Herói
Acaba com esta guerra "herói" zelensky…
Já que de início a mim, sequer ouviste;
o apelar, que para em guerra não entrares;
bastava o de entrar pra nato, abdicares;
acaba, o a que começar, conseguiste!
Conseguiste fiado que na Terra;
todos te iriam após proteger;
mal querendo saber do tão morrer;
que irias provocar com a em vós, guerra.
Nem pensaste sequer na nuclear;
que em teu apelar terias provocado;
caso a ti, tivéssemos dado ouvidos…
Pois, estaríamos todos perdidos;
por na derradeira havermos entrado;
se a Rússia então fossemos guerrear.
Já viste, que o putin não vai parar…
daí ser teu dever, pois, terminar;
com este em vós tão triste em GUERRA andar.
Neste inverno da vida, em que vivemos;
Por favor, tenta a PAZ, pra a tua Terra;
Dizendo sim à mesma, e não à guerra;
Ou senão, teus HERÓIS, mais perderemos.
Heróis aquando assim nomeados por parvos…
Coitado de quem Herói, se julgar;
quando esse julgar, for manipulado;
por qualquer parvo, em dessa estirpe armado;
por ser favor só tido, pra o enganar!
Aqui, ou em Portugal infelizmente;
trata-se por tal, qualquer parvalhão;
por esse a outrem tratar, tão ter senão;
que um aproveitar tido, e em tido ausente.
Ao por aproveitar, por parvo feito;
coitado desse herói, visto por tal;
só tendo, a de que o mesmo, valentia…
Pois, mesmo, a ter tal tida, em sua via;
devido a haver mal ver, havido em tal;
mais valera, o a por tal; nem ser eleito!
O Super-Homem existe e mora no coração de todo filho, que tem ao seu pai, como o maior herói de sua vida!
O PÁSSARO QUE MORREU ONTEM
(Poema em homenagem ao herói venezuelano Oscar Perez)
.
Não há como ser livre
Espíritos livres, pensam liberdade
Mas meu pensamento está na alma
Minh'alma, em minha mente
E minha mente está em mim
Assim, não há como ser livre de verdade
Pois hoje eu penso não ser eu
Eu era um pássaro, que morreu ontem
No meu voar, sem precisar de amparo
Eu tinha um Deus como amigo
Que me provia a água, que chovia
No meu beber, sem precisar de cântaros
E meu cantar de pássaro subia aos Céus
Meus Céus e meu Deus
Eram bem maiores que os seus
Assim era o meu viver
Sem abrigo, anteparo e nem casa
Feliz, feito alma livre
Que não pensa, porque não precisa
E sem pensar me feriram
Quebraram-me as asas
Qual se fosse nada
Qual se fosse brisa
Mataram-me, sem precisar sentir vontade
Uma das poucas liberdades que se tem
E aquele, agora sou eu
Sou eu, sem o poder de ser eu mesmo
Mesmo assim, de alguma forma
Eu sou obrigado e vou seguindo às normas
Regras de gente, totalmente imprecisas
E já faz algum tempo que estou aqui
Pacata vida, de pássaro que não voa
Pensamento preso à alma, pois pensar precisa
Vivendo à toa, esse tempo infinito
Sentindo a saudade, que também me mata
Porém, quase nunca, uma morte certa.
Edson Ricardo Paiva.
Há um herói dentro de você, desperte!
Todos nós recebemos chamados, mas na maioria das vezes nós negamos. Quantos chamados para jornada do herói você recebeu e não ouviu? Não acreditou? Ficou com medo? Procrastinou? Negou?
"O chamado" é qualquer coisa que pode mudar a sua vida e da humanidade. Este chamado nos convida a ser como aquele herói que parte em busca de algo que vai melhorar a sua vida e/ou do mundo em que vivemos.
E você, vai aceitar o convite do seu chamado? Talvez você esteja muito distraído, ocupado e não prestou atenção. Saiba que o chamado está aí, basta silenciar e dizer SIM!
O chamado nos convida a viver por algo maior que nós mesmos. O chamado é o seu propósito. Diga SIM e siga a boa jornada do herói!
Há muito tempo não sou nada, não tenho nada, não sinto nada. Sou um herói sem poderes, um palhaço que não tem graça! Decidi ser apenas um contador de histórias em um "Livro de rostos", onde rostos não se veem! O mundo já me confunde... as pessoas são complicadas demais com seus números, pesos e medidas! Ao final, acabo me perdendo por querer ser real num mundo de faz de conta, e arriscando estar vivendo um faz de conta num mundo real!
“Enquanto parte de mim se porta como herói, a outra não sabe o que faz. Metade age com sabedoria; a outra como tola se revela. Uma, parece segura; a outra é a própria incerteza. Assim, viajando em meio ao caos, me perco entre mundos que não conheço, flutuando ao sabor do imponderável, sem me dar conta de que a realidade que percebo não passa de mera abstração, a gerar as mais esdrúxulas expectativas” (O Mentor Virtual)
Será que sou anti-herói filósofo?
Que tem a cabeça dura de pedra
de frágil esteatito.
Que tem perigosa peçonha
e usa para criar o antídoto.
Que tem o coração guardado
a sete ou oito chaves
mas deu cópia aos amigos.
