Homem Exigente
Apaixonado é mesmo urgente, exigente, isento de razão. Um ser recém contemplado pela inspiração. Com toda a simplicidade e fé de quem aposta em fazer o sentimento crescer, inventará que o pra sempre é pouco. Decretará nova opção.
Inventará de amar pra sempre e mais um fim de semana.
Não seja palmatória do mundo, pois não sabes tudo...
Seja exigente consigo mesmo, que ainda não conheces...
09/09/21
Quero aprender a cultivar levezas, distribuir delicadezas, ser menos exigente comigo mesma, me olhar com menos rigor e dar a mim mesma o que busco dar ao próximo. Quero sofrer menos com minhas expectativas, com meus medos e inseguranças, pois sei que só em Deus devo depositar absolutamente todas as minhas expectativas e só em Deus terei a força, a coragem, a confiança e a resignação necessárias para passar por cada etapa, cada processo e cada espera, com a certeza de minhas vitórias. Quero erradicar de meu ser todo e qualquer sentimento inferior que desagrade a Deus, quero melhorar a cada dia como pessoa, quero ser nobreza de sentimentos e ações. Quero perder o impulso de pagar na mesma moeda, não que eu o faça, mas às vezes o pensamento vem, pensar também é errar... Quero aprender a lidar com o fato de que as pessoas são o que são, oferecem o que têm e estão em esferas bem diferentes da escala evolutiva como ser humano, em crescimento espiritual e em amor ao próximo, e que afinal, é tudo entre cada um e Deus...
Quero lutar contra minhas inferioridades internas, mas do que isso, quero vencê-las, para assim honrar a Deus a vida que me foi dada através da aprimoração de sua obra...
Quero ser grata acima de tudo, independente do que for, e assim serei.
E ao controle de Deus, entrego não só minha vida, mas tudo que faz parte dela, e sigo acreditando em cada milagre, tanto pelos que já vivi, como pelos que receberei com a graça da minha fé e como o templo limpo que busco me tornar diante do meu amado Pai.
Assim seja.
Josy Maria
Quando somos muito exigentes com a vida, a vida tira-nos o que temos. E só depois de perdermos tudo, é que percebemos o que amamos!
Nunca esqueci de uma doutora em Linguística. Ela é conhecida por ser uma professora exigente e, apesar disso, me apoiou muito. Ela me deixou uma frase cheia de metáforas, pois havia feito graduação em Fisioterapia e vivenciava a inclusão, assim como eu.
A frase era: "Para muitos surdos, como um carro ao longo da estrada, as árvores representam algo vazio e sem significado. No entanto, para mim, cada árvore, com suas folhas, madeira e diversidade, simboliza o meu conhecimento."
Isso me deixa sem reação no cérebro. Minha paixão é o conhecimento, e apesar das adversidades—cada obstáculo, pressão, perda, confusão, reparo, desafio e luta—sinto que o Letras Libras é rápido e proporciona oportunidades e ganhos para outros. A sensação é de que, apesar das dificuldades, meu conhecimento se expande, mesmo que o processo traga novas e inesperadas complexidades.
Enfim, o nome dela é Carolina Ferreira Pego.
Aos poucos me libertei daquele amor exigente. Nada de desespero por presença, nem tampouco choro por solidão. Aprendi a me completar com meia dúzia de bons amigos. Aquela vontade de estar sempre junto ainda existe, mas o abandono tem lá suas regalias: nos ensina a "se bastar". Me bastei no amor, no beijo, no toque, na presença. Há tanto tempo não me abraçava de frente ao espelho, e hoje vejo o quão isso é importante. Aposto que muitas pessoas nunca sentiram tamanha experiência: utilizar os próprio braços, colocar as próprias mãos, cruzadas, sobre os ombros, tombar a cabeça para a direita, fechar os olhos, sentir o próprio cheiro e, além de tudo, sentir-se especial. Nunca foi hipocrisia ser feliz sozinho quando não se encontra alguém "à altura". Hipocrisia seria aceitar, por mera carência, uma pessoa qualquer, permitindo-a ocupar um espaço especial reservado para alguém especial...
Chega uma certa idade, não muito avançada, em que tornamo-nos mais exigentes com nossos preciosos finais de semana. Nada de hipocrisia, chatice ou frescura: aprendemos a nos valorizar, a dar valor ao tempo, que se mostra mais curto todos os dias. E o mais bonito, damos valor e importância aos nossos vazios. Pra sair de casa agora é assim: não vejo tanta graça em passar a noite segurando copos cheios se, ao meu redor, estiver carregado de pessoas vazias. De vazio basta eu, oras, não por me considerar melhor do que ninguém, mas por não me considerar merecedor de momentos sem sentido. E sim, não faz sentido abandonar meu quarto se for pra mergulhar numa banheira repleta de água com gás acompanhado de pessoas que simplesmente acham chique, legal ou coisa do tipo. Também não pretendo sair com autocríticos e pseudointelectuais, tampouco com moralistas e defensores do partido puritano. Longe de mim. Só quero gente do bem, com ideais, com críticas carregadas de novas soluções, com humor na risada, brilho no olhar e que não precise apontar fulano na mesa do lado pra ficar se achando o cara. Quero companhias que não me troquem pelo facebook, twitter, whatsapp ou outros aplicativos no celular durante um papo ao vivo, entendem? Que não me olhem de ombros, buscando algo ao redor da mesa, que não necessitem contar ao mundo via instagram o quanto a noite está boa, ou que não precisem se autoafirmar o tempo inteiro que estão legais, num lugar bacana e com pessoas demais. Posso parecer patético, mas é que a gente tem que aproveitar nossas epifanias pra por a boca no trombone, pra falar mesmo para, sei lá, arranjar solução pro mundo, pras pessoas, pra vida. Tudo bem, posso estar fazendo tempestade em copo d'água, mas me deixem pensar em como seria bom largar um copo cheio e segurar uma mão com firmeza, pra provar que ali não é mais um momento vazio. Acredito num novo tempo, em que a gente só vá sair de casa quando não for pra repetir nossos nadas, nossos poréns, nossas reticências. E de agora em diante, vazio bem feito é vazio com um livro na mão, com uma pipoca no colo ou com a cabeça deitada em um ombro que bem me quer. Porque meus dias não merecem morrer na companhia de ninguém. Porque meus dias, nossos dias, merecem mais que um copo na mão e um celular na outra. Merecem mais vida gostosa de se viver, vida tranquila, vida com quem possamos contar ou estender a mão. Vida real.
Quando achares a pessoa certa, vais perceber que não estavas a ser muito exigente e nem controlador(a) na vossa relação!
Ela nem é tão exigente. Só quer um amorzinho sincero e um cafuné de manhãzinha. Algo que seja diferente de tudo que ela experimentou até agora.
No passado me deixava livre.
correr, brincar, sorrir, sonhar...
Depois passou a ser mais exigente,
já não me deixava tão assim, livre mente...
Aos poucos cada vez mais eu era refém,
de suas mudanças, tão apressada mente,
É o Tempo, que outrora era liberdade,
e hoje é corrente.
Saudade não tem distância, nem tempo, muito menos quantidade. Ela é exigente. Quer muito toda hora, pertinho.
Fui muito exigente na vida, fiz muitas misturas, e neste complexo fui envolvido, me perdi e não me encontrei.
"" Tem uma coisa, exercitando o amor, você acabará ficando exigente e não aceitará menos do que pode dar, nunca...""
