Ideia

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Só a ideia de que possam perder suas almas, tortura meu coração e submerge-o num mar de amargura. Vós Senhor sabeis o quanto vos amo.

⁠Ela disse que talvez seria uma boa ideia dar uma chance a um novo relacionamento.
Depois de toda aquela turbulência do seu antigo namoro, ela percebeu que era hora de seguir em frente e dar uma nova chance para a vida. Fácil? Nem um pouco.
Entrar em um novo relacionamento sem as cicatrizes de uma passado é algo totalmente impossível, você não apaga o que viveu, mas é necessário buscar a SUPERAÇÃO.
Palavra de 9 letras que poucos conseguem entender o verdadeiro significado. Mas eu te digo minha cara leitora, nem tudo esta perdido.
Foi um termino ruim, eu sei que foi. Pois, os amores mais difíceis de serem esquecidos são aqueles intensos, que por algum acontecimento te fez mudar.
Mas não há nada de ruim em se libertar das algemas do passado e olhar para o presente. Isso para o presente! Não se maltrate tentando entender o que deu errado, seja mais gentil com você e olhe para frente.
Tenha a certeza que dentro de si, todo esse sofrimento dos seus términos, estão tentando te ensinar uma lição, mas você só irá conseguir aprender quando "deixar ir". Sabe nosso maior erro é nos algemar a qualquer migalha que possa nos remeter ao passado, seja uma foto, musica, um lugar.. No fundo gostamos de nos torturar de vez em quando futricando o passado a procura de uma lembrança só para não deixar o esquecimento chegar. E está ai o nosso maior erro! Digo "nosso" por que eu já passei/ passo por isso, e estou engatinhando na matéria amor. Mas uma coisa aprendi, superação é mais do que ocupar seu tempo e evitar lembranças, superar é você saber que seu passado estará lá, mas não importa, caso ele recaia no seu presente você irá conseguir encara-lo com seu belo sorriso.
Por que você descobriu que independente do motivo pelo qual aquela pessoa saiu da sua vida, você aprendeu alguma lição. Lição essa que só você pode me contar.
No meu caso a grande lição que aprendi é que apesar de todo sofrimento olhar para o presente e deixar as pessoas se aproximarem de mim sem julgamentos e sem minha armadura é o jeito mais certo de se buscar a felicidade.

Neste começo d’hoje
tuas costas negavam
qualquer espécie de outono
Afinal
a ideia de estação
é só um tema ilusional
engendrado por humanos
que nunca puderam desenhar
tua coluna vertebral
a dedo nu

1- Libertar-se da ideia de que errar não o certo. Às vezes erramos o caminho, para chegar no lugar certo.
2-Evitar erros no intuito de chegar no lugar certo mais rápido.
3-Entender que morte e vida são a mesma coisa, e não opostos...

A falta de disciplina está relacionada à perversão da educação e combinada a obstinação da idéia.

Uma verdade relativa é um abôrto do intelecto, uma ideia pobre e pouco pensada.

A minha forma de agir de acordo com cada situação, pensar e mudar de idéia de acordo com cada decisão.

Estou em meio a uma metarmofose. Não tenho a mínima idéia do que eu vou me tornar, esse é o meu maior medo. É pra mim ficar nervosa? Não? Tarde demais ! Eu quero ver no que eu vou me tranformar. Eu quero que o futuro chegue logo. Eu quero ver o final disso tudo. Me sinto como se uma coisa que eu carreguei a vida inteira esteja me deixando agora. Um medo, um amor, o que seja. Eu quero me ver livre disso. Eu quero banhar-me em águas desconhecidas, viver qualquer coisa que eu nunca imaginaria ter vivido. É pedir demais?

Vocês não fazem idéia de como custa caro manter este meu visual barato.

A ironia é tão prazerosa e a pessoa que a recebe nem mesmo faz ideia disto.

Você me acha anormal? Ah, você não faz idéia de como eu tenho orgulho de não ser igual a todo mundo

Hegel
A Idéia, A Natureza, O Espírito

Os três grandes momentos hegelianos no devir dialético da realidade são a idéia, a natureza, o espírito. A idéia constitui o princípio inteligível da realidade; a natureza é a exteriorização da idéia no espaço e no tempo; o espírito é o retorno da idéia para si mesma. A primeira grande fase no absoluto devir do espírito é representada pela idéia, que, por sua vez, se desenvolve interiormente em um processo dialético, segundo o sólito esquema triádico (tese, antítese, síntese), cujo complexo é obejto da Lógica; a saber, a idéia é o sistema dos conceitos puros, que representam os esquemas do mundo natural e do espiritual. É, portanto, anterior a estes, mas apenas logicamente.

