Homenagem para meu Irmao de Sangue

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O poeta e os sonhos!


Estranho é tão estranho, nunca sai do meu canto, mas viajei entre prantos, em sorrisos, em outros portos aportei, numa viagem tão bela, estive em outras épocas, de um escravo sofrido bom amigo me tornei, viajei por entre mares, fui a tão lindos lugares, em guerras também passei, amei tantos lindos corpos, sofri por vários amores, belezas tanto as guardei, vesti corpos tão estranhos, matei roubei e fiz danos, amores eu propaguei, fui beato e muito incrédulo, de Deus, tanto eu duvidei, estranho o poeta é estranho, quando traz a sua pena e a molha em tintas faceiras, viajas como ninguém, foge das realidades, muda! E cria tanta coragem, o mundo não fica além, se quero voltar no tempo, abaixo meus pensamentos, visto um corpo e volto a um passado, onde posso ter reinado, ou ser mesmo um João ninguém, assim me dita a caneta, a pena que triste pena, voou e se foi além, mares e tantos lugares, em segundos, o rabiscar marca fundo, sou outro corpo a passar. Queria eu descrever, que o poeta tem a liberdade, não depende de passagem, viaja a bel prazer, se futuro ou passado, apenas um papel molhado, molhado de tinta, a se escrever! Assim viajo em outros mundos, sou amigo de um tudo, da morte a um bom prazer, poeta estranho poeta, assim queria aqui eu me descrever...

(Zildo de Oliveira Barros) 20/05/15 manhã

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Pedaços de um meu passado, aqui no MS...
O gado ali mugia, a noite estava fria, o pantanal a subir, reunimos toda a tropa, meu Ponteiro, peão experiente, na estrada a se perder, eram só quinhentos bois, chamavam feijão com arroz, quando com menos de mil, começávamos a subir! Ao longe escutava o berrante, do João bobo a estremecer, ponteiro quieto e amado, o João bobo afamado, ninguém sabia o porquê! Daquela triste alcunha a sina de bobo se ter, foi num amor de um passado, outro homem endinheirado, um patrão do bem viver, numa madrugada fria, chegou a ver sua guria, com o patrão se perder, voltara um pouco mais cedo, parecia que o enredo a trama ali se tecer, foi sangue para todo lado, nem mesmo o delegado quis ele ali o prender! Nunca mais tocou no assunto, o patrão virou defunto levou ela a morrer. No rebote ia o Chiquinho ao seu lado o Toninho, para o gado não se perder, meninos bons de parelha, nas mulas iam faceiros, cantando seus padecer, era moda de viola, aquelas tão bem chorosas, lágrimas a se descer! Nos desgarros o culatreiro, ao fundo muito ligeiro, manobrava o teu saber, dava gritos tão chorosos, se misturando aos mugidos, do gado que já nervoso, sentia a longa viajem que tinham a se fazer. Ao longe ainda se via os burros cargueiros e as bruacas, e o relampear das tralhas, nosso almoço a se perder! Adão era o cozinheiro, e preparava ligeiro, comidas, que só quem enfrentou a lida conhece o seu sabor, arroz de carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne feita no pilão e carne assada no folhão, Adão procurava um rio, montava o seu fogão, tudo era impecável, as panelas areadas, com areia e sabão! Passou se então vinte dias a boiada conduzindo, chegamos num espigão, parei ali meu cavalo, fiz um pequeno ressalvo, montando meus pensamentos, viajei noutros sertões, me veio ali na mente, aquela que não foi crente e magoou meu coração, Maria Rita malvada, me abandonou na estrada, seguiu só seu coração, não quis saber do boiadeiro, pois quem tem pouco dinheiro, não deve ter coração, assim seguiu seu destino, me deixou como um menino, chorando pelos tendões, um coração magoado, um poeta apaixonado, nas estradas das solidões, assim se segue o boiadeiro, quando a noite chega inteira, na junta dos companheiros, em volta de um bom fogão! As lágrimas correm faceiras, molhando a nossa bandeira, chegam pedindo perdão, cada qual tem sua história, não são somente de glórias, são grandes decepções...

(Zildo De Oliveira Barros) 22/03/16 manhã

Inserida por poetazildo

Minha Alma...

Tropecei em uma pedra azul chamada destino!
Com o tombo que levei, arrastei em meus caminhos.
A água de muitas lagrimas! Que às vezes pensei ser vinho.
Embebedei com o álcool que eu mesmo bebi sozinho...

Ao levantar vi a pedra, pedaço do céu no chão.
Ou talvez por entre as margens do mar que agora é sertão
A pedra que me machucas! Podes chamar coração!
Ou mesmo a infelicidade, que o homem a tem por irmão...

De todas nossas certezas, uma se vê em razão.
O ser que às vezes amamos, ou que por nós tem suas paixões
Às vezes podes ser pedra, azul ou mesma marrom
As cores ficam na alma, os amores nos corações...

Do azul do céu que hoje brilha, às vezes já o vi marrom
Tem dias que amanheço, só com a alma! E sem coração
Outras tardes anoitecem nas loucuras das paixões
Nas madrugadas da vida! Amores sem soluções...

Sentado! A olhar o mar! Espumas esparramadas
Na alma o vazio fundo, que com o mar se compara.
Entre o céu e o inferno! Ás vezes a alma paira
Escolhendo seu caminho! Desce-se, sobe, ou como a minha! Ela para...

