Hoje a Felicidade Bate em minha Porta

Cerca de 186605 frases e pensamentos: Hoje a Felicidade Bate em minha Porta

Você entrou em minha vida sem ao menos bater na porta. Quando dei por mim, você já estava dentro do meu coração. Não queria que você entrasse, porque eu sabia que não conseguiria abrir a porta para você sair. E agora? O que faço? Te tranquei no meu coração e perdir a chave. Você vai me descupar, mas vai ter que ficar aí dentro! Só me faça um favor: não bata na porta e nem na parede do meu coração para querer sair, pois ele é muito sensível e você pode machucá-lo.

Eu sou um passarinho e minha gaiola nao tem porta.

Minha poesia mora sozinha mas tranca a porta quando vai ao banheiro.

Você é a chave secreta, do quebra-cabeça da minha ilusão, é uma porta entreaberta que abre e se fecha mas traz esperanças de acabar com a solidão. Então me abraça forte e me faz sonhar, sussurra em meu ouvido e me deixa te amar, seja meu cais, eu quero, em ti, aportar, e nunca mais zarpar, pra outras águas. A gente tem tudo a ver você sou eu e eu sou você.

⁠" Muitos bateram a minha porta e poucos reconhecerei"
Eis que o Pai falou,
para que ninguém se glorifique na Terra!
Não esqueça você é pecador!
Peça perdão por esse coração endurecido,
Por esses pensamentos do Maligno,
Chore, se arrependa, rasgue-se ao meio,
Somente pela misericórdia de Deus,
Seremos Salvos e alcançaremos a PAZ Eterna.
Que Deus tenha piedade da Humanidade.

⁠Na calada da noite bateram em minha porta. Quem seria? Quem teria tamanha ousadia de importuna-me a uma hora dessas , abri a porta e a permitir entrar era a solidão . Já chegou dizendo renda-se ao chamado dessa doce tentação, Muita das vezes não sei descrever o que sinto porém, posso dizer que meu peito aperta com isso. e por vezes dos meus olhos escorrem lágrimas . Mais ela não satisfeita continua a falar ; Entenda que sou e serei sua melhor companhia . Não faz sentido ainda tenho que agradecer por mais uma noite ter a tua companhia para ver o sol nascer ? Sim a vida é isso , o orgulho não lhe deixa voltar atrás. E mais uma vez, você perde a oportunidade de ser feliz Meu peito vai escurecendo você é a culpada da que sinto. Boa noite.

⁠ Se o passado bater em minha porta, direi que estou ocupada. minha dedicação pertence ao presente, só assim terei um futuro.

⁠Eu não tenho tempo pra perder com a minha própria vontade, pois Ele está batendo à porta, e eu quero cear com Ele!

“conduzindo seus olhos para meu rosto
há uma porta aberta na minha pupila
se você me deixar confortável de bruços sob a cama eu vou te conduzir
para um lugar que não existe mais
doces nuvens e canções de ninar
há flores de papel
então repouso dentro de mim por horas
mas se você me ver olhando atrás dos ombros um pouco assustado
eu estou sentindo a minha alma presa
implorado que você a encontre e me leve para a casa
deixe o sangue fluir para meus dedos
me salve do nada que me tornei
respire dentro de mim
há flores de papel, doces de nuvens e um porta jóias
estou vivendo uma mentira
minha alma dorme em um lugar frio
tente encontrar e me leve para casa
assopre ar dentro de mim
essa felicidade não é real.”⁠

⁠De repente a saudade bateu em minha porta veio te trazer.

Um dia desses a dor bateu em minha porta...
Mas, forte do que antes...
Eu senti suas mãos em meu rosto...
Me segurando como se fosse escapar entre seus dedos...
Seu toque doia como facas em meu peito...
Na espera de um abraço...
Na espera de um toque de confirmação...
Eu a dei...
A dei a esperança que faltava...
Ela se acomodou em meu sofá...
E me olhou com seus belos olhos cansados...
No fundo, vi seu cansaço ao esperar tanto tempo por algum que não ia chegar...
A felicidade!.
Ela nunca desistiu...
Apenas deixou a tristeza dominar...
A escuridão por toda parte...
Eu apenas a vejo...
Tudo ao meu redor está vazio e escuro como uma noite ensolarada...
A sua existência me machuca, mas, me completa.

Do Reino eu sou, mesmo sem coroa,
No fogo da vida, minha fé não destoa
Porta se abre, a luz me atropela,
Cheguei no santuário com louvor à capela

PORTA FECHADA, JANELA ABERTA.

