Histórias com Moral da História
Não tenha vergonha das suas cricatrizes, pois elas são a prova fiel da sua história de vida e do quanto você cresceu e amadureceu. As cicatrizes da alma são nada mais nada menos do que a prova da sua vitória, assim como, se hoje você chegou onde chegou, conquistou o que conquistou, foram graças aos obstáculos que foi obrigado a superar... As cicatrizes são inevitáveis e são a marca do seu triunfo. (Priscilla Rodighiero)
✍🏻Seja o protagonista da sua História, não permita que outras pessoas influenciem sua mente com desejos próprios, arbitrários e incalculáveis. Seja o ator e o diretor da sua história. Pois se permitir que as outras pessoas a encenem, irão emaranha-la e distorcê-la.
😕♾️🕉️🕎✝️🧿🫵🏻💕
Uma história que é marcante torna-se sempre presente. Sentimentos efêmeros não me trazem tormento, mas o que é perene são como algozes em minha mente.
Manifesto do Insubmisso
Eu escrevo a história dos ninguéns, dos que sofrem o horror da perversidade do sistema.
Eu pinto a tela social dos mais atormentados pela exclusão de um sistema estúpido que é vendido como progresso, mas que atua como máquina de fazer embutidos.
Eu sou a pena que sangra nos cadernos rasgados dos que não têm nome nos registros da glória. Eu fotografo com palavras as cicatrizes deixadas pela engrenagem que tritura a dignidade e cospe o resto. Este progresso não é a luz, mas sim a sombra densa onde a esperança é esmagada sob o peso de um capital que se alimenta da miséria e da obediência cega.
Eles nos querem quietos, padronizados, meros ingredientes no produto final do lucro. Mas eu não me calo. Minhas linhas são o grito sufocado que ecoa dos cortiços, das esquinas frias, dos campos varridos pela ganância. Eu sou o memorialista da resistência silenciosa, e minha arte é o espelho que estilhaça a ilusão: o sistema não falhou; ele está funcionando exatamente como foi projetado. E meu trabalho é garantir que o horror não seja esquecido nem perdoado.
Sou a vela vermelha dos Exus das encruzilhadas, sou o terreiro inteiro se mudando de lugar.
Sou a tenda resistindo à estupidez da hipocrisia religiosa.
Sou o Cristo do crucifixo morto – porque a vida pulsa onde a opressão o mata.
Sou a rua, a esquina, a Banda de esquerda, o armário vermelho amarelo.
Sou o furacão que arrasta o ego e o joga no paredão do terreiro das entidades mais intensas.
Eu sou a contradição que liberta. A liturgia profana que desfaz os dogmas e veste o corpo nu da verdade. Não aceito o céu prometido em troca do silêncio na terra.
Sou a Pomba Gira que dança sobre os contratos sociais não cumpridos. Sou o Zé Pilintra que bebe a indiferença e cospe a revolta, dando dignidade aos que o sistema chama de marginais.
Eu sou o ruído necessário que quebra a missa silenciosa da conformidade. Eu sou o verbo encarnado na pele dos marginalizados, o ponto cantado que ninguém pode abafar.
Minha escrita é a macumba social, feita para desmanchar as armadilhas do "progresso" e invocar a justiça sob a luz da Lua e o cheiro de pólvora da insubmissão.
Pedro Alexandre
Nem em toda a ficção de amor
Existe história mais bonita que a nossa
Horas estamos livres e outras ...
A lua afeta tanta gente
Que nos filhos das estrelas nós sentimos com medo
Mas para nosso amor Deus fez o sol
E os mapas celestiais
Nós quais navegando com nossas almas
E temos certeza de nosso amor
A História é cíclica.
Brevemente, regressaremos ao éden para depois sermos tentados pelo salafrário imortal.
A história não nos conhece por inteiro — escolhe um erro para nos matar ou um acerto para nos santificar.
Janeck Tolentino
Respeitando os meus processos,
respeitando a minha história,
respeitando os meu limites,
respeitando o meu tempo,
respeitanto o meu espaço,
Em 2026 me deverei ao respeito de me respeitar mais.
Em cada linha, uma história se desdobra e, nas entrelinhas, um encanto que nos faz sonhar.
Você é a melodia e os raios solares que dançam pelo ar.
Um compasso de composições que nos faz emocionar.
Seus passos são sílabas de um poema vivo e, a cada olhar, um verso que nos faz cativar.
Lembre-se que você é a poesia que todo poeta gostaria de recitar.