(Zildo de Oliveira Barros) 23/05/12

Inserida por poetazildo

Mulher! Atriz tu não és...

Tu dizes que sou outrora de uma vida feliz, chama-me de meu amigo! Mas acho que é atriz, seus olhos não representam, o roteiro tu quem o quis, escreveu a sua história e o final não foi feliz, esperava que o tempo o nosso amor fosse encobrir, mas o tempo não foi mãe, nem madrasta ele se diz!, então mocinha eu te digo! Seu olhar sempre me quis, seu corpo todo se treme, eu acho que sou seu inverno e mesmo todo o seu frio! Ensinem então primeiro, seus lindos olhos a mentir que és feliz...

(Zildo de Oliveira Barros) 10/06/13

Inserida por poetazildo

Meu pensamento deste dia.
O tempo! Estranho tempo, transforma conceitos, muda gostos, faz pensares que tão enraizados, sejam arrancados e transformados! Quem só ouvia Mozart, Beethoven e chopin hoje ouve Leonardo, assim o tempo se segue, transformando nossos pecados...
(Zildo de Oliveira Barros)

Inserida por poetazildo

Acho que todas as flores que colhi pelos caminhos dos meus sonhos não são o suficiente para você meu amor..

Inserida por Adeluz

Você nunca entendera as palavras e o brilho no olhar,não entendeu nunca entenderia o que meu corpo junto ao seu lhe dizia, segredos ditos sem palavras quando minha alma a sua entrelaçava você não entenderia pois claramente nunca esteve em sintonia..

Inserida por Adeluz

Meu coração é livre para me levar através das distancias contidas no olhar...

Inserida por Adeluz

Fazendo as pazes com meu coração,já. Brigamos muito em vão...

Inserida por Adeluz

De tempos em tempos pego meu amor e o carrego pelas mãos nesse momento quebram se as cadeias das tristezas e desfazem-se os nevoeiros de solidão...

Inserida por Adeluz

Eu andei léguas ansioso eu superei novamente meu medo eu consegui mover meus pés...
Nossa como estou orgulhoso de mim, eu coloquei de novo para fora eu consegui sabe, eu amei intensamente eu quis dar-te todo o prazer na cama beijei como deve-se beijar, abracei como deve-se abraçar, o Amor a ti bela flor perdi o pudor, perco tudo seja lá quantas vezes preciso for...
Mas me sinto impossibilitado pelo descaso isso me leva ao fracasso?...

Inserida por Adeluz

Mãos que tocara meu corpo com profundo desejo e com apreço,boca suculenta de desejo não sei se foi assim do fim ao começo ou do começo ao fim me libertando do medo que havia em mim...
Corpos que se entrelaçavam na intimidade de um amor selvagem a meia luz um brilho radiante, silêncio quebrado com um leve sussurro que parece que foi dado do topo do mundo...

Inserida por Adeluz

O meu caminho segue o caminho dos seus olhos e sempre o impacto é grande quando é direcionado a mim...

Inserida por Adeluz

Ouço passos leves macios que caminham em minha direção,me sinto em extrema ansiedade e dispara meu coração tem tantas coisas que quero fazer que fica difícil escolher...
Ouço os passos cada vez mais perto fico com meus olhos atentos já sei o que fazer, ouço esses passos e minha alma entra em êxtase,pois a muito tempo não houvia por essa casa vazia esse andar macio a ponta dos pés nada se compara em como é bom ouvir passos de mulher...

Inserida por Adeluz


PÁTRIA PÁRIA
14/04/2021
.
Debruçados nos peitoris
Das escancaradas janelas
Gritavam: ‘O meu País
Não será uma Venezuela’
E aquela gente enfurecida
Colocou um genocida
Como líder da Pátria
E agora todos calados
Veem o Brasil transformado
Num indesejado pária.
.
Por temerem que o Brasil
Virasse uma nova Cuba
Elegeram o imbecil
Que encantava turbas
Mas bastou ele assumir
Para o povo descobrir
Que abusou da sorte
Porque com o cetro na mão
Quase transformou a Nação
Numa Coreia do Norte.
.
Essa gente brasileira
Que gritou na minha orelha:
‘A nossa bandeira
Jamais será vermelha’
Hoje em dia se constrange
Ao ver que foi sangue
Que as quatro cores cobriu
E agora pagamos o preço
De ver o mundo ter medo
De virar um Brasil.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

Por algum motivo alguém me deu uma consciência capaz de reconhecer o valor do meu ser.

Inserida por Edgar1009

⁠Meus atos no presente, são o reflexo para meu futuro.

Inserida por lrpaula

Aceitei meu erro, corrigi minhas ações,
Lutei contra mim mesmo.
Essa foi a pior de todas as lições:
Não consegui me tornar perfeito,
Mas tentei alcançar, então.
É difícil trilhar o caminho da vida sem se ferir em espinhos,
Percebi que a perfeição é o alvo,
A direção que se deve alcançar.
Tenacidade é a palavra-chave,
Para não desistir de caminhar.
Poema de minha autoria: Lucas S. de Siqueira (LSS).*

Inserida por Lucassalvador2018

⁠Um passarinho negro
Pousou no meu peito esquerdo,
E construiu um ninho.
E canta todos os dias: poesia de amor com carinho.

Inserida por Machadodejesus

⁠Eu só posso liberar perdão ao outro, se eu já me libertei das grades do meu orgulho.

Inserida por Machadodejesus