História
A sacralidade da história de quem passa por nós durante a vida, é algo singelo, mas essencial, reconhecer que o coração que nos permite entrar é solo santo, é nosso dever tirar os calçados e tratar com a mesma reverencia devida aos templos sagrados, a medida que entendo que adentrar na história do outro é estar nos átrios da casa de Deus, posso perceber a responsabilidade que me é dada, ao ter essa honra, reverenciar a essência de Deus que reside em cada um, mas sem exigir que a pessoa tenha as mesmas atitudes, um vez que isso é algo aprendido com o tempo e com exemplo de quem passa por nossa história. Um monge não aprende a meditar ouvindo como se medita, mas ao ver outros monges meditando e se dispondo a meditar também, com o tempo sua concentração será extraordinária, do mesmo modo, as pessoas passarão a reconhecer a sacralidade que existe em nós, a partir de quando experimentarem o reconhecimento da sacralidade existente em si mesmo. Sempre que passar pela história de alguém, tire os calçados e reverencia o sagrado que habita ali.
Foi, mas não é mais
"Um dia seremos apenas a história, na vida de alguém.
Para uns o melhor verso, para outros, apenas um verbo."
Uns ao recordar, irão sorrir e se perguntar, onde será que ela (e) deve estar?!
Outros ao recordar, nem mudança haverá no olhar.
E a vida vai tecendo histórias, em meio aos caminhos incertos. Pedaços se rompem, para que uma nova história recomece.
Uns passam bem devagar, nos olham e nos libertam. Outros passam depressa demais e mesmo assim nos prendem pra sempre.
Se for para fazer parte da história de alguém, que seja uma boa, porque a vida é bonita demais para ser cruel para sempre!
Autora: #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados
29/04/2019 às 19:00 horas
Manter créditos ao autor original Andrea Domingues
"Um dia seremos apenas a história, na vida de alguém.
Para uns o melhor verso, para outros, apenas um verbo."
Frase autoral de #Andrea_Domingues ©
Não há, na história humana, exemplo de amplas liberdades públicas sem amplo e legal reconhecimento do direito à propriedade privada. Se é verdade que tal reconhecimento não garante por si só as demais liberdades, também o é que a propriedade privada é indispensável a elas.
se apega nos detalhes mais sublimes.
escreve tua história devagar,
faz como foi planejado.
nunca perca seu jeito de amar,
mantenha sempre o jardim regado,
as flores vão brotar,
o céu, todo iluminado,
tudo para vc,
a bela do jardim encantado.
A revelação:
Hahaha... Como é lindo ver o fogo pingando, em cada pingo uma história e em meus olhos aos poucos sem que ninguém me conte eu começo a destrinchar um enredo como em um samba cantado, o calor interno e o conto de sua verdade provoca nas emoções de teu íntimo as lembranças e eis que em teus olhos lágrimas teimam em rolar enquanto o fogo persiste em pingar, em um breve e complexo ato passado, presente e futuro sintetizados em míseros segundos, isso não é PNL, é revelação.
Dissipação
É teu corpo, Negro?
É tua história, Negro?
É teu cabelo, Negro?
Tua raiz, Negro?
É tua cultura, Negro?
O que tem mais seu aqui Negro?
- Negro: meu sangue.
...
Mais uma história dissipada.
As linhas de expressão estão lá.
Cada uma delas,em seu devido lugar.
Uma história de cada vez.
Músculos faciais fortificados e trabalhados.
Risos e sorrisos,choros.
Muitas alegrias e algumas tristezas.
Isso faz parte do crescimento e o tal amadurecimento.
Faz parte,também,aceitar e seguir.
E sigo,com percalços ou não,mas sigo.
Lá se vão 46 anos de lindas linhas a fio pra contar...
Não está dando para entender o que tanto estou tentando nessa história. Eu pensei que seria alguma coisa e só virei um caso à parte.
Talvez isso tenha sido feito para durar. Aquele tipo de história que se segue, se reinventa todos os dias, que quanto mais se corta mais brota. Talvez seja o tipo de história que nasceu do imprevisto, mas que estava escrito em algum lugar que um dia aconteceria. Talvez sejam assim as mais belas histórias de amor, aquelas que a gente guarda no fundo do bolso da alma. Aquele tipo de história em que não se conheça o desfecho, porque em algum ponto, em qualquer estação, ela sempre ressurge, pra nos mostrar que essa é a nossa história, e que não foi feita pra se ter um fim, depois de se ter conhecido os meios.
Ricardo F.
