Hoje a Felicidade Bate em minha Porta
A minha filosofia só pode ser a desconstrução da dúvida, pois a desconstrução da certeza não existe!
Na minha pobre filosofia, o conhecimento confunde-se com o objeto conhecido, o interior com o exterior, o passado com o presente e o "estar falando realmente alguma coisa reveladora" com o "estar tão somente repetindo narrativas da minha percepção"!
Eu conto coisas as quais me conta a minha percepção, pois que nem a romancear a realidade eu aprendi!
↠ Mãe Cecília ↞
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À minha mãezinha,
Ama-me de maneira infinita
Tu és minha Santinha,
Do coração puro e bonita.
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Santa compreensiva,
Oriunda de vida corrida
Herdou fé e sabedoria,
Da Nossa Senhora querida!
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Com a força de tua palavra,
Cecília é como a canção que se lavra:
Serenidade, felicidade e salvação,
E o poder da tua benção.
Uma vez em minha vida!.
Estava me sentido fraco e impotente!.
Cheguei ao fundo do poço!.
Pensamentos obscuros e covarde, estavam presentes!.
Nesse momento, parei e pensei, foram minhas escolhas que me colocaram nessa situação!.
Lembrei de tudo o que foi viver até aquele momento!.
Uma força extraordinária tomou conta!.
Falei eu sou forte e tenho muita fé em Deus!.
Naquele momento fiz novas escolhas!.
Hoje sou um Homem diferente, feliz é sempre conquistando os objetivos almejados!.
Lembre se quando pensar em desistir!.
Acredite em seu sucesso e tenha muita fé em Deus!.
Esse é o segredo da vida!.
eu olho pra você preco
minha respiração , mal
consigo respirar ,
Quando te encosto
sinto que estou a voar.
Quando você fala, comigo
Uma felicidade me domina,
Você é a minha, expiração
dos meus poemas.
Sabe muito bem o que fazer pra que eu enlouqueça
Esse papo já não entra na minha cabeça
Eu queria era saber o que você deseja
Mas se não disser, cai fora
Disse à minha sombra que queria ficar com o sol. Minha sombra sussurrou de volta as instruções para criar uma memória. Observei a luz do dia subir até doer meus olhos, então os fechei e me ensinei a lembrar.
Tudo o que nasce morre
Apagam-se da minha mente memórias.
O caminho sinuoso à minha frente vai deixando o presente para trás.
Na dor do momento tudo o que nasce... morre.
Uma lágrima corre.
Enquanto uma onda vem... outra vai.
Abismo profundo onde toda esperança cai.
Equilibro-me no fio da vida.
Sei por onde entrei...
Não me dizem onde e quando vou encontrar a saída.
Sigo o caminho sinuoso aos meus pés.
Era... agora já mais é.
E fim.
Embora eu estivesse em cacos, a minha
fé me fazia ver o futuro glorioso que Deus tem para mim. A
minha força, naqueles momentos tenebrosos, não vinha das
circunstâncias, mas vinha da minha fé.
(Ele me Tirou de Lá)
Este foi o
grande aprendizado que obtive [durante a depressão]:
Saber que as rédeas da minha vida estão nas minhas mãos e que, sabiamente, eu devo entregá-las a Deus.
Minha pele preta
ruge com a lembrança
do sofrimento passado.
Nossa ascendência
é parte do que somos hoje.
Nutre nossa consciência.
De pés descalços sigo minha sina que me adoesse e também me anima.
O calor aumenta minha dor ao lutar pelo seu amor... Já começo a delirar, mas não paro de brigar, pois o seu amor quero eu ganhar.
Quintura da bixiga e ainda aumenta todo dia, de dentro pra fora aí é que estoura vendo você no mar a nadar penso até em escrever nossa história parado a ti contemplar.
Tão bela em movimentos de donzela se distância e se aproxima criando até certo clima, mas penso será que é o canto dessa sereia que dentro e fora do mar pisando ou não na areia me desnorteia.
Só quero que deixe de besteira ou me diga se estou marcando bobeira em buscar uma oportunidade de te mostrar que é esse marujo aqui que você deve amar!
Vivo na modernidade, mas tenho minha própria realidade... Observo que sou rico em lealdade por prega apenas a verdade é não me vender a vaidade.
Quanto mais me aborrecem, mais exerço a minha confiança em Deus. Dos outros já não espero muito e o que vier de bom desfruto enquanto há tempo. Estou ciente que perfeito mesmo, só Deus!
Minha vida em versos
Selda Kalil & Edson Nelson Soares Botelho*In memoriam*
Como ondas do mar às vezes sem lugar
Destravada e com trejeito rezo meu terço
Vim do sertão e dos matagais sem berço
De bem com meu canto, credo e tradições.
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Nas minhas genéticas obscuras sem conexão
De professor adotei a vida informal
Através dos cantos e das almas sofridas
Dos louvores e das labutas de vida.
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Nas minhas andanças de tempo criança
Da vida extinta sem abraço e sem afago
Solta no mundo vivendo o perigo dos náufragos.
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Hoje com jeito e de bom trejeito, vejo no céu meu sossego.
Se for certo ou incerto, este é o meu apego.
Meu credo e rezas são vendavais, que me levam até aos céus.
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