Chegada ao fim de seu desenvolvimento abstrato, a idéia torna-se natureza, passa da fase em si à fase fora de si; esta fase representa a grande antítese à grande tese, que é precisamente a idéia. Em a natureza a idéia perde como que a sua pureza lógica, mas em compensação adquire uma concretidade que antes não tinha. A idéia, todavia, também na ordem da natureza, deveria desenvolver-se mais ou menos, segundo o processo dialético, das formas ínfimas do mundo físico até às formas mais perfeitas da vida orgânica. Esta hierarquia dinâmica é estudada, no seu complexo, pela Filosofia da natureza.

Finalmente, tendo a natureza esgotado a sua fecundidade, a idéia, assim concretizada, volta para si, toma consciência se si noespírito, que é precisamente a idéia por si: a grande síntese dos opostos (idéia e natureza), a qual é estudada em seus desenvolvimentos pela Filosofia do Espírito. O espírito desenvolve-se através dos momentos dialéticos de subjetivo (indivíduo), objetivo (sociedade), absoluto (Deus); este último se desenvolve, por sua vez, em arte (expressão do absoluto na intuição estética), religião (expressão do absoluto na representação mítica), filosofia (expressão conceptual, lógica, plena do absoluto).

Com o espírito subjetivo, a individualidade empírica, nasce a consciência do mundo. O espírito subjetivo compreende três graus dialéticos: consciência, autoconsciência e razão; com esta última é atingida a consciência da unidade do eu e do não-eu. O espírito subjetivo é estudado, em sentido vasto, pela psicologia, que se divide em antropologia, fenomenologia do espírito, psicologia propriamente dita. Não estando, pois, o espírito individual em condição de alcançar, no seu isolamento, os fins do espírito, de realizar a plena consciência e liberdade do espírito, surge e se afirma a fase do espírito objetivo, isto é, a sociedade. No espírito objetivo, nas concretizações da sociedade, Hegel distingue ainda três graus dialéticos: odireito (que reconhece a personalidade em cada homem, mas pode regular apenas a conduta externa dos homens); amoralidade (que subordina interiormente o espírito humano à lei do dever); a eticidade ou moralidade social (que atribui uma finalidade concreta à ação moral, e se determina hierarquicamente na família, na sociedade civil, no estado).

A sociedade do estado transcende a sociedade familiar bem como a sociedade civil, que é um conjunto de interesses econômicos e se diferencia em classes e corporações. O estado transcende estas sociedades, não porque seja um instrumento mais perfeito para a realização dos fins materiais e espirituais da pessoa humana (a qual unicamente tem realidade metafísica); mas porque, segundo Hegel, tem ele mesmo uma realidade metafísica, um valor ético superior ao valor particular e privado das sociedades precedentes, devido precisamente à sua maior universalidade e amplitude, isto é, é uma superior objetivação do espírito, segundo a metafísica monista-imanentista de Hegel, daí derivando uma concepção ético-humanista do estado, denominada por Hegel espírito vivente, razão encarnada, deus terreno.

Segundo a dialética hegeliana, naturalmente a sucessão e o predomínio dos vários estados na história da humanidade são necessários, racionais e progressivos; e necessária, racional e progressiva é a luta, a guerra, grças à qual, ao predomínio de um estado se segue o predomínio de um outro, a um povo eleito sucede um outro. Este, no fundo, tem razão sobre o vencido unicamente porque é vencedor, e aquele tem culpa unicamente porque é vencido. A história do mundo - com todo o mal, as injustiças, os crimes de que está cheia - seria destarte o tribunal do mundo. (O que se compreende, quando se faz coincidir o "ser" com o "deve ser", como acontece de fato no sistema hegeliano, graças à dialética dos opostos, em que os valores - verdadeiro-falso, bem-mal, etc. - são nivelados, porquanto igualmente necessários para a realização da idéia).

Se bem que no sistema hegeliano a vida do espírito culmine efetivamente no estado, põe dialeticamente acima do espírito objetivo o espírito absoluto, em que, através de uma última hierarquia ternária de graus (arte, religião, filosofia), o espírito realizaria finalmente a consciência plena da sua infinidade, da sua natureza divina, em uma plena adequação consigo mesmo.

