Hábito
“Na vida, o que não é conservado perde a essência.
Criamos o péssimo hábito de colher, deixando de lado a importância de cultivar.
E só damos conta disso quando o tempo nos apresenta a realidade.”
ILUSÕES PARALELAS
Ó, como está saudade é de rotina
Mora no hábito, é dor no clamor
No entanto, um dia mandou flor
E o prazer era presença matutina
Como por ti me apaixonei, Amor!
E vê: que na memória contamina
O suspiro, que aos olhos neblina
Enche o dia de tristura, ao dispor
Ah, que falta faz o do teu olhar
Ah, os teus abraços a me ocupar
As coisas belas que não disseste
Tantas e tantas, que seriam elas
Nesta solidão, ilusões paralelas
Para emoção sair deste agreste
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
09 dezembro de 2020 – Triângulo Mineiro
As pessoas costumam dizer que o povo brasileiro não gosta de ler e se esquece que o hábito da leitura deveria ser incentivado.
O maior problema é que acontece justamente o oposto...
Ele é elitizado.
Eu tenho o hábito de ficar na minha, por que sou bem sozinho, nem sempre mas na maioria das vezes sim. Tive que aprender a ser assim.
Por mais que algumas companhias ou pessoas me alegrem e me encantem mas eu vou evita-las pra evitar novas decepções, novos erros, novos traumas. E por mais que isso também não me permita ter novas alegrias, novas experiências, novas risadas.... Eu prefiro assim.
Em pleno século XXI, ainda temos o hábito de pedir a Deus, o que conseguiria com nossos próprios esforços.
Quando a mentira se torna um hábito e um estilo de vida, passamos a acreditar nela de tal forma que ela se transforma em uma falsa verdade. Essa falsa verdade leva, gradualmente, à destruição dos princípios e valores da verdade.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. (...)
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem passa os dias reclamando do seu azar ou da chuva incessante. (...)
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um feito muito maior que o simples fato de respirar.
Nota: Adaptação de trechos da crônica "A Morte Devagar", de Martha Medeiros. Muitas vezes é erroneamente atribuída a Pablo Neruda.
...MaisMudar um hábito ou um comportamento é como subir uma escada. Isso ocorre degrau a degrau. A mudança de hábitos e de comportamentos é um processo gradual que requer paciência e persistência. Cada "degrau" alcançado deve representar um pequeno progresso em direção ao objetivo que determinamos. É também muito importante celebrar cada conquista, por menor que seja, e se manter motivado para continuar a escalada. Uma maneira de elencarmos o que desejamos mudar, pode começar por aquilo que entendemos como “não consigo” ou “é muito difícil para mim”. Fazendo isso, já é possível descobrirmos por onde começar...
Pratique a respiração até que a arte de respirar corretamente se torne um hábito automático e subconsciente.
A tempos me livrei do péssimo hábito de debater e discutir com SURDOS , e isso me trouxe uma paz que não consigo descrever .
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas derrubem as melhores e mais sábias esperanças de nosso coração! Lembre-se sempre: "Há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos".
Portanto, procure sempre ser POSITIVO!
Portanto: Seja surdo quando alguém lhe diz que você não pode realizar seus sonhos!
Domine o hábito de deixar para depois, a preguiça destrói projetos e ideias incríveis e atrasa seu sucesso.
A prática repetida de bons atos torna-se um hábito e transforma a pessoa, além de atraí-la para uma vida mais abundante. A prática repetida de maus hábitos escraviza a pessoa, além de levá-la a sua própria destruição.
Sim, os meus erros do passado, o meu hábito de confiar demais, de confiar uma, duas ou três vezes na mesma pessoa me tornou esta pessoa que quase nunca confia em alguém.
Uma pessoa sozinha, mas feliz consigo mesma, porque tenho plena certeza de que não irei dar confiança demais para quem não merece o mínimo do meu prezar. Novos erros talvez eu cometa, os mesmos de ontem, eu não pretendo cometer.
