Homem Destroi Mundo
Uma aparição.
Que não é deste mundo.
Mas por causa dela, espreitando fora do foco.
Desperto, meu coração é uma fortaleza.
Nos sonhos sou vulnerável.
Vivemos em um mundo onde a ansiedade lidera a rapidez, nos tornamos invisíveis dentre uma multidão de mentes sobrecarregadas de informações e corações distantes, impedidos de verem e viverem o milagre de todos os dias, a gratidão se tornou apenas um degrau disputado pela insatisfação que busca consolo na solidão interna do Ser.
Poesia Social
Vejo meu reflexo
No lago social.
Eu no meu mundo
Refletido.
Eu no meu mundo
Refratado.
Projetado sobre as curvas sociais,
No transpasse.
Projetado sobre as curvas do eu,
No reflexo.
O fenômeno ocorre pela presença da luz.
Sem ela, tudo existe,
Mas não pode ser visto.
"Todo mundo tem o direito de, no mínimo, 10 segundos de alegria e 10 segundos de tristeza durante o dia. Não ouse tirar um segundo sequer do momento feliz de ninguém. Não parece, mas faz uma diferença..."
É muito carro no mundo
Traga me mais bicicletas, skates, patinetes e patins.
Darei de presente para os que têm carros.
Das motos quero só as rodas e o vento no cabelo
Vou desfilar pelo deserto no meu Jaguar 1970
Brindarei com os vinhos doados pelos hóspedes do castelo mal assombrado
Farei serenatas de amor quando eu acordar bêbada.
Passamos pelo mundo focando nos outros!
Buscando em qualquer coisa ou em alguma pessoa uma razão para ser feliz...
Ninguém te mostra que a sua alegria, sua luz
Está dentro do seu próprio coração...
Meu mundo é colorido:
Se o vermelho é a cor da paixão e o rosa a do amor.
O amarelo eu diria então, que a cor do meu coração.
Se o azul é a cor da harmonia e o verde da esperança.
O lilás eu diria então, que é a cor da alegria.
Se o branco é a cor da paz e o preto da solidão.
O roxo eu diria então, que a cor da renovação.
Se o laranja é a cor da vitalidade e o marrom da seriedade.
O cinza eu diria então, que é a cor da compreensão.
Meu mundo vou colorindo.
Levo o arco-íris no olhar, cada dia me rabisco de um jeito. Meu coração faz sol, mesmo se lá fora esteja chovendo.
Não importa o significado da cor, meu mundo sou eu que pinto.
Foi Deus que me permitiu e com fé vou traçando cada rabisco.
Autora: #Andrea_Domingues ©
Direitos autorais reservados 19/12/2018 às 23:50
Moça, você é flor que brotou nesse mundo.Foi necessário esterco para uma flor brotar e crescer. Por isso, você teve queconhecer tanta gente bosta.
Quem nesse putrificado mundo de putréficos podres animais poderia ser a recusa diante da venustidade, imponência e humildade da lua para com o sol e do sol para com a lua.
Grande é o privilégio de quem assume a sua loucura, num mundo onde quase todos tentam desmentir aquilo que são.
Nem toda bondade é recíproca. Nem todo mundo tem esse cuidado de tratar bem de toda forma possível.
Ainda assim, continuar sendo pacífico e benéfico, só trará paz. Um dia, até mesmo, uma recompensa.
Eu vim a este mundo numa tentativa inadequada de ser feliz. Era assombroso saber que por alguma razão, nada que parecesse moderno ou atual, pudesse conter minhas dúvidas sobre qual o verdadeiro sentido da vida. O amor cada vez mais raro, a felicidade cada vez mais extinta, o bom senso cada vez mais distorcido, e o que é clássico cada vez mais odiado. É como se a civilização de nossa época estivesse em convulsão. Um naufrágio não somente colocam seus tripulantes em desespero, como também as ondas trazem um intenso enjôo. Gosto da idéia de que um conservador tem o coração eternamente rebelde, mas não confunda um rebelde com um homem como se tivesse o coração de um conservador. A glória deste mundo por mais que assustadoramente maravilhosa seja, não é mais cintilante que a glória do mundo que nos espera. O que neste mundo é raro, no novo mundo existirá em abundancia. Um escritor inglês certa vez disse que “a questão não é que este mundo é triste demais para ser amado ou alegre demais para não o ser; a questão é que, quando se ama alguma coisa, a sua alegria é a razão para amá-la, e a sua tristeza é a razão para amá-la ainda mais” [1].
[1] Chesterton, G. K. - Ortodoxia, editora Mundo Cristão, pg 87, São Paulo, 2017.
