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Humor Alegria Sorriso

Cerca de 45076 frases e pensamentos: Humor Alegria Sorriso

Eu sorri para a vida. E ela pra mim.

Inserida por felix-tuyama

Sorria, seus dentes são muito grandes para ficarem guardados.

Inserida por LeticiaSalgado

Será mesmo que essa geração atual é excessivamente banhada em mimimi, ou na verdade é mais pensante e questionadora, e por isso não encara com sorrisos amarelados brincadeiras que sempre foram de mau gosto, porém, nunca consideradas como tal?

Inserida por fernandoguifer

Admiro os palhaços pois eles escondem os problemas para te fazer Feliz!

Inserida por motherlux

Preciso

Hoje eu preciso de você!
Bateu aquela saudade.
Que tremenda saudade!
Hoje preciso de você!
Com qualquer dor,
com qualquer sorriso,
com qualquer humor.
Hoje eu preciso de você!
E como minha alma diz:
só sua presença,
vai me deixar feliz.
Fev/79

Inserida por Leobinofilho

⁠Pessoas com muito conhecimento às vezes podem ser mal-humoradas ou ranzinzas. Pessoas sábias conhecem como poucos a importância de um sorriso.

Inserida por neto_curvina

⁠Abra-se ao riso, esse abraço gentil que a alma oferece a si mesma.

Inserida por ismaelmarck

⁠Mesmo em meio às agruras e as incertezas da vida tenha sempre um sorriso na boca, para confundir a tristeza e afastar o mal humor.

Inserida por ednafrigato

Normalmente faço piadas em momentos tensos, porém quando se trata de si mesmo até o maior humorista perde a graça

Inserida por pedrohazevedo

⁠😀

"A paz começa com um sorriso", e o ódio também😁

Inserida por reconceituando

"Sou assim uma flor delicada demais minha cor preferida é o rosa"...♫

- MENTIRA É O ROXO

⁠O sarcasmo não reconhece fronteiras entre espécies.

Ás vezes eu me sinto tão triste quanto um pardal na chuva. Mas, graças ao meu Poder Superior, eu não sou um espírito triste. Há em mim uma alma que dança mesmo quando o meu corpo esta exaurido pela dor. Minha alma dançarina e infante faz-me um aceno de muito longe de modo a chamar a atenção do meu tristonho pardal e nessa hora eu até acho graça da imagem dramática do bichinho e começo a sorrir com veemência... Então é isso, com boa vontade e bom humor, abro as asas e voo, assim, meio trôpega, contudo, com a infinda certeza de que o único modo de anular tristezas, é construindo alegrias.

Inserida por portalraizes

O gringo no Café Central.

Assim meu pai me contou, enquanto ria; a história de um gringo no Café Central.

Era lá pelas bandas do final dos anos cinquenta, um gringo muito chique, metido à besta, resolveu vir à Goiânia para ganhar dinheiro. Mas como todo inglês que se preze, fez um curso de Português com um erudito de Portugal. E como todo homem prevenido, trouxe o professor com ele até o Rio de Janeiro.


Três meses de viagem, o tal inglês hospedou-se no Grande Hotel.
E hotel você já sabe... pagando bem... eles entendem até língua de cachorro! Lá eles ensinaram que um homem de “porte” como ele, deveria ir ao Café Central para fazer contatos.


O homem se ajeitou. Colocou seu terno escuro, completinho. Até com colete e gravata com broche. Chapéu preto e sapato escuro. Tudo na risca de giz, fresquinho; para Londres. Saiu o cândido, rumo ao Café Central, a pé. Sentindo-se!


Eram três da tarde, onde passava, os homens de chapéu branco olhavam para ele e o cumprimentavam. Logo, o gringo percebeu que talvez teria que ouvir com mais cuidado os cumprimentos porque os fonemas saiam todos iguais numa palavra só:


_Bastard! Boatard!


Quanto mais as pessoas o cumprimentavam, mais calor ele sentia. Era o meio de setembro.


E... depois de encharcado de suor. O homem chega no aglomerado de pessoas, na esquina da Avenida Anhanguera com a Rua 7, que era o Café Central.


Adentrando o gringo; meu pai, mocinho do Lyceu, que estava de fora do estabelecimento; olhou de soslaio aquele branco de dar dó. Preto riscado, empoeirado, com uma mistura de perfume e um “certo cheirinho”.


