História Verdadeira

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⁠A nossa história, meio que sem começo, conta como estamos ligados por querer a mesma coisa e mesmo assim continuamos separados só porque tememos coisas tão diferentes! Tenho medo de perder minhas asas enquanto você continua cortando as suas.

Inserida por jucsom

⁠MULHER
Guerreira, símbolo de galhardia
Transcende ternura e meiguice
A verdadeira força que impulsiona
Liderança que se impõe pela competência e beleza exuberante
Instrumento de sabedoria e semente de prosperidade
Luta e perseverança no olhar desafiador
Mar de esperança e oceano de certezas
Esperança que se renova em novo amanhecer
Perfume que se exala em noites primaveris
Símbolo de crescimento e resultado de vitórias
Natureza aflora o néctar do amor desmedido
E faz eternizar sonhos e quimeras nas auroras
Musa que extasia e encanta gerações
Que faz jorrar na veia o sangue da emoção
Que explode de paixões espaço de ternura
Essência de prazer e expressão do amor
Estrela reluzente que colore a Terra da Escuridão
Autêntica transpiração do aroma da paz
Maciez de veludo na pele doce e suave
Imensidão de cores de arrebóis que colorem
A vida e se eterniza o valor de um homem...
Nascendo Júlia verdadeira e encantadora.
Uma luz que irradia sabedoria e perseverança
Mulher, força de correnteza, brilho que reluz
Pujança de Beth, Mulher eterna, valorosa.
A dona do meu coração e da minha vida eterna.
(Prof. Jeferson Botelho)

⁠Mais que um nome, uma história.

⁠A droga destrói sonhos, arranca a paz e promove verdadeira bagunça social e familiar. Seja inteligente, diga NÃO às drogas e SIM à vida.

⁠" A verdadeira força de um homem, está na sua capacidade de domínio próprio. "

Inserida por OtnielPhalmer

⁠Eu só uso minha verdadeira força quando é necessário.

Inserida por eduardoryuchi_

⁠Tenha luz própria com o seu sorriso, com a sua história, com o seu jeito de ser no teu caminhar.
Aceite o propósito de Deus para ti e veja o extraordinário de Divino na sua vida chegar.

Inserida por rogeriomacenaa

[ASSOCIAÇÕES ENTRE CAMPOS HISTÓRICOS: O EXEMPLO DA HISTÓRIA DA MORTE]


Os campos históricos associam-se uns aos outros, de acordo com os vários temas e recortes de pesquisa histórica. Podemos considerar, como exemplo, a História da Morte. Um historiador que esteja preocupado em coligir informações sistemáticas a respeito de uma determinada população historicamente localizada – ou, ainda mais especificamente, sobre os níveis e tipos de mortalidade desta população – estará realizando uma História Demográfica de caráter ainda descritivo, em que pese a sua importância para estudos posteriores. Poderá dar a perceber – através de gráficos construídos com informações cuidadosamente extraídas de fontes seriadas – aspectos relativos à idade média com que costumavam morrer os indivíduos deste ou daquele grupo social, os tipos de morte que mais freqüentemente sofriam (oriundas de doenças, de envelhecimento ou de violência social), os bens que costumavam testar para seus herdeiros, os valores monetários que eram habitualmente despendidos nos seus enterros, os tipos de destino que tinham seus corpos (cremados, enterrados, engavetados), a qualidade da madeira empregada nos ataúdes, a presença ou não de epitáfios, a ocorrência de extrema unção, ou sabe-se lá quantos outros aspectos que poderiam compor um panorama informativo sobre a morte na sociedade examinada.

Este seria obviamente um grande panorama descritivo, objeto possível de uma História da Mortalidade no sentido em que esta pode ser definida precisamente pela recolha deste tipo de informações. A “Morte” propriamente dita é contudo um fenômeno social. Ela gera representações, comoções, expectativas espirituais para os que irão partir e expectativas materiais para os que vão ficar. A incidência de um determinado número de mortes através da Peste Negra, comprovada para períodos como o do século XIV, pode ter gerado na época um certo imaginário, ter produzido transformações na religiosidade, ter modificado formas de sociabilidade, ter dado origem a novos objetos da cultura material (como as velas de sétimo dia ou os caixões da madeira menos nobre para atender à demanda de um número crescente de mortos). Um enterro pode ser examinado no que se refere a certos usos sociais, como por exemplo a presença de carpideiras ou a ocorrência de determinado tipo de discursos de despedida, ou ainda a forma de luto e resguardo oficialmente aceita que a viúva deverá observar para não correr o risco de transgredir as normas aceitas pelo grupo.

Os ritos, costumes, tabus, sentimentos, carências e representações gerados pelo fenômeno da morte são obviamente objetos de uma História Social, ou podem ser também objetos de uma História Cultural, de uma História Econômica, ou mesmo de uma História Política (dependendo da importância simbólica do morto). O historiador da Morte que pretenda fazer uma história que não seja simplesmente informativa ou descritiva, mas também problematizada, certamente encontrará caminhos para estabelecer conexões entre as informações numéricas ou padronizadas trazidas pelas técnicas da História Demográfica e as inferências sociais e culturais. Dito de outra forma, ele se empenhará em realizar não só uma História da Mortalidade, mas também uma autêntica História da Morte.


