Ideia de Estado
A intolerância política e social são dois males absolutos que enfermam a sociedade e degradam o Estado Democrático e de Direito.
Em política os segredos de Estado são mera utopia, pois, muitos entes sabem o que se pensa ser segredo.
A origem da nossa Independência teve a nobreza do sangue vertido de inúmeros filhos desta terra, por isso, preservá-la não é apenas uma honra, mas, um imperativo cosmoestadual.
Políticos não são apenas homens guiados por convicções partidárias, são todos os que se preocupam com a sua comunidade, com a sua Nação e conservam no seu mais profundo indatimico o sentido honrado de cidadania e de Estado.
A política não nos pode tornar meros robôs a troco de cargos, ela deve significar para os que a fazem a alavanca essencial, para se conquistar o progresso sócio-político e ECONÓMICO de um Estado.
O rancorismo pode incomodar até mesmo em sua respiração. Não permita que esse estado emocional penetre seu Ser e assuma o controle sobre você, porque poucos estarão ao seu lado para ampará-lo
Ser ruim não é a programação original que Deus preparou para você. Se reprograme através das preces e todo seu interior voltará ao estado original do bem
As superstições foram criadas pelos brincalhões da vida por conhecerem o lado fraco do estado emocional do ser humano
Não pense que seu estado de prece fará você ficar mais próximo a Deus, se as suas atitudes não estão de acordo com os ensinamentos divinos
O salário mínimo empurra as pessoas para a pobreza. É uma fórmula perfeita: Não há nada mais preciso para destruir um indivíduo na sociedade que a expropriação-extorsão por impostos, a educação não oferecida, e a decisão coletiva sobre os merecimentos individuais nas interrelações.
Saiba que, diante de certas declarações, a interpretação dependerá do nosso estado emocional e também como nos sentimos diante dos outros; assim façamos uma inferência equilibrada e adequada para não ser tendenciosa e torna-se uma falácia!
"A censura do Estado sobre o cidadão é uma forma de violência simbólica, que busca impor uma visão única e homogênea sobre a realidade, negando a pluralidade de vozes e perspectivas."
Há na poesia um tal estado,
uma solitude diáfana
vindo em flechas invisíveis de luz pura,
que só os mansos de alma compreendem.
As funções do estado se dividem em duas: aquelas que podem ser privatizadas e aquelas que podem ser eliminadas.
O latifúndio escravagista exportador faz uma distinção ontológica entre sujeitos, de um lado aqueles reconhecidos como pessoas e que têm direito a um Estado protetor; do outro, sujeitos que caem ao estado de coisas e, para eles, não têm Estado protetor, só predador. Quando essas pessoas morrem, não tem dor, nem luto, nem lágrimas. Não tem história, nem nome, nem nada.
O estado tem a única função de manter o lucro e a dominação do capital, deixando de lado o fim das desigualdades sociais.
