Histórias com Moral da História
A intolerância religiosa é caracterizada pela negação acompanhada de atitudes de perseguição em relação às diversas expressões religiosas, sendo a educação um dos princípios fundamentais necessários para liderar ações que promovam respeito à diversidade e combatam todas as formas de hostilidade.
Se espera que haja formação de educadores capazes de abordar de forma sensível e respeitosa as questões religiosas.
Embora o Brasil seja marcado por uma história repleta de opressão e agressão por motivos religiosos, destaca-se que boas práticas pedagógicas que incluam a comunidade educacional, pais e representantes, podem ser eficazes se as necessidades forem levadas em conta e as preocupações de todos. Se forem bem-sucedidas, as práticas educativas poderão ser reformuladas e contextualizadas para implementação em outras escolas, o que poderia estimular melhorias na qualidade do ensino, além de promover a formação continuada de professores e gestores neste campo educacional.
A real necessidade de professores de Ensino Religioso em unidades públicas de educação, com o objetivo de qualificar, formar e integrar esses profissionais, torna a frutificação possível nesta terra fértil e promissora, favorecendo o crescimento da compreensão mútua para um mundo melhor.
Em algum momento da história, Ele voltará — e tudo o que estiver perdido será encontrado, tudo o que estiver desgastado será restaurado. Então, viveremos plenamente.
“O desejo da descoberta por respostas, às tantas interrogações que construímos ou que foram construídas em nossa vida, é o que nos fortalece para continuarmos em busca do alvo”.
“São das interrogações formuladas ao longo do tempo que surge o combustível e desejo por respostas. A família é o primeiro grupo de pessoas que conhecemos, nossa primeira comunidade, seja ela perfeita ou não, contemporânea ou de séculos passados, ainda assim é a nossa história”.
Roda de Tereré.
Sob o sol abrasador da fronteira, onde o Brasil e o Paraguai se encontram como irmãos, o tereré é mais que um simples mate frio. Ele é o fio que tece a identidade de um povo miscigenado, de terras que trocam palavras em português e guarani sem que se perceba a mudança. Em Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, cidades separadas apenas por uma rua, o tereré percorre mãos calejadas, histórias antigas e lendas que se misturam à realidade.
A erva-mate, nativa dessas terras, carrega consigo memórias de tempos que já foram. Conta-se que os antigos povos guaranis a consideravam um presente dos deuses, capaz de restaurar forças e aproximar amigos. E assim permaneceu, atravessando séculos e chegando às rodas de conversa onde os brasiguaios se reúnem para contar causos. Entre goles da bebida refrescante, misturada aos yuyos colhidos no mercado vizinho, passam-se os relatos de tempos difíceis, de conquistas, de saudades e de esperanças.
Aqui, a fronteira é apenas um detalhe geográfico. São países diferentes, mas os mesmos costumes, os mesmos rostos, as mesmas risadas ecoando entre as ruas. A vida pulsa com um ritmo próprio, onde cada encontro é celebrado com um tereré compartilhado. Porque na alma dessas terras, não há divisões que resistam a uma roda de conversa regada a erva-mate e memórias que constroem um povo.
Fronteira: linha traçada.
Na fronteira onde a história se entrelaça,
Tropeiros marcham, guerreiros Guaranis em caça.
Lendas vivas, memórias sem fim,
Ponta Porã e Pedro Juan, juntas assim.
O povo fronteiriço, forte e aguerrido,
Sua cultura vibrante, jamais esquecido.
A erva mate que a terra gerou,
Tereré refrescante, tradição que ficou.
Chipa dourada, sabor sem igual,
Comidas típicas, herança cultural.
Chimarrão que aquece, mate a brotar,
Dessas folhas que um dia iam pelo ar.
Beleza de vida nessa linha traçada,
Conquistas e dores, estrada moldada.
Divisão imaginária que nunca impediu,
Mistura de povos, união que nos uniu.
Passado, presente e futuro a tecer,
Duas cidades, um só viver.
No sul de Mato Grosso do Sul a brilhar,
Histórias que seguem e vão se contar.
Que essa poesia celebre a fronteira que pulsa e respira, onde culturas se abraçam e o tempo constrói sua própria melodia.
Às vezes temos a chance de ter as pessoas vivas e as perdemos de forma que elas mesmas se matam pra gente 💔😞. Por outro lado, há aquelas pessoas que queríamos ter por perto e partem sem ao menos dar tempo de dizer um único adeus. 😭🖤 Essas são duas dores que ninguém explica. 🙍🏻♀️
Vocês podem falar o que for, mas não apaguem a minha história. Não apaguem o que eu fiz.
Meu nome é Grilo. Grilo falante, para ser exato. E vou contar uma história para lá de extraordinária.
De tempos em tempos
São apagadas uma categoria de pessoas
O que elas sentiam, o que elas pensavam
Elas
Tudo desaparecia da história
Minha categoria está no meio do caminho
Já vou adiantando o meu
Adeus Mundo
Uma história deve ter um começo, um meio e um fim, mas não necessariamente nessa ordem.
