for performática e a indignação seletiva, as mulheres continuarão sendo reduzidas a pavorosos números — e a nossa humanidade, a uma mísera nota de rodapé.

Sem a ajuda do braço mais forte — parte da sociedade e do próprio Estado —, o crime jamais se sustentaria.


Ele não sobrevive apenas da astúcia dos que o praticam, mas da conveniência dos que fingem não vê-lo e da conivência dos que o retroalimentam.


Grande parte da própria sociedade que o demoniza também é criminosa, só comete crimes diferentes.


É no silêncio das instituições, na corrupção disfarçada de burocracia e na indiferença coletiva que o crime encontra solo fértil para florescer.


Enquanto a força que deveria combatê-lo continuar a servi-lo — por medo, interesse ou omissão —, a injustiça deixará de ser exceção para se tornar estrutura.


E nesse cenário, o verdadeiro perigo não está apenas nos que transgridem a lei, mas nos que a manipulam em nome dela.

Os apaixonados que acreditam que o Braço Armado do Estado existe para se curvar aos Caprichos dos Insensatos teriam muito mais hombridade se trocassem os Eventos Militares por Bonecas Inanimadas.⁠

Não sou contra um Estado nuclearmente armado por ser pauta da esquerda, nem contra o armamento civil por ser pauta da direita. Sou contra o armamento inconsciente, por ser cristão.

O encardido está decorando o salão nas profundezas para celebrar as bodas da Igreja com o Estado.


Não será festa de amor, mas banquete de conveniências.


O altar se mistura ao palanque, e os votos são jurados não diante de Deus, mas diante do poder.


As taças não transbordam de vinho, mas de vaidade.


O coro não entoa cânticos de fé, mas hinos de domínio.


Os convidados não são santos, mas cúmplices.


E enquanto a celebração se desenrola nos porões da alma coletiva, o povo, aturdido, dança sem notar que a festa é de luto.


Porque toda vez que a Igreja se deita com o Estado, quem sai órfã é a Verdade.

⁠Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.


Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.


Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.


A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.


O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.


E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.


É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.


Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.


O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.


E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.

⁠Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.

Apesar do carinho de alguns discentes que ainda resistem à Indiferença — entre o Descuido do Estado e a Romantização do Ofício — o Dia do Professor se sustenta mais em Reivindicações que em Comemorações.

Viver nesse estado não é uma escolha estética, é a única forma de habitar um corpo que já não reconhece o sol como uma promessa.

A alegria do palhaço depende muito do estado do espirito do espectador,é impossivel voce arrancar um sorriso de algum coração que expressa dor,isso é relativo antes se medica o coração,depois o estado emocional,não se pode curar uma ferida da tristeza com um band aid da alegria

Inserida por viniciusdoreggae

O Estado Democrático de Direito ,se rege pelo Devido Processo Legal,tal processo deve ser substanciado pela ampla defesa e contraditório,dar seguimento a um processo sem utilizar os elementos analogos ao Estado Democrático de Direito,lesiona a Paridade de Armas,e nos leva a autotutela.a autotutela é a maior homicida da Constituição

Inserida por viniciusdoreggae

Vejo seus olhos me guiando , você olha o meu estado . Me impressiona não ter fugido , você assiste minha morte lentamente e isso te proporciona um certo bem estar , pois seus olhos entregam a festa que acontece em seu interior .

Inserida por JessyAguiar

Hoje estou insuportavelmente FELIZ.
Porque a felicidade depende do nosso estado de espírito e a simplicidade dos pequenos gestos fazem toda diferença!

Inserida por deisebarreto

A vida é composta por uma trilha sonora
Cada momento...cada pessoa...cada lugar !
O nosso estado de espirito é o responsável por definir o tom.

Inserida por Cissasousa

Estado Civil: Precisando urgentemente de alguém que precise urgentemente de mim.

Inserida por Rafaeldisouza

Frequentemente a política é decidida por nós, humílimos servidores do Estado, mais do que por aqueles que, aos olhos do povo, governam...

Umberto Eco
O Cemitério de Praga
Inserida por meka

O Inconsciente é a mente do universo incerto, é o germe em estado latente do princípio consciente agregador da matéria.

Inserida por Valdirdomiciano

As responsabilidades da vida refletem nosso estado de equilíbrio derivado da posição da qual ocupamos na sociedade, podemos diagnosticar nossas dores e possíveis fraturas da alma, motivada pela altura em que nos encontrávamos antes da derradeira queda... Nossa vida é como a travessia de um prédio a outro através de um cabo de aço onde a paz de espírito e o equilíbrio, são as nossa únicas ferramentas para chegarmos ao outro lado e vice versa.
Logo, quanto maior a altura, maior se torna nossa responsabilidade, e maior deve ser nosso estado de equilíbrio do contrário, a queda se dará na mesma proporção.
Hoje, consigo observar com maior clareza uma das inúmeras parábolas do maior homem que um dia caminhou em nosso chão o então, Jesus Cristo onde ele disse; É mais fácil um camelo entrar na fenda de uma agulha do que um rico poderoso entrar para o reino do céus, por um lado, cada religião interpreta essa parábola de um ponto de vista que difere de outro, alguns entendem que para Deus tudo é possível, logo, Deus pode fazer um camelo entrar pela fenda da agulha devido seu poder, outros interpretam que camelo é o nome dado ao barbante usado na confecção do tapete persa onde pelo motivo dele ser espesso, fica difícil coloca lo na referida fenda, e a também quem diga que a agulha é o nome da entrada de uma cidade da qual o camelo tinha dificuldade de entrar por conta de sua corcova, logo, observo que a explicação para tanto é irrelevante ou seja, sem a menor importância, o que defino como de altíssima relevância é pura e tão somente o fato de Jesus colocar um grau de dificuldade na vida do rico poderoso e contudo, minha inteligência me força a crer que essa dificuldade se da pelo fato de que quanto maior se torna nossa riqueza, maior é o nosso poder e contudo, maior também se torna a nossa responsabilidade e nossa vulnerabilidade.
Diante o exposto enfatizo; Não, eu não estou na ponta de um baseado... Estou no oitavo andar de um aranha céu e outro com a convicção de que é necessário continuar subindo.

Inserida por JulioRamos