Histórias com Moral de Histórias
Felicidades ocultas, reúnem-se em volta, e sussurram em voz alta, manifestando histórias de amores, que já estavam escrito.
Ser trocado por outra pessoa é algo que, de certa forma, já faz parte das histórias que ouvimos e vivemos. Mas ser deixado de lado pela ambição, quando o amor perdeu espaço para a sede de poder e, para subir mais, foi preciso pisar em quem sempre esteve por perto, machuca de um jeito único.
Ana orou até ver o impossível acontecer (1 Samuel 1:27).
Mulheres de oração mudam histórias!
✨ Declare: "Minha oração gera milagres!"
A Bíblia está cheia de histórias de pessoas que passaram por sofrimentos inimagináveis, mas que encontraram em Deus um refúgio e uma nova identidade. José foi traído pelos próprios irmãos e preso injustamente, mas Deus o exaltou. Jó perdeu tudo, mas no fim recebeu bênçãos dobradas. E quantas mulheres na Bíblia sofreram e foram restauradas? Maria Madalena, que tinha uma vida destruída antes de conhecer Jesus, se tornou uma de suas seguidoras mais fiéis.
Toda vida é um romance, posto que em torno de uma pessoa existem outras tantas, com histórias interligadas. Contudo devemos decidir, escrever ou não a nossa próprias história.
Nas sombras dos morros, histórias cruas,
De uma cidade que dança entre luzes e breus,
Violência oculta nas vielas, ruas,
Rio de Janeiro, onde o sonho perdeu.
No alto, palácios de zinco e saudade,
Onde a vida resiste, à margem do olhar,
Em becos estreitos, o grito da cidade,
Ecoa silencioso, difícil de calar.
As crianças brincam, sem medo do perigo,
Num mundo que esconde, um caos desmedido,
Entre balas perdidas e o amor bendito,
Semeiam esperança, num terreno erguido.
Nos olhos dos jovens, a revolta brota,
Uma guerra invisível, sem fim, sem derrota,
Onde cada esquina, guarda uma história rota,
De um futuro incerto, que a fé não adota.
O caos social, um monstro adormecido,
Desperta a cada aurora, faminto, destemido,
Na luta diária, um povo esquecido,
Busca na poesia, um refúgio perdido.
O Rio de Janeiro, ferido, encantado,
Contrastes que brilham, num cenário desenhado,
Onde o belo e o feio, num quadro mesclado,
Retratam a cidade, num verso apagado.
Os morros que cercam, são guardiões da verdade,
Espelhos de um Rio, que clama liberdade,
Entre becos e tiros, mora a realidade,
De uma cidade partida, em eterna dualidade.
A história sempre se repete. Com novos caminhos, novas histórias, novas trilhas e novos desafios, para que possamos evoluir e retornarmos muito mais fortes.
Por trás de todas as portas, há passagens secretas. Há histórias para contar. Há surpresas inesperadas. Há o inesperado de malas prontas, ou para partir ou para chegar. Quando chega, chega alertadamente. Mas, quando parte, não deixa nenhum vestígio. O inesperado tem dessas coisas. Quando percebemos, ele já aconteceu. Assim, é a vida e as suas passagens. Todas com os seus segredos, os seus mistérios e as suas loucuras.
MOMENTOS VIVIDOS
As histórias sempre serão contadas. Pode ser que não seja pela boca, mas pela memória. Os momentos que foram vividos, não tem mais como apagá-los. Eles existiram e permanecerão vivos no livro de história da vida. Já faz parte de nós, da nossa trajetória e do nosso passado. Podemos até tentar tirá-los da nossa mente, mas sempre estará lá, vivos. Não devemos lamentar pelo que aconteceu.
Por mais que não aceitamos, nada mais poderá ser feito. Apenas esquecer e deixar guardado na memória do tempo. É bom ter história para contar, momentos para lembrar e inícios para recomeçar. Quem tem história, tem vida. Quem tem momentos para relembrar, já viveu algo inesquecível, seja ele bom ou não. Os momentos foram feitos para que vivamos sem preconceitos e sem arrependimentos. Portanto, vamos viver o hoje e ser feliz...
Quando preservamos vamos contando histórias de um tempo que permanece vivo na memória e na realidade atual.
