Hipopotamo com Alma de Anjo
O ser humano preconiza em sua alma aquilo que considera essencial na vida, mas é somente o amor que concede um verdadeiro sentido para a existência.
Ter a alma enluarada, é ser, assim como a Lua cheia, reservada. É ter interiormente, um céu noturno, ao luar, estrelado.
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
O fogo que arde dentro dos corações dos apaixonados pode ser visto através da linda janela da alma, também chamada simplesmente de um breve olhar.
a questão não é estar com o cara certo ou errado
e sim, com alguém que te toque a alma com intensidade
é a intensidade dos corpos envolvidos que prende a gente
A ausência dos meus Pais, deixo meu coração sangrado e minha alma ficou metade morta. A saudade são estilhaços de vidro em meu coração!
Agora o poeta sou eu!
Conduzido pela minha alma,
Sonho e acordo vulnerável ao tempo,
Vou clamando e chamando aquele que me protege...'DEUS'
Meus textos vão pegando rumos,
Que nem sei para onde vão,
Não me sustento enquanto não exalo uma inspiração,
Entre erros,
Arrumo os maus feitos e vou explicando,
O que escrevo em cada frase,
Ah ! Se elas soubessem gritar.
Cada uma contaria uma história minha,
E não satisfeito,
Dou tema ao lema da minha imaginação,
Aos pouquinhos o quebra cabeça se monta,
No universo da minha ilusão...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Quanto mais mal você deseja ao próximo, mais o mal te destroe por dentro. Sua alma fica amarga, seu olhar triste e pesado. Parece não encontrar a paz e nunca está satisfeito com nada. O preço por carregar esse mal, é muito caro, pois você o paga com a própria vida.
A noite cai para acalmar a alma. E quando tudo fica em silêncio, ouvimos calmamente nossos pensamentos. Uma estrela isolada no espaço; um brilho lapidado por astros... Um estalo de reflexão diante do caos do mundo moderno.
RUA DO SOL
Recife,
Há quanto tempo não sai do meu pensamento.
Me consome da alma ao coração,
Transborda lágrimas em meus olhos
E deixa minha vida sem cor.
Recife,
Eu que conheci tuas histórias,
Tuas bravas conquistas,
Tuas batalhas incessáveis,
Hoje virei teu prisioneiro.
Eu que conheci tuas belezas,
Do castelo ao teu Marco Zero,
Do rio ao mar,
Hoje só vejo solidão.
Recife,
Tuas pontes só ligam meus desesperos,
Teus museus só contam a minha própria história,
Teus monumentos são retratos de dias que já se foram.
Nas ruas antigas e boemias eu vivo,
Me afundo às vezes no Capibaribe, às vezes nas tuas águas salgadas,
Mas não consigo me encontrar.
Na Rua do Sol,
de eternos escuros,
foi o último beijo,
último olhar.
Foi lá que parti de olhos marejados
e hoje vivo na Rua da Saudade.
(não a Rua do Recife, mas a Rua da Saudade que habita em mim).
Recife,
Há quanto tempo não sai do meu pensamento.
Alma
Despido a minha alma banhando a de solidão, dor e angústia, deixo as impurezas da vida caírem, renovo o meu corpo cansado, trago em mim as verdades, busco apenas alimentar o amor ao invés de acrescentar mais dor, enfim deitei sobre o chão bagunçado para esquecer o quanto é ruim sofrer.
A dor que sinto agora aperta o meu coração, mas é apenas um lamento da minha alma, a mais convicta forma do meu ser, ela demonstra que eu realmente estou vivo, mas que realmente não se vive sem sentir dor
a dor e as lágrimas
do profundo
do profundo de
minha alma
o homem que
preferiria morrer
a soltar suas mãos
e uma vez que
soltei
acabei por morrer..
Minha Doce Helena
eu soube que era Amor
quando cada palavra sua
ficou gravada em minhaalma
tal qualtatuagemem minha pele
perpetuou..
te condenaria por desistir de ler-me?
minha bagunça enlouqueceu-me,
minha alma só produz gemidos,
o coração desaprendeu a escrever
insuficiência de palavras
[...]
é a vida? e o que é a vida?
um milagre que busca a morte,
o Amor, sentimento que trás tristeza,
as palavras, gritos para almas surdas
isto a poesia quem me segredou..
Entre tantas perdas,
feridas e
buracos na alma,
os ombros acostumam
a carregar a cruz.
E a dor,
que já era peso morto
aos olhos que vê de fora,
se tornou morto aqui dentro também.
E então,
o amanhã é só uma penitencia por estar vivo.
Durante o dia, o coração macula
a raiva de si, dos outros, do mundo,
da vida.
Durante a noite, todo o mundo
desaba sobre um corpo inútil na cama,
e não tem música,
livros,
bebidas,
que consiga ressuscitar
um coração falecido.
