Homem e Igual Lata uma Chuta a outra Cata
Quando seus familiares começarem a se preocupar com você de uma hora para outra. Fique atento, devem estar querendo alguma coisa...
A vida e a morte : uma querendo tomar o lugar da outra !
mas o descanso eterno sempre vence a luta...
O tempo é o juiz...
O amor nossa esperança..
E um dia quem sabe , serei uma eterna criança.
Gilberto Gilberto Matias Braga
junho de 2016
Existem duas maneiras de conhecer as pessoas, uma é pelo seus anjos e depois seus demônios, e outra pelo seus demônios e depois seus anjos.....
Entre uma dose e outra, descem lágrimas. Revendo videos, fotografias...revivendo tua voz. Trago no peito a dor do abandono, bate o desespero...nada cura, não há remédio para mal de solidão. Escondo sonhos, amordaço...para não vê-los quebrados, jogados ao chão.
"O segredo é bater na porta insistentemente...
Uma hora ou outra a porta vai se abrir!...
Mesmo que seja só para ouvir essas palavras: _Vá embora."
Cuidado com a comunicação: uma coisa é o que você fala, outra coisa é o que as pessoas vão entender..
Jesus contou outra parábola. Ele disse ao povo: — O Reino do Céu é como uma semente de mostarda, que um homem pega e semeia na sua terra. Ela é a menor de todas as sementes; mas, quando cresce, torna-se a maior de todas as plantas. Ela até chega a ser uma árvore, de modo que os passarinhos vêm e fazem ninhos nos seus ramos.
Racismo é como se uma obra de arte desvalorizasse a outra obra de arte do seu mesmo autor, é dizer á Deus que o que ele fez não tem valor!
Uma coisa é o que você ver e acredita a outra coisa é o que induziram você a pensar e acreditar, ter opinião não é crime. Crime é quando tiram de você a liberdade de se expressar.
Uma coisa é você saber que é mesmo bom no que faz e outra, é entender se o que você faz...é mesmo uma coisa boa.
Uma outra história...
No meu imaginário infantil povoado de contos de fadas criei a imagem de uma linda princesa de vestido de seda azul com uma coroa de pedras preciosas na cabeça. Ela trazia numa mão uma varinha de condão e na outra um bico de pena com a qual assinou uma lei. A partir de então, seres humanos que viviam explorados e açoitados ficaram livres. O ano era l888, o mês era maio (mês de Maria). Na escola, esta data era comemorada com festas e a princesa consagrada , redentora era a heroína. Não me lembro de ouvir nessas comemorações o som contagiante do samba ou o ritmo cadenciado do berimbau marcando os passos de Capoeira.
Naquela época eu acreditava que realmente a assinatura de uma lei houvesse transformado homens e mulheres africanos (as) ou descentes de africanos (as) em seres livres da dominação e exploração. Fui crescendo...
Minha adolescência inquieta fez com que eu começasse a questionar os contos de fadas. Muitas perguntas, poucas respostas...Por quê a madrasta é sempre má? Por quê o príncipe herói é sempre loiro? Por quê o corcunda, o caolho e o “coxo” são os que traziam prenúncios do mal? Por quê a princesa tem a pele branca como a neve e os cabelos como anéis de ouro? Por quê o Saci Pererê é negro e ainda tem uma perna só? Por quê?????????
Procurei respostas .Algumas encontrei em livros que nunca foram lidos nas escolas. Outras fui sentindo, percebendo...O olhar e o peso do preconceito e da discriminação que perpassaram a minha vida foram me ensinando também a obter algumas respostas...
Sofrendo cheguei à maturidade, consciente da ideologia de dominação que manipula a cultura brasileira. Ideologia que construiu valores hipócritas numa gama da sociedade. Ideologia que (des) construiu pessoas que negam sua origem e exaltam “os cabelos de ouro e os olhos claros como o céu”. Ideologia (re)produzida nas práticas (des)educativas. Ideologia que criou a vergonha de ser diferente.
Vivo hoje um outro tempo. Saboreio gostosamente a palavra liberdade. Em cada minuto “Cronos” de minha vida descubro a sensação prazerosa do minuto “Kairós” infinito.
