Ideais
O extremismo marginaliza, enquanto que o bom
senso e a inteligência centralizam.
Respeitar ideais
sem marginalizar para direita ou para a esquerda,
requer sabedoria.
A perdição de um homem se limitar em seus ideais.
Acima de tudo e querer o que não é seu...
apropriando da ideia de outros.
Revise seus ideais e a forma que acredita ser a maneira certa de viver, depois analise o ambiente e as pessoas a sua volta. então se pergunte: Ambos se conectam ?
Podemos até mesmo ser homens e mulheres sonhadores que abraçados aos seus ideais, almejam um amanhã longe de todas as mazelas que nos oprimem no agora, pois afinal ainda que seja um objetivo distante, a vida sempre será melhor com metas a alcançar, do que não tê-las...
É integridade que se conquista ao respeitar seus ideais e objetivos, ao mesmo tempo em que, se respeita as pessoas ao seu redor.
Quando uma pessoa exercita a virtude da motivação dispõe-se a se aproximar dos seus ideais de vida e, com isso, vai sempre superar os obstáculos do caminho, realizando os esforços continuados, pacientes, perseverantes e disciplinados que forem necessários até alcançá-los.
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
Entre idéias e ideais
Poucos verdadeiros e alguns reais
Entre experiências e decepções
Entre boas ações e reações
Esboços de canções e harmonias
Entre os velhos tempos e os novos dias
Entre os novos hábitos e os velhos vícios
Entre finais abruptos e reinícios
Novos indícios de que ainda há pra onde ir
Razões que fazem valer a pena ficar aqui
O diálogo faz tudo ser entendido, portanto, cria condições ideais de convivência, mesmo em situações aonde o melhor a se fazer é ficar calado e afastar-se. O silêncio, na contramão, estimula a tentativa e erro e, portanto, o estresse, além de nos levar ao sufocamento emocional.
Atropelos e ideais insidiosos,
Levaram-me a desterros e desertos,
Ilhas e trilhas.
Muros se fechavam ou bifurcavam-se;
Adiante, multiplicavam-se em novos muros.
Era o círculo vicioso de alamedas estreitas e sombrias.
Crendo caminhar por atalhos,
Vi-me metido nas entranhas de um labirinto,
Recomeçando sempre que imaginava terminar.
Rodeado de certezas, quase sempre incertas,
Tornei-me papel em branco,
Sem linhas, sem tintas, sem textos.
Fui dor e doente,
Abastado e miserável,
Primeiro indicio, depois alvo.
Emparedado, sem horizonte,
Verticalizei ao erguer o olhar,
Até enxergar focos de luz.
Arfando, sôfrego, indeciso e lerdo,
Contornei as próximas esquinas,
Até que dei de cara com a saída.
Estancada, a vida pegou no tranco.
E do final daquilo que seria o fim,
Despontou o início do recomeço.
Daquele foco de luz, surgiram contextos,
Apareceram tintas, letras sobrevieram,
Palavras têm se formado; acenam-se os textos.
Sobrepujada não é a criatura que sua existência deixa ou que em batalha falece por ideais maiores, mas é aquela que fica, pois eternamente humilhada é por tal ato de covardia.
Melhor mesmo é ter pequenos, projetos, ideais, obras e sonhos executados, do que ter grandes que só foram planejados.