Tenho que me desfazer dessa minha mania de deixar a porta aberta, para entrar a saudade, sair a alegria e todo esse entra e sai de emoções e nostalgia. Não agüento mais esse meu jeito de ser durona e mole ao mesmo tempo, é que eu não consigo ser ruim na mesma proporção que eu falo, então, as pessoas entram de um jeito, saem de outro e ficam ilesas a todo mal que me fizeram. E me deixam aqui, machucada, sem cura, sem nada. Outras gostam tanto que permanecem intactas do começo ao fim, me curando com sorrisos, me esquentando com abraços e juntando todos os meus pedaços.
Descobri que deixar a porta fechada é melhor, quando algo quiser entrar, que bata, que insista, isso é prova que o que tem pelo lado de fora vale a pena. Vou fechar com cadeado, com sete chaves que é para ter certeza de que ninguém irá arrombar, derrubar, me roubar aquilo que eu mais prezo, o meu sentimento. Mas vou deixar a janela aberta, para que tudo continue claro e evidente na hora das minhas escolhas. Também preciso de ar, do vento, da brisa que entra pela janela e espanta todos os meus medos, levam todos os meus desassossegos e me deixa em paz com meus erros.
Eu vou continuar aqui, com os meus pensamentos gritando para que eu faça algo. Até que eu reaja na luta contra mim mesma, até que acabe essa guerra de sentimentos, de momentos que se foram e me encontrar em momentos que estão por vir. Continuarei sempre aqui, apesar dos apesares, na espera de algo que me faça acreditar que a sinceridade realmente exista. Continuarei a mesma, mesmo com a distância, mesmo mudando de rumo para chegar aonde eu definitivamente me encontre de verdade: dentro de mim.

Guardei minha tristeza junto com minhas roupas naquela mala,abri a porta e sem olhar pra trás eu fui não sei pra onde,fui.

O Passado Bateu na Minha Porta — Capítulo I


✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua
Diário da Madrugada – Confissões de Rua




O Passado Bateu na Minha Porta Vinte anos. Duas décadas inteiras guardadas num canto silencioso da memória — onde a vida empurra aquilo que a gente pensa que superou. Mas o tempo não apaga tudo. Algumas histórias só hibernam. Ela era jovem — igual a mim —, mas tinha aquele jeito leve, quase de menina, que escondia uma mulher inteira por trás do sorriso. Naquela época, vivemos um romance que parecia improviso: rápido, intenso, urgente demais para ser entendido. A vida nos separou, como costuma fazer com tudo que queima cedo demais. Até hoje. Hoje o passado bateu na minha porta. E quando abri, ela estava ali. Não como lembrança — como realidade. Mais madura, mais linda, com cicatrizes que combinaram perfeitamente com as minhas. Conversamos como quem reencontra um livro interrompido na metade. Sem pressa, sem cobrança, sem aquela inocência de antes. Mas com a mesma chama — só que agora mais consciente, mais perigosa, mais verdadeira. E quando nos tocamos, o tempo desmoronou. Foi como voltar para aquela versão de nós dois que acreditava em eternidade. A pele dela ainda tinha o mesmo sabor que minhas lembranças guardaram. E na ponta da língua, senti novamente o gosto que vinte anos não conseguiram apagar. Ela me puxou como quem sabe exatamente onde guardar meu corpo. E sugou cada gota do meu desejo com uma sede antiga, familiar, que parecia ter ficado congelada no tempo à espera desse reencontro. Não era nostalgia — era destino atrasado. Não era saudade — era continuidade. Não éramos nós de antes — éramos nós de agora, finalmente preparados para aquilo que antes não sabíamos segurar.




O Passado Bateu na Minha Porta — Capítulo II
✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua
Diário da Madrugada – Confissões de Rua




