Histórias com Moral da História

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⁠Se um homem e sua história estão em conflito, é o homem que deve mudar.

⁠A gente até tenta escrever a própria história.
Mas, a Dona Vida nos obriga a apagar o escrito da gente.
E seguir o script que ela escreveu...

Eu posso não ser o homem dos seus sonhos e sei que não sou perfeito, mas eu te amo muito. Me dá uma chance de te fazer feliz e de escrever a melhor história de amor da sua vida. Você não vai se arrepender.

Todo mundo é necessariamente o herói da própria história de vida.

John Barth
The Remobilization of Jacob Horner, revista Esquire, 1958.

Nota: A ideia de ser herói da própria história já estava em circulação desde os anos 1800. Porém, o escritor estadunidense John Barth escreveu essas exatas palavras em um conto intitulado “The Remobilization of Jacob Horner”, publicado na revista “Esquire”, em 1958.

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Dei mais de mil voltas
Até me reencontrar

⁠Minha coleção de tristeza é todo choque de realidade que negociei quando me deram a oportunidade de ser eu

⁠Será que você fala sobre nós? ou assim como eu, você guardou nossa história em um quarto, trancou a porta e jogou a chave fora?

A mudança que uma história pode fazer tem um impacto profundo nos negócios. Transforma os clientes em convertidos. Transformar empregados em evangelistas. Executivos em líderes. Muda a natureza e o impacto do marketing e, talvez mais importante, muda a maneira como nos enxergamos.

Foi quando eu descobri. Eu era mais como um personagem de uma história em quadrinhos de terror, nascido com um rosto amaldiçoado.

⁠Num bater de asas emanei toda fúria que sentia. Toda história se repetia diante de meus olhos, mas não me conformava.
Culpava o mundo, o azar, a sorte e principalmente a mim mesmo.
Tempestades de fogo, raios e furacões. Mantinha longe seus intrusos. No recanto da montanha, a fera voando solitária.

⁠Tecendo História.
Em perfeita sinfonia
Um bando de araras anunciava,
Os prelúdios de grandes transformações.
O vento quente de verão
Beijava com esplendor,
As perfumadas folhas das aroeiras.
E em veneração
As miúdas flores vermelhas,
Caiam feito tapetes
Por cima da terra dourada,
Ah! Terra adorada de Salvador!
Já o mar!
Com suas águas espumantes,
Trazia um povo fugido
Da tropa de Napoleão.
Ao desembarcarem,
Ondas de satisfação os invadiram,
Uma vez que o sabor adocicado,
Derreteu toda salmoura
Que até então
Envolviam a alma.
Porém, a coroa portuguesa
Ainda iriam provar,
Do gosto amargo de muitas batalhas.
Contudo, D. João VI decretou
As aberturas dos portos
E a comercialização inglesa,
Foi permitida.
Dentro de poucos dias,
A corte se despediu
Da região baiana
E mergulhou, na cidade maravilhosa.
Pedras sobre pedras
O Brasil foi erguido,
Deixou de ser colônia
Para ser Reino Unido.
Neste período Joanino
Construíram palácios, teatros e escolas.
A fauna e a flora foram rebuscadas,
Em “Belas Artes”.
Rio de Janeiro, à então capital do Brasil,
Era a que mais desfrutava
De todas essas melhorias.
No entanto, as demais capitanias
Se viam injustiçadas,
Já que os impostos, só aumentavam
E os laços internacionais se estreitavam.
Entretanto, a população lutava
Para se libertarem,
Das correntes políticas e econômicas.
Revoluções explodiram no Brasil
E também, do outro lado do atlântico
E os estilhaços de insatisfação,
Se espalhou por toda direção.
Dessa forma, D. João não teve saída.
Voltou para Lisboa,
Largando no Rio de Janeiro,
Seu filho Pedro de Alcântara,
Como príncipe regente.
O jovem governante se encontrava
Em uma maré de dificuldades.
Uma vez que a elite de Portugal,
Desejava restabelecer
A aliança colonial.
Então, a realeza exigiu,
Que o D. Pedro também retornasse.
Apesar disso, o príncipe decidiu
Trilhar o caminho separatista.
Facções se formaram,
Mas o povo confrontava,
E não aceitavam os retrocessos.
logo, um clube de resistência se formou
E o senado brasileiro recebeu,
Uma carta com milhares de assinaturas
Que defendia a permanência,
De D. Pedro no Brasil.
E como se dançasse um “minueto”,
O príncipe bateu os pés
E com a voz imponente declarou
Que iria ficar!
A corte combatia
Os privilégios brasileiros.
Ainda assim, influenciadores incentivavam,
Que D. Pedro continuasse a marchar
Em busca de mais autonomia.
Em meio a tantas tempestades,
Um feixe de luz inundou
A mente da princesa Leopoldina.
Posto que, o príncipe viajava
Para resolver alguns conflitos.
O poder agora se achava
Nas mãos, da jovem princesa.
Com adrenalina correndo nas veias,
Leopoldina convocou
Uma sessão extraordinária
Conduzida, por José Bonifácio,
Visto que era considerado,
Braço direito de seu esposo.
Corajosa e determinada,
A imperatriz assinou o decreto,
que iria escancarar as portas,
Da tão almejada liberdade.
De imediato, os sinos tilintaram,
Espalhando a grande novidade.
Já no litoral paulista,
O príncipe havia sido avisado,
Da valentia de sua Leopoldina.
De pressa, D. Pedro de Alcântara
Levantou a espada
E a sua voz, cortou o horizonte
Ao proclamar a independência do Brasil.
Enquanto isso,
O sol irradiava esperança.
E o rio Ipiranga,
Transcorria tranquilamente.
Outrora, se reinventava,
Contornava todas as pedras,
Que surgia em seu percurso.
Portanto, a natureza revelava
As dificuldades que a pátria,
Ainda iria atravessar.