Descubro outras histórias, de príncipes e princesas de pele negra como o ébano, belos homens e mulheres livres no solo africano, aprisionados em terras brasileiras, trabalhando de sol a sol nas lavouras de cana de açúcar e de café. Homens e mulheres produtores da riqueza do nosso país.
Sob a orientação de um Governo Federal, construído com o sonho de dignidade para todos os seres humanos, negando todo tipo de discriminação, o resgate da identidade do povo brasileiro vem rompendo com muitos modelos cristalizados e camuflados de racismo.
Aquela princesa, ao assinar a Lei Áurea e não assegurar qualquer tipo de oportunidade para o negro e a negra se integrarem à sociedade, legalizou a exclusão e a discriminação racial.
Muitas vezes pensei em esquecer o 13 de Maio, mas é impossível porque ele é carregado da dor de meus ancestrais. Comungo então esta data com milhares de outras brasileiras e brasileiros que neste dia aproveitam para denunciar os crimes cometidos contra os negros e negras que viveram e vivem neste solo brasileiro.
Apaixonada pela minha origem negra, referencio o meu avô Adão Passos negro de luta, que trazia um “mucuta” debaixo do braço, carregada de todo o misticismo do afoxé africano. Talvez fosse ele um descendente das princesas e príncipes, dos reis e rainhas arrancados da Mátria Mãe África para servir a um emergente sistema capitalista e que transformou seres humanos em “coisas”produtivas.
Ao meu avô e a todos os negros e negras resistentes, que construíram e constroem a riqueza social, econômica e cultural do Brasil dedico este poema de minha autoria:
REIS E RAINHAS DA AFRICA
Sol escaldante a
Escorrer sobre a terra
Feita de barro e de bronze
Fragmento de um povo
Sob o tórrido ouro
Do continente-Mãe
Lutas
Sangue
Prisões
Reis e rainhas entregues
A brancos mercenários
Cenários de choro e dor
Partida
Navio negreiro deixa o porto
Navega, navega...
Monstros marinhos
Povoam a mente nativa
Marcados por rituais
De magia...
Outra terra
Outro porto
Sons, tons, cores
Passarinhos cantam
Ondas a bater nas pedras
Cantam novas melodias
Gemidos
Coroas arrancadas
Dialetos misturados
Laços de sangue desfeitos
Dor
Dor
Dor
Músicas pipocam
Nas noites das senzalas
São gritos de guerra
Capoeira
Resistência
Lembranças
DA CORTE AFRICANA.
Pensamentos reflexivos detalhadamente passado a caneta, uma inspiração que surge de outra inspiração.
É HORA DE PARTIR...
Pra todos nós, uma hora ou outra este momento chegará. Certamente não estaremos preparados mas, com toda certeza precisaremos partir há um novo rumo, novas ideias, novas personalidades e porque não dizer novas amizades, novas pessoas, novos problemas para termos então novas felicidades. Quem nos dera, sempre termos constâncias emocionais, financeiras e amorosas...quando o conjunto dá errado, temos a necessidade de mudar, não para agradar os outros, mas, sim para tentar suprir o que falta em nós mesmos. Lembre-se comece devagar, afinal, mais vale a direção do que a velocidade!
Eu tenho outra confissão a fazer
Eu tenho outra confissão a fazer
Eu, eu sou uma estrada de mão única
Sou uma estrada que leva pra longe
Eu, eu sou um poste com luz aceso Sou uma branca ofuscante
Piscando sem parar Sou o medo passando rápido
Sou igual uma virgem
Tocada pela primeira vez
Como uma virgem
Quando meu coração bate forte pela primeira vez
Quando você chama meu nome
A vida é um mistério, todos devem permanecer sozinhos
Mais Eu não tenho escolha, eu
Sinto vontade de amar você Estou deitada, eu quero te guiar
eu posso sentir sua respiração no meu peito você
esta aqui comigo e como um sonho
Eu tenho outra confissão a fazer eu fecho meu olhos VEJO UMA NOITE ESCURA COM LUZ NO FINAL DA ESCURIDÃO IGUAL O CEÁ NOS ANOITE COM LUZ ABRI LHA
Autor Moises da vitória ribeiro
INSCRIÇÃO 28. 37.32
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