[trecho extraído de 'O Campo da História'. Petrópolis: Editora Vozes, 2004, p.23-24].

Inserida por joseassun

⁠Somente Deus põe ponto final em cada história que escrevemos.

Inserida por mauricio_cavalheiro

⁠[HISTÓRIA POLÍTICA]


O que autoriza classificar um trabalho historiográfico dentro da História Política é naturalmente o enfoque no “Poder”. Mas que tipo de poder? Pode-se privilegiar desde o estudo do poder estatal até o estudo dos micropoderes que aparecem na vida cotidiana. Assim, enquanto a História Política do século XIX mostrava uma preocupação praticamente exclusiva com a política dos grandes Estados (conduzida ou interferida pelos “grandes homens”), já a Nova História Política que começa a se consolidar a partir dos anos 1980 passa a se interessar também pelo “poder” nas suas outras modalidades (que incluem também os micropoderes presentes na vida cotidiana, o uso político dos sistemas de representações, e assim por diante).

Para além disto, a Nova História Política passou a abrir um espaço correspondente para uma “História vista de Baixo”, ora preocupada com as grandes massas anônimas, ora preocupada com o “indivíduo comum”, e que por isto mesmo pode se mostrar como o portador de indícios que dizem respeito ao social mais amplo. Assim, mesmo quando a Nova História Política toma para seu objeto um indivíduo, não visa mais a excepcionalidade das grandes figuras políticas que outrora os historiadores positivistas acreditavam ser os grandes e únicos condutores da História .

Objetos da História Política são todos aqueles que são atravessados pela noção de “poder”. Neste sentido, teremos de um lado aqueles antigos enfoques da História Política tradicional que, apesar de terem sido rejeitados pela historiografia mais moderna de a partir dos anos 1930, com as últimas décadas do século XX começaram a retornar com um novo sentido. A Guerra, a Diplomacia, as Instituições, ou até mesmo a trajetória política dos indivíduos que ocuparam lugares privilegiados na organização do poder – tudo isto começa a retornar a partir do final do século com um novo interesse.

De outro lado, além destes objetos que se referem às relações entre as grandes unidades políticas e aos modos de organização destas grandes unidades políticas que são os Estados e as Instituições, ganham especial destaque as relações políticas entre grupos sociais de diversos tipos. A rigor, as ‘ideologias’ e os movimentos sociais e políticos (por exemplo as Revoluções) sempre constituíram pontos de especial interesse por parte da nova historiografia que se inicia com o século XX. Por outro lado, tal como já ressaltamos, hoje despertam um interesse análogo as relações interindividuais (micropoderes, relações de poder no interior da família, relacionamentos intergrupais), bem como o campo das representações políticas, dos símbolos, dos mitos políticos, do teatro do poder, ou do discurso, enfim. Em muitos destes âmbitos, são evidentes as interfaces da História Política com outros campos historiográficos, como a História Cultural, a História Econômica, ou, sobretudo, a História Social.


[extraído de'O Campo da História'. Petrópolis: Editora Vozes, 2004, p.106-107]

Inserida por joseassun

⁠Os iguais são também diferentes,
ainda que iguais,
pois é a essência que existe verdadeiramente,
e não a roupagem da essência.

Inserida por joanaoviedo

Quando Deus habita existe mudança verdadeira ⁠

Inserida por lucas_igoor

Bem-vindo, fevereiro. Mês de fé, de recomeços. Bem-vindo, fevereiro. Novos dias, novas histórias, joias, possibilidades, novos sorrisos, novos ares. Novas conquistas, ideais. Bem-vindo, fevereiro, que o vento traga oportunidades, troca de olhares, um colorido a mais para quem espera, para quem corre atrás. Bem-vindo, fevereiro. Que seja leve, que seja abundante, que seja de muita paz, muita luz e muitas notícias boas. Que seja o que Deus quiser.

Inserida por bebelia2000

⁠A verdadeira derrota da nossa vida é o que se deixa de fazer em decorrência do estado que ela se encontra.
As oportunidades diante das atuais dificuldades podem ser únicas.
Todas as manhãs serão iguais se assim acreditarmos.
A ambição interior querer transformar, mesmo com as ferramentas que já temos em mãos, compensa toda suposta ausência do elemento para a conquista.

Inserida por diegoferrariterapia

⁠⁠ “Tenho a firme esperança que irei morrer, na sombra de uma história bem contada”

Inserida por Jmachado

⁠A paz que carregas no coração, é a verdadeira felicidade

Inserida por Predilecto

⁠Corpo perfeito é o que
carrega a sua história.

Inserida por PaduaDias

⁠Eu sou um livro ...julgado pela capa ... cujas entrelinhas são de tirar o fôlego.. e as histórias , deliciosas ...

Inserida por bebelia2000

⁠A verdadeira riqueza aumenta quanto mais compartilhamos -
Amor

Só seremos verdadeiramente livres, quando conhecermos as verdades da Palavra de Deus, e começarmos a introniza-las no nosso viver diário. E através das revelações da sua graça, santidade nos tornarmos a irrepreensível ⁠em cada área de nossas vidas.

Inserida por leonardomenin