Lá dentro, ninguém olhou para o homem. Todos absortos na sua própria conversa, em negociações. Um burburinho entre comerciantes de tudo. Conforme o recomendado pelo funcionário do Grande Hotel, o inglês foi de pronto ao balcão.


Avistou um atendente, que abriu um sorriso quando olhou outro homem que chegou de terno de linho branco e botas de cano alto. Sem cerimônia, o intruso sentou-se no banco que, para o inglês era dele. Depois do susto, resignado diante de sua ansiedade, o protagonista acomodou-se ao lado do homem e pôs-se a observar.


_ Bastardeee Tiaozim! Que vaicê ogi?
_ Bastardiii! Demaisdaconta! Dissempri!
_Intão-tá!


O atendente virou-se todo feliz para trás e pegou um cestinha com pão-de-queijo e uma xícara de café. Voltou-se ao moço.


Nisso, o inglês vendo a cena, já começava a sentir um certo frio na barriga. Pois não compreendia nada do que eles falavam. Fitava-os atentamente. Agora, nosso fidalgo, sentia-se um mero protagonista.


O moço trouxe o café, colocou para o jovem ao lado e com um bule de leite numa mão, perguntou:


_ Poçopô?
_ Pó-pô!


Ele colocou um pouco. O rapaz deu um gole e o atendente olhou para o inglês. Tudo pareceu em câmera lenta. Nisso, o homem já não suava de calor, mas frio de nervoso. Olhou atentamente para a boca do atendente tentado decifrar o que ele falava: _ Êita língua difícil! Ainda tem que mudar?


O atendente meio que receoso que talvez o homem muito que arrumado estivesse a passar mal. Fitou-o esperando uma resposta, quando o nosso insigne ia responder...suspirou aliviado! O garçom voltou-se para o moço de branco.


_ Tiaozim pó-pô mais?
_ Mais é clar-que-sim!
Colocou mais café na xícara e voltou com o “indigesto dialeto”:
_ Quémais?
_ Pó-pô!
Colocou mais.
_ Pó-pô-mais?
_ Pó-pô-mais!
_ Tá bãmassim?
_Num tá-não! Pó-pô-mais!


Nosso excelso ficou mais apreensivo. Compreendeu que o homem nativo, negou, afirmou para negar. E como se não bastasse, terminou afirmando novamente em imperativo! E o atendente nem achou ruim. Parece que agora ele sentia sua gravata muito apertada e sua boca extremamente seca.


De repente, o atendente olha para ele e faz uma pergunta. Assustado o ingles respondeu:


_I would like to a cup of tea and a glass of water, please. _ traduzindo: “Eu gostaria de tomar uma xícara de chá e um copo de água, por favor.” _ Of course! One moment please. _ traduzindo: Claro! Um momentim, por favor!


E não era que o garçom falava o Inglês!


O problema é que o inglês não sabia nada de Goianês. Êita sô! Tem base um troço desses?


Nerisírley Barreira do Nascimento 2018.

Inserida por breno_bertioga

"Nós estudamos só pra ter certeza que não sabemos de nada."

Inserida por lucasgalencar

O Brasil é o país que possui menos "brasileiros" no mundo.

Inserida por lucasgalencar

É mais fácil roubar do que correr atrás, isso é uma questão de escolha, ou você escolhe ter caráter, ou não.

Inserida por lucasgalencar

DEUS é tão maravilhosamente incrível, que transforma qualquer pessoa arrependida, que o aceite como salvador.Enquanto o olhar do homem é predatório, o do Senhor é misericordioso, enquanto o mundo destrói, Ele reconstrói.Neste exato momento Jesus é nosso advogado no céu, mas, chegará um dia em que Ele será nosso juiz e será implacavelmente justo, nos julgará pelos nossos atos aqui. Nossas escolhas hoje, definem como será nossa vida eterna.

Inserida por lucasgalencar

O mundo e seus valores produzem cada vez mais pessoas cheias de si e pobres de espírito.Uma venda é colocada gradualmente nos olhos.A necessidade do reconhecimento e de certo modo de ostentar as conquistas por meio de um status social popular e quase perfeito, às vezes pode sugar a importância das coisas simples.
Ainda bem que a felicidade não precisa de sofisticação.

Inserida por lucasgalencar

Não seja apenas um investigador de defeitos. Descubra virtudes também.

Inserida por lucasgalencar