Na arte o espírito tem intuição, em um objeto sensível, da sua essência absoluta; quer dizer, o belo é a idéia concretizada sensivelmente. Portanto, no momento estético, o infinito é visto como finito. Na religião, pelo contrário, se efetua a unidade do finito e do infinito, imanente no primeiro; mas em forma sentimental, imaginativa, mítica. Hegel traça uma classificação das religiões, que não passa de uma história das mesmas, segundo o seu sólito método dialético. Nessa classificação das religiões o cristianismo é colocado no vértice como religião absoluta, enquanto no ministério da encarnação do Verbo, da humanação de Deus, ele vê, ao contrário, a consciência que o espírito (humano) adquire da sua natureza divina.

Acima da religião e do cristianismo está a filosofia, que tem o mesmo conteúdo da religião, mas em forma racional, lógica, conceptual. Na filosofia o espírito se torna inteiramente autotransparente, autoconsciente, conquista a sua absoluta liberdade, infinidade. Como as várias religiões representam um processo dialético para a religião absoluta, assim, os diversos sistemas filosóficos, que se encontram na história da filosofia, representariam os momentos necessários para o advento da filosofia absoluta, que seria o idealismo absoluto de Hegel.

Minha vida mudou radicalmente não dá pra explicar como, mas só pra vc ter idéia, é como se eu tivesse encontrado com Deus e ele me dito com todas as letras o meu propósito de estar viva....

A obra de arte é o exagero da idéia. (“The work of art is the exaggeration of the idea.”)

Todo pensamento se constrói em cima de uma idéia, de um propósito, de uma visão; inversamente, uma pessoa sem saída, sem propósito e sem visão não tem nada de importante para dizer.

A melhor forma de ter uma boa ideia é ter muitas ideias.

“Menina, você tem ideia do bem que me faz? Talvez não, mas eu vou te dizer. Tem dias que eu não estou nada bem, aí sempre que vejo uma foto sua eu me alegro! É incrível, porque parece que todos os problemas somem ao olhar a sua imagem e ver o brilho que vem dela. Sei que de você tem muita coisa boa, de luz, de carinho, de amor… Querer estar com você é algo que eu desejo muito, nem que seja apenas 1 minuto, eu quero poder ver esse sorriso de perto e sentir esse abraço que deve ser tão gostoso de sentir! Ah, mesmo distante eu sinto como se você estivesse ao meu lado me dando força e dizendo para ser forte igual a você. Eu te admiro por muitas coisas, e mais por essa de ter essa essência de me fazer feliz! Eu amo você, e poder dedicar meu amor a você é gratificante ao meu coração.”

Há tempos já se discute a ideia de que nosso eu consciente é apenas parte de nossa totalidade. Qualquer pessoa com um pouco de auto-observação já percebeu forças distintas dentro de si, sentimentos contraditórios e partes de luz e sombras compondo a personalidade. E quem se preocupou em tentar compreender melhor esses habitantes internos é provável que já não culpe tanto os outros e o mundo externo por suas desventuras. É simples assim. Quem não reconhece sua própria dualidade interna e sua atuação inconsciente seguramente culpa o outro, prejudica o outro e principalmente, inveja o outro.

No entanto, quem vai percebendo não só a dualidade, mas a multi-realidade interna, percebe a atuação desses Eus invisíveis e vai assim, através da conscientização, retirando as projeções, modificando sua realidade e evoluindo seu caráter.

Por mais duro que seja, precisamos nos acostumar com a ideia de que somos passageiros na vida e que o nosso destino final não é aqui. Infelizmente, também não sabemos em qual estação devemos descer e nem em qual estação devemos nos despedir das pessoas que amamos.

Há gente muito querida que desce muito antes do imaginado... pensávamos nós que ainda teríamos muitos e muitos quilômetros pela frente. Sim, para alguns de nós a viagem é mais curta, mas não significa que seja menos intensa e importante.

Quantas pessoas passam pela nossa vida rapidamente e deixam tão valiosas lições? Mas a vida é assim, e nós seguimos viagem olhando para trás até a paisagem mudar, e ficar em nossa mente como uma fotografia bonita, que nos faz sorrir.

Você não tem ideia do quanto eu me preocupo contigo. Então faz um favor?
Se cuida.