⁠O significado da vida é ser intenso em cada história, viver várias vidas, e aprender com as pessoas que passam pela sua jornada

Cada pedacinho da minha vida está ligado a Harry Potter. Quando conheço pessoas que consideram como parte da vida delas os filmes ou os livros, e que, de certa forma, a história faz parte da identidade delas, me sinto muito orgulhoso.

⁠Sempre foi,
sempre será,
Sempre haverá
um lugar,
um clima,
um momento,
uma história...

⁠A História é a ciência dos seres humanos no espaço-tempo. Nela, tanto são estudados homens e mulheres bem situados em um momento e em um lugar social muito bem definidos [e não necessariamente um só espaço-tempo, pois no caso da História Comparada podemos analisar simultaneamente diversos lugares-tempo], como também devemos considerar que os próprios historiadores que realizam esta ciência estão eles mesmos situados no seu próprio espaço-tempo. O espaço-tempo dos homens e mulheres define a História nas suas duas pontas

⁠Então vaguei solitário durante muito tempo, esperançoso de encontrar meu lugar. Em inúmeros universos tentei pescar algumas estrelas que rompiam minhas linhas e roubavam meus anzóis...
(...) Foi aí que vi de relance aquele mais belo lugar, que sussurrava meu nome e me atraía de longe. Meio hesitante mergulhei naquele novo mundo.
Ah! Quanta paz eu encontrei. Um pequeno universo com uma única Estrela, meio vermelha, meio alaranjada. Ali repousei e pude contemplar o futuro que um dia imaginei para mim. Foram dias que ficaram e marcaram, que eu queria guardar para sempre...

⁠Se a História não fosse importante, amnésia não seria doença.

⁠Eu destruí minha única chance de felicidade só porque fui teimosa e orgulhosa. Interrompi uma história que poderia ser linda.

Você pode ver um monte de formulários chatos e números, mas eu vejo uma história.

⁠Se a História tivesse uma finalidade, como seria lamentável o destino daqueles que, como nós, nada fizeram na vida. Mas no meio do absurdo geral, nos erguemos triunfantes, nulidades ineficazes, canalhas orgulhosos de haver tido razão.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.