Histórias com Moral da História
A história ensina através de milhões de mortos que todos que se declaram mensageiro do divino são psicopatas fanáticos!
A história da humanidade é o relato de como trocamos a liberdade pela segurança de sermos escravos bem alimentados.
Os povos africanos não foram figurantes da história: estiveram entre seus primeiros protagonistas. O Egito já dominava matemática, astronomia e engenharia, e o Mali abrigava centros intelectuais vibrantes, enquanto grande parte da Europa ainda engatinhava em formas fragmentadas de organização política e cultural.
Deus é o maior mágico da história: faz o universo inteiro aparecer e some quando alguém precisa de uma explicação racional para o sofrimento.
O diabo é o bode expiatório mais eficiente da história: leva a culpa enquanto deus mantém a reputação.
O cristianismo é a força mais sanguinária da história, uma máquina de guerra e extermínio que moldou o Ocidente sob o rastro de pilhas de cadáveres. Não se trata apenas de conflitos isolados, mas de uma estrutura ideológica desenhada para o massacre, onde a cruz sempre serviu de estandarte para a pilhagem e o genocídio. É impossível dissociar o cristianismo das maiores atrocidades da humanidade, pois ele forneceu o veneno cultural e a base moral que permitiram o surgimento do Nazismo e a aniquilação de civilizações inteiras. Do antissemitismo milenar das igrejas até a legitimação de regimes totalitários, essa religião não apenas testemunhou as tragédias ocidentais, ela foi a arquiteta primordial de cada uma delas.
Viver é assim, um dia de cada vez e uma história para contar. Cada tropeço, um avanço. Cada luta, uma vitória e cada momento, uma celebração.
Quando o nome foi arrancado,
a história ficou.
Chamaram de SEP, chamaram de Palestra, tentaram apagar
— mas a camisa resistiu ao tempo,
e o verde aprendeu a lutar antes mesmo de vencer.
No campo,
o Verdão cresce como muralha.
Não corre sozinho, avança com gerações, cada passo carrega um grito antigo, cada vitória lembra que grandeza não se herda
— se conquista.
Quando chamam de Porco,
é guerra declarada.
É raça, é choque, é alma sem recuo,
é o orgulho que nasceu do insulto
e voltou como símbolo de união e coragem.
E quando a bola pede arte, surge a Academia.
O jogo vira lição, o gol vira memória,
e o Palmeiras prova, mais uma vez,
que sua glória não passa
— ela permanece.
Com você a gente vai escrevendo a nossa história sem pressa,
linha por linha, no papel do tempo.
Tem dias que são vírgulas,
outros viram ponto final —
mas a gente insiste,
rasura o medo erecomeça
no mesmo parágrafo.
Teu riso é a frase que me prende,
teu silêncio, o espaço onde eu fico.
Se o mundo tenta apagar,
a gente escreve mais forte,
à caneta, no coração.
E se um dia faltar palavra,
a gente inventa sentimento,
porque amar você
é o único texto que
eu nunca canso de ler.
... e mesmo
uma breve história ecoará
como uma expressiva fração de
uma história maior, na qual, sempre
chegamos no meio, dela uma vez
mais saímos e a ela outra vez
retornamos , sem que jamais
se acabe!
Alexandre de Moraes ainda não sabe, mas ele colocou Bolsonaro nos livros de história. As futuras gerações saberão que o Brasil teve um presidente que não se corrompeu com o sistema.
"Ele chegou em meio a uma grande tempestade
e mudou o rumo da minha historia, me envolveu em
uma grande paixão, tirou meus pés do chão, e despiu
minha alma".