Ela sorriu quando entrou, aquele sorriso que já tinha tirado meu chão duas décadas atrás.
E enquanto falávamos do passado, ela trouxe à tona um detalhe que eu, talvez por culpa ou covardia, tinha escondido de mim mesmo:
— “Você lembra da primeira vez? Lembra que me beijou na testa? Aquele beijo foi a última coisa sua que eu levei comigo.”
A memória voltou inteira.
Cravada.
Viva.
Cruel.
Lembrei da menina que ela era — corpo jovem, mas desejo de mulher feita, dessas que aprendem cedo demais o que é sentir.
Naquela noite, ela me levou à loucura.
Foi mágico, foi urgente, foi proibido, foi fogo aceso sem pensar no estrago.
Eu lembro da pele dela pedindo a minha, do olhar dela exigindo o que nem sabia nomear.
Eu lembro das mãos trêmulas, da respiração curta, da forma como ela me puxou para dentro daquele instante como se fosse o último argumento do destino.
E antes de irmos longe demais, beijei sua testa.
Um gesto simples.
Quase ingênuo.
Mas para nós dois, aquilo valeu mais que todo o resto:
foi a primeira vez que toquei a alma de alguém sem perceber.
E ela continuou:
— “Você prometeu que ia deixar sua namorada. Prometeu que ficaria comigo… e nunca mais voltou.”
Senti o chão abrir.
Porque era verdade.
E eu era o tipo de homem que, naquela época, não sabia segurar nada — nem a mim mesmo.
Disse que ia abandonar um amor morno por uma paixão que queimava.
Disse.
Mas não fiz.
E deixei uma menina com coração de mulher esperando numa esquina que eu nunca tive coragem de retornar.
Agora, vinte anos depois, estávamos ali — dois estranhos cheios de história um do outro, carregando as cicatrizes daquilo que não vivemos.
E talvez tenha sido por isso que, quando a noite caiu, o reencontro não foi só reencontro: foi acerto de contas com o tempo.
Ela me tocou como quem cobra uma dívida antiga.
Me beijou como quem quer apagar duas décadas de silêncio de uma vez só.
E quando me puxou para perto, senti a mesma fome de antes — só que agora lapidada, adulta, consciente de tudo que podia destruir.
A roupa dela caiu como se tivesse esperado vinte anos para cair de novo.
E cada gesto, cada respiração, cada mordida tinha a mesma intensidade de quando era menina — mas agora com a precisão fatal de uma mulher que sabe exatamente onde guardar um homem e como desmontá-lo sem pressa.
E eu me entreguei.
Não como antes, movido por imprudência.






O Passado Bateu na Minha Porta — Capítulo III
✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua
Diário da Madrugada – Confissões de Rua
Mas como agora: movido por falta, por memória, por desejo que sobreviveu escondido em alguma gaveta da alma.
Na metade do nosso corpo entrelaçado, ela sussurrou no meu ouvido:
— “Vinte anos… e você ainda tem o mesmo gosto.”
E pela primeira vez desde jovem, senti minha própria vida passar inteira pelos olhos enquanto o corpo dela encaixava no meu como se nunca tivesse deixado de ser meu lugar.
Não houve nostalgia.
Não houve fantasia.
Não houve mentira.
Houve nós dois.
De verdade.
Finalmente no mesmo tempo.
Finalmente na mesma pele.
E percebi:
alguns amores não envelhecem.
Eles apenas esperam o relógio certo para voltar e cobrar o que deixamos pela metade.
Quando teus olhos encostaram nos meus,
o mundo perdeu o equilíbrio —
e eu perdi a noção do que era certo ou seguro.
Teu corpo tinha o cheiro de madrugada molhada,
pele quente pedindo abrigo,
e eu…
eu era só um homem cansado demais pra negar o destino
e faminto demais pra recusar tua boca.
Me deitei nas tuas curvas como quem encontra casa,
mas beijei tua pele como quem sabe
que toda casa um dia desaba.
Teus dedos riscavam meu peito,
e cada toque teu parecia um poema escrito com fogo,
um aviso de que não existe amor sem queimadura.
E, mesmo sabendo,
eu me atirei.
Porque quando você sussurrou meu nome,
não era só desejo —
era recomeço, era cura, era pecado,
era tudo aquilo que eu nunca tive
e que sempre pedi calado.
E se amanhã a gente se perder,
que seja.
Hoje, aqui, agora,
eu quero teus olhos, tua pele, teu caos inteiro,
até o último fio de luz
que escorre da tua alma
quando você desmorona nos meus braços.
Hoje, amor…
eu só quero te sentir
até a poesia gemer.




✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua
Diário da Madrugada – Confissões de Rua

A minha porta 🚪 já parece arte moderna...
abstrata. 🎨


Tudo graças ao meu designer felino. 🐱
Aquele som de unhas 🐾 na madeira... é a banda sonora das minhas manhãs. 🎶
Já nem preciso de despertador. ⏰


Tento pôr fita-cola... eles acham que é um brinquedo novo. ⁠
Ignoram o arranhador chique que comprei. É um desafio.‎

Eu nunca acreditei em amor a primeira vista. Até que ele bateu à porta da minha casa!

Comigo está o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, Aquele que possui a Chave de cada porta da minha vida; com Seu Amor Eterno, Ele fortalece meu espírito, dirige meus passos e, mesmo no deserto, faz brotar jardins floridos.

Se você quiser entrar na minha vida, a porta está aberta. Se você quiser sair da minha vida, a porta está aberta.

Quando o inimigo se aproximar
No batente da porta da minha vida
Está o sangue de Jesus Cristo
Eu não terei medo, eu não terei medo
Há um exército de anjos aqui
Estou protegido de todos os lados
Pelo sangue de Jesus Cristo Hope Darst / Jacob Sooter / Lauren Sloat