Histórias com Moral de Histórias
Gratidão e escravidão são coisas diferentes, cuidado com os falsos altruístas, eles estão em todos os cantos proclamando a "ingratidão".
Se houver revoluções salvíficas em nosso futuro, elas devem ser morais – isto é, um certo fenômeno novo, que ainda temos que descobrir, discernir e trazer à vida.
É quase uma piada agora no mundo ocidental, no século XX, usar palavras como "bom" e "mal". Elas se tornaram conceitos quase antiquados, mas são conceitos muito reais e genuínos. Estes são conceitos de uma esfera que é superior a nós.
A vida sempre nos desafia a sermos cada vez melhor, neste processo nos deparamos com grandes obstáculos e dores, porém após superarmos esta fase, conseguimos enxergar tudo com nitidez e só nos resta agradecer ao universo pelo direcionamento e amparo que nunca falha.
Todo mundo tem direito de interromper um convívio por não gostar de uma pessoa e senti-la interferindo no seu emocional. Mas o desistir de alguém se mostra mais sensato quando a razão, e não a emoção, é o que norteia o rompimento, ao se concluir que a natureza irreversivelmente distorcida do outro nada nos acrescenta, tornando a distância a única garantia de preservação do bem maior, que é a nossa paz.
Nem todos devam ser niilistas, nem todos possam ser ateus ou céticos, apenas talvez 1% para uma percepção da falência da moral religiosa e política.
Não responder as ofensas que recebemos de desconhecidos, ou de pessoas que não fazem parte da nossa vida, também é um ato de caridade. Não alimentar o ódio de quem não suporta a sua vida - e já é infeliz por isso - é um ato de caridade moral.
A religião não provou, não prova e não provará o caráter de alguém. O que prova o caráter são as ações.
O egoismo da juventude hoje é determinante e nocivamente contagiante. Tudo para agora, de qualquer jeito, a qualquer preço e não satisfaz nunca.
"Não fale de feiúra antes de se refletir no espelho pois o interior pode estar cauterizado de feiúras irreparáveis"