Não tem ligação com
o autor das Histórias
que serão contadas,
Mas deve ser por
nós sempre lembrada,
Como lição a não
ser nunca mais repetida:
A rádio em Ruanda
foi usada como arma,
e da memória não
deve nunca ser apagada.
Não existe tragédia
maior do que a outra,
Cada uma carrega
o seu veneno particular.
De Grozny na Chechênia
a memória não deixa
da minha mente apagar.
A televisão foi usada
para reputações
mentes e corações
diante dos olhos
e sonhos assassinar.
Não existe tragédia
menor do que a outra,
Cada uma entrega
a natureza da liderança.
De Aleppo na Síria
a História se fez
por ação destrutiva.
A comunicação cortada
ampliou a extensão
do terrorismo brutal,
e corremos o risco
do esquecimento geral.
De Agdam no Azerbaijão
a história da devastação
conheço muito bem
e a extendida agressão.
Não existe tragédia
maior do que a outra,
Cada qual separa um
povo irmão e a fixação
de quem a fez continua.
A tragédia de Mariupol
na Ucrânia é mais uma
que não será esquecida.
Não existe tragédia
maior do que a outra
a de hoje foi na imprensa
e na tecnologia gestada.
Da Criméia por ela
ocupada só confirma
que 1944 ainda vive.
Não existe tragédia
maior do que a outra,
ela pichou a sua marca
na porta de uma casa.
A Rússia sabe muito bem
como é conviver com
a tragédia e dela ser refém.
A livre consciência ninguém
detém e as almas protetoras
das cinquenta montanhas,
Eis a ironia do destino feita
para infernizar tiranos
e derrubar todas muralhas.
Um pouco de heroismo e auto cuidado em prol do nosso país que coleciona histórias de bravura e da mais alta humanidade. Vamos nos cuidar para que não percamos a nossa essência?
Algumas vezes a inspiração da minha poesia eu encontro no momento e nas histórias dos amores dos outros.
O meu gênero abraçado está na fronteira do lirismo com o romantismo e possui toques de simbolismo.
De tudo aquilo que escrevo o quê realmente me representa poeticamente são todos os poemas que dedico para o amor que virá.
Os poemas de validade emocional são aqueles que escrevo mesmo para mim e para o amor que virá.
O amor que virá realmente é o quê me importa. O amor que virá é a fonte de inspiração. Ele vai cruzar as mais altas, duras e distantes fronteiras pelo nosso romance.
As únicas críticas que acolho com bondade são as críticas referentes ao uso da norma culta e quando eu erro na digitação.
Se os símbolos e a escrita que uso nos meus poemas não agradam, qualquer crítica mesquinha será respondida em salto e altura, porque não sou generosa com quem não merece.
Da minha janela eu fiquei
Em busca daquelas histórias
Que só eu sei contar,
Fui em busca do luar...
Eu fiquei assim a te esperar,
De olho na janela para te ver,
Do jeitinho que irás pousar;
No soneto madrigal irei festejar
De bruços irei escrever:
Para o poeta se deleitar.
No céu flutuando eu subi
Em busca da luz da lua
Que provoca o delirar,
Fui em busca de você,
Eu estou a premeditar,
De olho na tua despreocupação,
Do teu trigueiro versejar,
No meu abraço a te abraçar,
De boa e sensual coreografia
Estou aqui para te provocar...
Do céu avistado o luar
Em busca do teu beijo,
Que chegou para excitar,
Fui em busca do segredo,
Do teu lindo versejar
Que bem parece (rede)
De pescador lançada no mar;
Aqui estou subindo pelas paredes,
Pronta para a gente namorar.
Debalde procuro as nossas histórias,
Todas retidas na minha retina,
E bordadas nas minhas memórias.
Flutuação que sempre me leva
Para dentro, ela rompe o tempo,
E sacode todo o sentimento...
Entrevejo a tua presença em tudo:
Tens o meu amor nada diminuto.
És o meu canteiro, o meu jasmineiro.
Não sossego nenhum segundo,
Distância que há de ser rompida,
Por esse amor inexplicável e profundo.
Ponto final e pronto,adiar certas histórias com vírgulas e reticências,perde-se inspiração e credibilidade.
Deveríamos queimar as páginas escritas com histórias ruins,assim o vento por descuido não poderá sopra-las,correndo o risco de serem lembradas.
